"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador." - Eduardo Galeano

"O século 20 produziu uma espécie terrível de pessoas: a do homem que acredita realmente que é publicado nos jornais." - Oswald Gottfried Spengler

"A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência." - Adolf Hitler

"Quem vive da mentira deve temer a verdade!" - Friedrich Christian, Príncipe de Schaumburg Lippe

"A razão pela qual os homens são silenciados não é porque eles falam falsamente, mas porque eles falam a verdade. Isso porque, se os homens falam mentiras, suas próprias palavras podem ser usadas contra eles, enquanto se eles falam verdadeiramente, não há nada que pode ser usado contra eles, exceto a força." - John “Birdman” Bryant

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Os judeus têm alguma culpa pela morte de Jesus?



Vemos que Jesus foi entregue aos romanos pelos judeus:

“ Desde então Pilatos procurava soltá-lo. Mas os judeus gritavam: Se o soltares, não és amigo do imperador, porque todo o que se faz  rei se declara contra o imperador. "
(João 19: 12)

Mesmo Pilatos não encontrando crime algum em Jesus e querendo soltá-Lo, os judeus insistiram para que o condenasse, coagindo-o usando o nome de César:

“ Pilatos disse aos judeus: Eis o vosso rei! Mas eles clamavam: Fora com ele! Fora com ele! Crucifica-o! Pilatos perguntou-lhes: Hei de crucificar o vosso rei? Os sumos sacerdotes responderam: Não temos outro rei senão César!”
(João 19: 14-15)

Pilatos lavou as mãos, e por isso a culpa recaiu sobre ele e os guardas romanos, entretanto, culpa maior possui os judeus, por terem entregado Jesus aos romanos e pedindo sua morte.

Nosso Senhor afirma que quem O entregou aos Romanos possui pecado maior. Quem entregou Nosso Senhor foram os judeus. Portanto, a culpa maior recai sobre eles:

“ quem me entregou a ti tem pecado maior. ”
(João 19: 11)

Quando fala-se "judeus", referem-se aos que praticam o Judaísmo. Portanto, os judeus possuem culpa pela morte de Jesus, e maior culpa que a dos romanos. Os judeus que rejeitam Jesus Cristo e continuam praticando o Judaísmo, tomam parte nessa culpa, visto que, ao persistirem no Judaísmo, estão negando que o Messias prometido já veio, e, se negam que o Messias veio, negam que Jesus é o Messias que Deus enviou, portanto, tomam-O por impostor e digno da morte que sofreu.

Fonte: https://catholiciromani.blogspot.com/2018/06/os-judeus-tem-alguma-culpa-pela-morte.html

Aos que creem numa suposta herança ou cultura judaico-cristã comum, lembrem-se do que Paulo escreveu: 
“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”
2ª Coríntios 6: 14

Abraços

segunda-feira, 21 de maio de 2018

A mentira dos valores comuns judaico-cristãos

Bento XV sobre a situação na Palestina



Certamente recordam-se todos que aqui mesmo, em 10 de Março de 1919, Nós nos mostramos muito preocupados com o desenrolar dos acontecimentos, depois da guerra, na Palestina; numa terra tão cara a Nós e a todo coração cristão, porque tornada sagrada pelo próprio Redentor Divino na sua vida mortal. Além de que, longe de diminuir, aquela Nossa apreensão vai, infelizmente, a cada dia se agravando.

De facto, se Nós naquela época nos lamentávamos pela obra nefasta ali desenvolvida por seitas não-católicas, que querem simplesmente vangloriar-se do nome de cristãs, também agora devemos lamentar-nos ao ver que estas seitas, munidas que são abundantemente de meios, mantêm a sua obra sempre cada vez mais ativa, aproveitando-se da imensa miséria em que os seus habitantes estão mergulhados depois desta guerra monstruosa. De Nossa parte, conquanto não tenhamos deixado de socorrer as debilitadas populações palestinas, impulsionando ou dando vida a várias instituições de beneficência (o que continuaremos a fazer enquanto tivermos força), não podemos, todavia, prover um socorro adequado àquelas necessidades, especialmente porque com os recursos colocados à Nossa disposição pela Divina Providência devemos atender aos gritos de dor que chegam de toda parte, pedindo ajuda à Sede Apostólica. Consequentemente, somos obrigados a assistir com grande pena à progressiva ruína espiritual de almas tão caras a Nós e por cuja salvação trabalharam tantos homens de zelo apostólico, antes de mais os filhos do seráfico Patriarca de Assis.

Quando os cristãos, através das tropas aliadas, retomaram a posse dos Lugares Santos, Nós de coração nos unimos à alegria geral dos bons; mas aquela Nossa alegria não era separada do temor expresso na referida Alocução Consistorial, ou seja, que a tão magnífico e feliz acontecimento, os israelitas viessem, em seguida, encontrar-se na Palestina numa posição de preponderância e de privilégio. A realidade atual comprova que aquele temor era justificado. De fato, na Terra Santa a condição dos cristãos não só não melhorou, mas, ao contrário, piorou logo depois das novas leis e dos ordenamentos ali estabelecidos, os quais visam – não digamos que por vontade dos legisladores, mas certamente de fato – a expulsar a Cristandade das posições que tem ocupado até agora, para substituí-la pelos israelitas. Não podemos, também, não deplorar o trabalho intenso que muitos fazem para retirar o carácter sagrado dos Lugares Santos, transformando-os em ponto de encontro com todos os atrativos da mundanidade: o que, se já é de todo reprovável, muito mais o é onde encontram-se a cada passo as mais augustas memórias da Religião.

Tendo em conta que a condição da Palestina não foi ainda definitivamente regulada, Nós, a partir de agora, devemos levantar a nossa voz a fim de que, quando chegar o tempo de dar a ela um ordenamento regular, sejam assegurados à Igreja Católica e a todos os cristãos os seus direitos inalienáveis. Nós não queremos certamente que sejam reduzidos os direitos do mundo hebraico; entendemos, porém, que esses não devam de modo algum se sobrepor aos sacrossantos direitos dos cristãos. E, para tanto, exortamos firmemente todos os governos das Nações cristãs, inclusive as não-católicas, a que insistam e mantenham-se vigilantes junto à Liga das Nações, que, como foi anunciado, deverá submeter a exame o regulamento do mandato inglês na Palestina.

Papa Bento XV in discurso «Sobre a situação do Catolicismo na Palestina», 13 de Junho de 1921.

Fonte: http://accao-integral.blogspot.com.br/2018/05/bento-xv-sobre-situacao-na-palestina.html

Abraços 

A farsa que é a Democracia

Partidos políticos

    

Para a Democracia, a Pátria não existe organicamente: só há os partidos políticos, agrupamentos numéricos de indivíduos-eleitores, lutando em nome do interesse público para utilidade dos associados. Desconhece-se, ou logicamente se renega, a tradição, para que tudo comece no dia em que a Democracia começou. Os partidos, em geral dois, três ou mais, nas sociedades em decomposição, representam, um, tendências conservadoras, outro, tendências avançadas ou radicais, como fórmulas de equilíbrio e correção. Teoricamente, o princípio é uma falsidade, porque não há princípios conservadores, nem avançados: há ideias que matam e ideias que salvam; mentiras políticas e verdades políticas; ideologias e realidades.

A alimentar a corrupção dos partidos, há ainda a considerar as influências internacionais da maçonaria, que combate a ideia de Pátria, e a pressão dos interesses das plutocracias, por meio da venalidade de políticos sem escrúpulos nem convicções, que formulam programas e fazem promessas que antecipadamente sabem não poder cumprir.

Adaptado de «Cartilha Monárquica», 1916.

Fonte: http://accao-integral.blogspot.com.br/2018/05/partidos-politicos.html 

Democracia (de esquerda, centro ou de direita) é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Para reflexão

     Imagem relacionada

Quem provocou a 1ª Guerra Mundial?
Foram os próprios vencedores dela.

Quem provocou a 2ª Guerra Mundial?
Os vencedores da 1ª Guerra Mundial.

Quem governa o mundo hoje?
Os vencedores da 1ª Guerra Mundial.

Percebe por que nada muda?

E quem está preparando o caos para o Apocalipse?

"Sabemos que somos de Deus, e que o mundo todo jaz sob o Maligno."
1 João 5:19

Abraços

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Spielberg versus Waffen-SS

O veterano da Waffen-SS que desafiou Spielberg.
       
   Imagem relacionada

Hans Schmidt (imagem acima), ex-combatente e veterano da Divisão Hitlerjugend da Waffen SS, que morreu quase quatro anos atrás (24 de abril de 1927 – 30 de maio de 2010), desafiou o diretor de cinema Steven Spielberg escrevendo-lhe uma carta, na qual criticou imprecisões históricas e posições tendenciosas na produção da filme "Saving Soldier Ryan". Traduzimos o conteúdo da carta dirigida a um dos mais prolíficos diretores judeus em Hollywood, com o objetivo de que nossos leitores de língua espanhola que não possam falar inglês analisem seu conteúdo:

"Prezado Sr. Spielberg:

Permita-me, um veterano da Waffen SS ferido duas vezes, e um participante em três campanhas (Batalha das Ardenas, Hungria e Áustria), para fazer uma crítica de seu filme "Saving Soldier Ryan".

Tendo lido muitos dos reconhecimentos do que é, sem dúvida, um sucesso e podemos dizer, filme "impressionante", espero que não se importe com as críticas do ponto de vista de um alemão e um alemão-americano.

Além da carnificina mostrada imediatamente no início da história, durante a invasão da praia "Omaha", que não posso comentar porque não estava lá; muitas das cenas de combate me parecem irreais.

Você fez muito bons esforços para fornecer autenticidade ao filme, através do uso de equipamentos que pareciam o alemão original, por exemplo, o Schützenpanzerwagen (SPW), as MG 42 e os Kettenkrad.

E, enquanto a aparição das unidades regulares de infantaria do exército alemão, nos bunkers da Normandia, não estavam bem apresentadas, as Waffen SS nas lutas de rua no final do filme nem sequer estavam bem vestidos.

Minha crítica à falta de realismo nas cenas de batalha tem a ver com o fato de as Waffen SS nunca terem atuado como apresentadas no filme "Saving Soldier Ryan".

Embora fosse bastante comum ver tropas americanas ou russas se reunindo em torno de seus tanques enquanto avançavam contra nossas linhas, isso na realidade sequer ocorreu com as Waffen SS.

(Os primeiros americanos que vi na Batalha das Ardenas eram cerca de uma dúzia de GI's agrupados em torno de um  obuseiro autopropulsado que estava em chamas). 

Além disso, quase todos os soldados alemães que aparecem no filme levaram os cabelos para rasparem, ou pior, raspados, algo que evidentemente não corresponde à realidade. Talvez o senhor estivesse confuso em sua mente, confundindo soldados alemães com russos da época. 

Ou talvez, seu judaísmo esteja presente nesse assunto, querendo delinear uma relação direta entre os skinheads de hoje, e as unidades da Waffen SS e outros soldados do Terceiro Reich.

Além disso, eles devem ter usado jovens de 18 a 19 anos para representar minha unidade, em vez de pessoas mais velhas. A idade média, incluindo os oficiais da heróica Divisão Hitlerjugend que lutou em Caen, tinha 19 anos! 

A cena em que um GI mostra seu medalhão com a Estrela de David para alguns prisioneiros de guerra alemães enquanto ele lhes diz: "Ich Jude, Ich Jude", é tão escandaloso quanto engraçado.

Posso dizer o que um soldado alemão teria dito a outro se um incidente como esse tivesse acontecido: "Esse cara está louco". 

Parece que você não sabe que, para o soldado alemão médio na Segunda Guerra Mundial, a raça, cor ou "religião" de qualquer inimigo não era transcendente. Eles não sabiam e não se importavam. 

Além disso, você cometeu um grave erro de julgamento quando, na cena de abertura do "Saving Soldier Ryan", moveu a câmera do solitário túmulo judeu para as centenas de túmulos com cruzes, para descobrir que em algum outro lugar havia outro estrela de Davi.

Eu sei o que você quis dar a entender, mas tenho certeza de que não fui o único que imediatamente depois de observar todas essas cruzes, descobrir que em algum outro lugar havia uma estrela de Davi solitária.

E você conhece a resposta. Na verdade, você causou exatamente o efeito oposto do que você queria alcançar. Seu uso dessa cena contrasta com as reivindicações recentes de organizações judaicas, que afirmam que os voluntários judeus na Segunda Guerra Mundial serviram em maior proporção do que a população em geral e que seu sacrifício foi conseqüentemente maior.

Visitei o cemitério militar no Luxemburgo onde o general Patton está enterrado e contei as estrelas de Davi nas lápides. Fiquei impressionado com a ausência delas.

Após a Primeira Guerra Mundial, alguns líderes judeus na Alemanha montaram o mesmo engano: eles reivindicaram naquele tempo e até hoje, que doze mil judeus deram suas vidas pela pátria, o que teria feito sua participação em termos gerais, ter sido maior em relação à outra população, o que é falso. Talvez os doze mil participantes sirvam de símbolo, "do nosso ponto de vista, fizemos o suficiente".

Durante a Segunda Guerra Mundial, bem como agora, cerca de um quarto da população norte-americana se considera alemã-americana. Conhecendo o fervor patriótico que os alemães americanos têm para a América, podemos assegurar que sua porcentagem nas forças armadas seja igual ou superior à da população em geral. 

Você esquece Nimitz, Arnold, Spaatz ou Eisenhower? Bem, talvez o capitão Miller da Pensilvânia fosse um alemão cujo apelido fora anglicizado. Sem omitir isso, parece ser um indício de que na Casa Branca no momento é muito raro encontrar nos jantares de Estado, pessoas que tenham nomes germânicos.

Bem, talvez algumas pessoas pensem que a abundância de nomes que parecem alemães, como Goldberg, Rosenthal, Silverstein e Spielberg, satisfazem a necessidade de representação da comunidade germano-americana.

O meu comentário final trata da apresentação do tiroteio de prisioneiros de guerra alemães imediatamente depois de lutar contra um incêndio. Uma leitura completa da literatura americana especializada na Segunda Guerra Mundial indica que tais incidentes ocorreram com muita freqüência do que é geralmente aceito, e é muito comum que tais excessos contra as leis aplicáveis ​​aos beligerantes e aos cavaleiros sejam comumente justificado com argumentos como: "os GI's ficaram com raiva dos alemães porque acabaram de matar um dos mais queridos camaradas".

Em outras palavras, a raiva e o posterior crime de guerra são compreensíveis e, portanto, justificáveis ​​ipso facto. Em "Saving Soldier Ryan", parece que você concordou com esta afirmação, permitindo que apenas um dos soldados, o arquétipo do covarde bem conhecido, dissesse que não era permitido atirar em prisioneiros que deitaram suas armas. 

Como ex-soldado alemão, posso assegurar-vos que situações como as que descrevi, que chamo de mentalidade desarianizada, não aconteceram entre nós.

Lembro-me bem que, em janeiro de 1945, nos sentamos com os prisioneiros de guerra americanos depois de uma batalha furiosa, e os GI's ficaram genuinamente surpresos com o fato de os terem tratados quase como camaradas reais, sem menor rancor.

Se você quer saber por que, eu posso te dizer. Nós não sofremos décadas de propaganda anti-inimiga, como foi o caso dos soldados americanos e britânicos, cujo senso básico de cavalheirismo foi muitas vezes obscurecido (mas não em todos os casos), pelas centenas de filmes de guerra anti-alemães, que foram produzidos por seus irmãos raciais.

(Para sua informação: eu nunca vi um filme de guerra anti-americano, uma vez que não havia um único diretor judeu nos estúdios UFA, na Alemanha). 

Sinceramente, Hans Schmidt."

Fonte: http://visionblanca88.blogspot.com.br/2014/04/el-veterano-waffen-ss-que-desafio.html

Obviamente, o diretor cineasta fez-se de surdo. A verdade não é conveniente para nenhum vendedor de ilusões.  

"Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade."
Tito 1:14

Abraços 

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Feliz Natal e Ano Novo em santidade e realizações

            
             Pintura de Kathy Lawrence representando o menino Jesus bebê e sua mãe Maria.

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz."
Isaías 9: 6


"Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo."
Apocalipse 3:20

Abraços e Feliz Natal. 

domingo, 10 de dezembro de 2017

Para reflexão

Resultado de imagem para hitler job arbeit

"Hitler. Este foi o criador da Nova Alemanha. Os outros modelaram uma coisa viva: ele deu vida a um cadáver. A sua voz angustiada, a nação despertou. Acorda, Alemanha! Ela ergueu-se  e, esfregando os olhos com o espanto de quem saí dum túmulo, deu os seus primeiros passos. Então, ouviu o retilintar dos grilhões que lhe haviam posto em Versalhes, naquele mesmo lugar onde Bismarck lhe pusera à cabeça, entre espadas vitoriosas, a coroa imperial. Hitler começou a quebrar os anéis desses grilhões." 
~ Gustavo Barroso, revista Fon-Fon, 27/06/1936.

Abraços 

domingo, 5 de novembro de 2017

Xenofobia, diversidade e auto-preservação

Resultado de imagem para barbarian invasions

Primeiramente, o que de maneira errônea e propositada chamam de "xenofobia" nada mais é que espírito de fidelidade em grupo (clã, tribo, povo, nação), instinto de sobrevivência, mecanismo de auto-defesa, senso de identidade e de pertencimento, noção de responsabilidade coletiva e/ou de herança. Surgiu justamente como auto-defesa e perpetuação do saber e acompanha a Humanidade desde sua gênese. Não é mera tara, obsessão patológica, ou de gente desocupada.

"Xenofobia" também é diversidade cultural de fato, não de aparência. É a "xenofobia" que garante a diversidade cultural, a riqueza de diversidade das cidades, da beleza da arquitetura, do encanto da música e das canções, do brilho das roupas, da multiplicidade do saber, etc, funcionando como barreira contra a extinção ou erosão dessas diversidades, das identidades ímpares de povos.

Se ninguém se importasse com sua própria identidade cultural, tribal e familiar, com sua própria história, não respeitasse seus antepassados, não a perpetuasse, não haveria tanta variedade de povos e civilizações. Variedade é sinônimo de diversidade. Quantas vezes a "xenofobia" promoveu e protegeu essa diversidade, a multiculturalidade da Humanidade, e até a existência física de povos?!

A quem interessa que os povos não tenham identidade própria, singular, única?! A quem interessa que os povos não se defendam de mudanças culturais, axiológicas e alienígenas indesejáveis?! A quem interessa que os povos sejam passivos?!

A perversão conceitual que ocorre com certas expressões, atos e valores é algo semelhante às enzimas digestivas das aranhas. Um agente é injetado na presa a fim de liquefazer a estrutura do corpo e possibilidades de auto-defesa dessa presa para uma forma facilmente consumível. Seria a explicação da tática de criminalizar a auto-defesa etno-identitária singular?

       Resultado de imagem para challenge of the superfriends 1978
Que tal acabar com a diversidade aqui? Só um tipo de herói, todos da mesma origem. Não ficaria monótono?

Sem "xenofobia" acabaria a indústria do turismo e do entretenimento, por exemplo. Ora, para que alguém viajaria ao outro lado do mundo para ver o mesmo que tem no seu próprio país?!! Sem "xenofobia", acabaria a própria História.

Sem o mecanismo de auto-defesa da "xenofobia", o mundo ficaria mais pobre, sem graça, raso, insonso, comum e mono colorido, cinza.

Abraços

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Café no bule com música 15

Ludwig van Beethoven -- Melody of Love


Beethoven - Melody of Tears + Rain


Bach - "G Minor" (Luo Ni)


A Breathtaking Piano Piece - Jervy Hou


Sound of an Angel - Beautiful violin music


Arditi - Imposing Elitism


IMPERAT - Christvs Sonnenrad (censurado pela Democracia)


Arditi - Doctrine Of Immortality


Air - Johann Sebastian Bach


Chopin - Spring Waltz (Mariage d'Amour)


Hans Zimmer - Gladiator - Live


Francis Goya - Impolate


Francis Goya - Natalia


Francis Goya - Million Scarlet Roses


Yoon Ha - One million roses, 윤하 - 백만송이 장미


Melanie Safka - Unchained Melody


Rod Stewart - Forever Young


FAUN "Tanz mit mir" (Duett mit Santiano)


FAUN - Federkleid


Faun - Walpurgisnacht (Director's Cut)


Luc Arbogast - Game Of Thrones - Main Title Theme


Luc Arbogast - Nausicaa (La Moldau)


Russian Rammstein - Du Riechst So Gut


MELANIE SAFKA Dust in the Wind


Paganini: Violin Concerto No.1


KITARO - Lady of Dreams


Frederik Chopin - Mariage D'amour


Secret Journey - OMAR AKRAM


Love Song Beautiful Chinese Song


Chinese Bamboo Flute - Sad Music Instrumental That Will Make You Cry | Ancient Sad And Romantic



"Miss You" (Sad Piano Song) by Michael Ortega


Mean Mary on fast banjo - Iron Horse


Aprecie também "Café no bule com música" 1 ao 20:

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2014/10/cafe-no-bule-com-musica.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2015/06/cafe-no-bule-com-musica-2.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2015/10/cafe-no-bule-com-musica-3.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2015/12/cafe-no-bule-com-musica-4.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2016/01/cafe-no-bule-com-musica-5.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2016/03/cafe-no-bule-com-musica-6.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2016/05/cafe-no-bule-com-musica-7.html

https://askatasunaren.blogspot.com.br/2016/06/cafe-no-bule-com-musica-8.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2016/09/cafe-no-bule-com-musica-9.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2017/02/cafe-no-bule-com-musica-10.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2017/05/cafe-no-bule-com-musica-11.html

https://askatasunaren.blogspot.com.br/2017/05/cafe-no-bule-com-musica-12.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2017/06/cafe-no-bule-com-musica-13.html

https://askatasunaren.blogspot.com.br/2017/08/cafe-no-bule-com-musica-14.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2018/07/cafe-no-bule-com-musica-16.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2018/09/cafe-no-bule-com-musica-17.html

https://askatasunaren.blogspot.com/2018/11/cafe-no-bule-com-musica-18.html

https://askatasunaren.blogspot.com/2019/01/cafe-no-bule-com-musica-19.html

https://askatasunaren.blogspot.com/2019/09/cafe-no-bule-com-musica-20.html 

Abraços

domingo, 24 de setembro de 2017

Para reflexão

    Resultado de imagem para judaism is not christianity

“O Judaísmo é Judaísmo porque rejeita o Cristianismo, o Cristianismo é Cristianismo porque rejeita o Judaísmo." 
Rabino Eliezer Berkovits, Romênia 1908, Israel 1992.

Abraços