"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador." - Eduardo Galeano

"O século 20 produziu uma espécie terrível de pessoas: a do homem que acredita realmente que é publicado nos jornais." - Oswald Gottfried Spengler

"A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência." - Adolf Hitler

"Quem vive da mentira deve temer a verdade!" - Friedrich Christian, Príncipe de Schaumburg Lippe

"A razão pela qual os homens são silenciados não é porque eles falam falsamente, mas porque eles falam a verdade. Isso porque, se os homens falam mentiras, suas próprias palavras podem ser usadas contra eles, enquanto se eles falam verdadeiramente, não há nada que pode ser usado contra eles, exceto a força." - John “Birdman” Bryant

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Frouxidão moral = decadência das nações

SIR JOHN GLUBB, o “Glubb Paxá”

          Resultado de imagem para Sir John Glubb

A melhor forma de descrever Sir John Glubb é como “Lawrence da Arábia – só que mais esperto”.

John Bagot Glubb nasceu em 1897, seu pai sendo um oficial regular dos Engenheiros Reais [do Exército Inglês].

Ele entrou na Academia Militar Real em Woolwich em setembro de 1914, e serviu junto aos Engenheiros Reais em abril de 1915. Em 1920 ele se voluntariou para servir no Iraque, mas em 1926 renunciou à sua posição e foi aceito num posto administrativo do governo iraquiano.

Em 1930, porém, ele assinou um contrato para servir no Governo Transjordaniano (atualmente a Jordânia). De 1939 até 1956 ele comandou a famosa Legião Árabe da Jordânia, que na verdade era o próprio exército jordaniano. Ele transformou essa força local no mais eficiente exército árabe da região. Apesar disso, ele acabou renunciando ao cargo quando a Jordânia se tornou independente da Inglaterra.

Após se aposentar, publicou 17 livros, a maioria sobre o Oriente Médio, e deu várias palestras na Inglaterra, EUA e Europa.

Ele faleceu em 1986, em Mayfield, Inglaterra.

O Ensaio

No seu ensaio, John Glubb chegou à conclusão que todos os Impérios – todos, independente de sua tecnologia militar, religião, valores, comunicações ou meio de transporte – passa por seis fases:

1) Erupção – um povo nas margens de um antigo Império, normalmente morto de fome, com poucas armas ou meios, de repente emerge e conquista o Império anterior. Esse povo é marcado por seu empreendedorismo, força de vontade, dureza, e, sobretudo, agressividade. Por não serem limitados por nenhuma educação formal, regras ou tradições, eles estão sempre dispostos a improvisar para chegar ao seu objetivo final: a vitória sobre o antigo império.

2) Era das Conquistas – após adotar os recursos do antigo império (sejam eles tecnologias  ou recursos materiais) o novo Império se expande, conquistando mais e mais territórios. Parece não haver limite para suas conquistas e vitórias. Eles próprios se sentem superiores aos outros povos, achando que seu sucesso é algo divino ou inerente a eles. A educação dos jovens é duríssima, disposta a transformar todos os garotos em futuros guerreiros para a nação – ou, como diríamos hoje, forçar todos, se não em espírito, pelo menos em capacidade física, a se tornarem "machos alfas".

3) Era do Comércio – agora o Império já está solidificado. Pouco a pouco, o foco dos mais jovens deixa de ser “honra e glória” para se tornar “ouro e lucro”. Ainda existe muito da antiga energia inicial dos fundadores para proteger o Império de qualquer outro povo que resolva se levantar, mas percebe-se que a educação e os objetivos saíram de “servir à Nação” para “servir o meu bolso”. A iniciativa e empreendedorismo deixam de ser bélicos, e se tornam mercantis.

4) Era da Abundância – essa fase representa o apogeu dessa sociedade. As riquezas do mundo parecem afluir a eles sem o menor esforço. Os mais ricos se veem com um problema: o que fazer com tanto dinheiro?

É aqui que, de fato, começa a ocorrer uma mudança na mentalidade desse povo:

a educação deixa de ser tão pesada como era. Procura-se formar burocratas, comerciantes e executivos para os postos mais lucrativos, não mais soldados ou guerreiros.

como existe mais dinheiro que coragem, procura-se comprar seus inimigos no lugar de lutar contra eles. Essa Era pode ser marcada pela entrada dos povos submetidos como soldados do Império.

o uso da guerra para defender a nação é considerado “imoral e primitivo”; “não é que nós tenhamos medo de lutar, mas sim, nós somos civilizados demais para lutar” é o pensamento dominante.

imigrantes de toda a parte do Império afluem para as suas maiores cidades, em busca de riqueza e de uma vida melhor, de certa forma “diluindo” a mentalidade original que formou o Império.

O autor nos diz que, por mais lealdade que tais imigrantes tenham ao Império, eles nunca estarão tão dispostos a colocar suas vidas e sua riqueza na reta para defendê-lo. Sem falar que sua presença acaba influenciando nas decisões dos líderes do império.

um “monumento” que marca essa Era é o Muro – para evitar o ataque de bárbaros, ou, como é atualmente, a entrada de estrangeiros ilegais. A nação saiu do ataque para a defesa, se tornou passiva.

5) Era do Intelectualismo – o começo do Fim

“Os barões da indústria e do comércio procuram fama e admiração, não somente ao se tornarem mecenas de obras de arte, música ou literatura. Eles também fundam e doam dinheiro para faculdades e universidades.

(…)

A ambição dos jovens, antes dedicada à obtenção de aventura e glória militar, e que depois se dirigiu para o acúmulo de riquezas, agora se volta para a aquisição de honras acadêmicas.”

Tem-se a impressão de que o Intelecto pode resolver todos os problemas – porém, quando chega a hora de agir, a nação e os diversos partidos e ideologias se envolvem numa discussão sem fim, e nada é feito. Visto de fora, o Império parece viver numa Era Dourada.

– mas, por dentro, ele está apodrecido.

6) Era da Decadência – o Império, quando está pronto para cair, é marcado por:

– Pessimismo.

– Materialismo.

– Frivolidade: o ídolo das multidões não é mais o general, o herói ou o santo: é o músico, o ator, ou o atleta.

– Relaxamento dos costumes e perda da moral: uma linguagem e comportamento mais chulo, normalmente divulgado pelos cantores “pop” de cada época, se torna comum entre o povo.

– a criação de um Estado de bem-estar social (ou assistencialista).

– generosidade para com todos os povos (distribuição de cidadania, criação de universidades e hospitais públicos por todo o Império etc).

– o surgimento de alguma forma de feminismo.

Nessa fase, é somente questão de tempo para que alguma nova raça surja e arrebata as riquezas, território, e cultura do antigo Império.

Essa é a fase em que estamos (mesmo que não estejamos no centro do “Império”).
________________________________________

Um exemplo: O Império Árabe

Vale a pena reproduzir a análise do autor sobre a fase da Decadência do Império Árabe, 11 séculos atrás:

“Na primeira metade do século IX, Bagdá desfrutou do seu apogeu como a maior e mais rica cidade do mundo. (…)

Os trabalhos dos historiadores daquela época ainda estão disponíveis. Eles deploravam profundamente a degeneração dos tempos em que viveram, enfatizando principalmente a indiferença em relação à religião, o materialismo crescente e a frouxidão da moral.

Também lamentaram a corrupção dos oficiais do governo, e o fato de que os políticos pareciam sempre acumular grandes fortunas quando estavam no poder.

Eles comentaram amargamente sobre a extraordinária influência que os cantores populares tinham sobre as massas, principalmente as mais jovens, o que levou a um declínio moral.

Os cantores ‘pop’ de Bagdá daquela época acompanhavam suas canções eróticas com o alaúde, um instrumento que lembra o moderno violão. Na segunda metade do século X, como resultado, muita linguagem sexual e obscena se tornou de uso comum, tal que não seria tolerada tempos atrás. Muitos califas assinaram ordens banindo esses cantores ‘pop’, mas poucos anos depois eles retornavam.

Um aumento na influência das mulheres nos negócios públicos também é associado com o declínio da nação. (…) No século X, uma tendência parecida foi observada no Império Árabe, com mulheres exigindo admissão em profissões antes reservadas somente aos homens. Ibn Bessam, um dos historiadores daquela época, escreveu: “O que as profissões de escriturário, coletor de taxas ou pregador têm a ver com as mulheres? Tais ocupações foram sempre limitadas aos homens.” Muitas mulheres estudaram as leis, enquanto outras conseguiram postos de professoras universitárias.

Logo após esse período, o governo e a ordem pública entraram em colapso, e invasores estrangeiros tomaram o país. O aumento na violência e confusão tornou perigoso para as mulheres andarem desacompanhadas na rua, o que levou esse movimento ao colapso. (…) Quando eu li essa descrição da Bagdá do século X, eu mal podia acreditar nos meus olhos.

Disse pra mim mesmo: “só pode ser uma piada!” Essa descrição podia ter saído do Times [jornal inglês] de hoje. A semelhança nos detalhes era especialmente inacreditável – o declínio do Império, o abandono da moral, cantores ‘pop’ com seus alaúdes (ou guitarras), a invasão das mulheres no mercado de trabalho, a semana de cinco dias úteis.” 

Preciso comentar algo mais?

Assim, John Glubb calculou o ciclo de vida dos impérios em aproximadamente 250 anos, ou dez gerações, como o gráfico abaixo mostra:



Outro detalhe: ele mostrou que a queda dos Impérios varia imensamente, dependendo das forças externas a ele, dos grupos de pressão a volta de Império.

Alguns continuaram existindo após o final do seu ciclo de vida, mas em estado quase permanente de guerra civil e arruaça (como o Romano do Ocidente); e outros, simplesmente tiveram uma troca de cadeiras de um mestre para o outro, como o Império Mameluco do Egito.

Minha impressão é de que o Império Norte-Americano acabará devido à estagnação econômica e financeira, se mantendo como nação soberana, mas perdendo gradualmente sua influência e poder no mundo. Um final triste, digno de um doente terminal, por décadas vivendo em estado vegetativo.

Existem vários pontos nesse estudo de Glubb Paxá que podem nos ajudar, principalmente a entender os tempos atuais, e nos prepararmos para sobreviver à inevitável queda do Império dos EUA.

Vejo três pontos principais:

1) A ERA DA DECADÊNCIA É GLOBAL

Nem preciso mais bater nesse ponto – todos nós sabemos que estamos numa fase de decadência. A grande diferença em relação a todos os impérios do passado é que essa decadência é GLOBAL.

A grande sabedoria do Império Norte-Americano foi, após ter estabelecido suas fronteiras, ter percebido a futilidade de ter domínios ultramarinos. No lugar de buscar subjugar todos os povos do mundo, ele simplesmente moveu as peças nas diversas nações para que seus líderes fossem favoráveis a ele sem o necessário desgaste de uma ocupação armada. O Plano Marshall foi mais eficiente para tornar a Europa pró-EUA e capitalista que qualquer divisão do General Patton.

Fora a Europa Ocidental, os grandes aliados/adversários amigáveis dos EUA são:

– a Coreia do Sul
– o Japão

Porém, tirando a Coreia do Sul, todos esses outros países estão passando por crises:

– a Europa Ocidental passa por uma crise financeira iniciada nos EUA, mas longe de acabar;

– o Japão se dirige a um “harakiri populacional”, com menos e menos jovens dispostos a pagar o “preço” para se casarem com uma mulher japonesa; e, ao mesmo tempo não sabendo desarmar o extremo preconceito contra o estabelecimento de estrangeiros, mesmo que da mesma etnia que eles. Prevê-se que, no próximo século, o número de japoneses irá cair pela metade, e em 1.000 anos, se extingüirá a raça japonesa.



Gráfico da Univ. de Tohoku mostrando o número de nascimentos no Japão nos próximos 1.000 anos.

Ou seja, quase todas as nações que desfrutaram diretamente da prosperidade do império norte-americano se encontram envolvidas em problemas econômicos e populacionais os quais não conseguem solucionar.

Um detalhe que esqueci de colocar no texto é: se seguirmos a regra dos 250 anos do autor, e contarmos o início do Império Americano como sendo o ano 1776 (ano da Independência dos EUA), chegaremos ao último ano como: 1776 + 250 = 2026.

2) O FEMINISMO É CONSEQUÊNCIA, NÃO CAUSA DA DECADÊNCIA

Como mostrado por sir John Glubb, o feminismo somente surge na fase final da vida de um Império, quando os seus cidadãos se encontram fracos demais para se opor a ele. É quase como se, devido à fraqueza dos homens nativos desse país, as mulheres resolvessem ocupar o espaço – uma última tentativa desesperada de colocar ordem no barco antes do colapso final. (Feminismo é agravante e não uma tentativa de salvação)

Em todos os exemplos do passado, quando um povo se tornava fraco demais para defender o próprio território, outro povo mais viril e duro se erguia e tomava tudo – impondo seus costumes e leis ao antigo Império.

Num Império globalizado, quais são os povos com força e vontade, e principalmente virilidade, para tomarem o lugar da nação decadente?

Permitam-me um exercício de futurologia (Parece que o autor do exercício ignora os personagens nos bastidores da História, como se tudo acontecesse ao acaso):

Na Europa

– a Rússia: enquanto ela continuar nas mãos de um governante forte, e o povo russo não perder as suas características de auto-sacrifício, senso do dever e perseverança, ela poderá ser a nova Senhora da Europa.

Não acreditem nesses relatos que dizem que a Rússia está totalmente marginizada; isso só aconteceu nos grandes centros ocidentalizados, como Moscou e São Petersburgo.

– o Islã: já estamos cheios de ler relatos sobre jovens muçulmanos tentando implementar a sharia em seus bairros, na Europa. De como o número de estupros na Suécia aumenta – sempre envolvendo imigrantes que não se adequam, e nem querem se adequar, à cultura do país que os recebeu.

Altas taxas de natalidade, mais subsídios do governo, mais crise econômica e falta de empregos, e ainda mais uma cultura impermeável às influências externas, resulta numa bomba-relógio pronta para explodir. E os europeus ignoram o problema… Quanto tempo até a situação sair finalmente do controle?

Na Ásia: 

– a China: Preciso explicar alguma coisa?

Fora essas nações, ainda temos, como potências regionais, a Índia, a África do Sul e nós mesmos, na América Latina. Cada um desses países poderá mudar sua “lealdade” a uma das novas superpotências que surgirão dependendo dos seus objetivos no futuro.

De qualquer forma, seria muito bom se os europeus e norte-americanos se preparassem para o futuro que os ameaça… da mesma forma que nós devemos nos preparar.

3) TEMOS QUE REUNIR AS MELHORES CARACTERÍSTICAS DE CADA ERA SE QUISERMOS SOBREVIVER E PROSPERAR

No seu ensaio, John Glubb fala: “O sentimento de dever e de iniciativa não poderiam ser cultivados em paralelo com o desenvolvimento intelectual e as descobertas da ciência?”

Nós sabemos muito bem que, como uma sociedade, trazer de volta os “bons e velhos tempos” é impossível. Fazer com que a educação da garotada seja novamente rígida, que a moral e os costumes voltem aos anos 50 é inadmissível para a maioria das pessoas – principalmente na sede do Império.

Depois de algumas décadas de liberdade que virou libertinagem, alguém realmente acredita que a sociedade, como um todo, aceitará esse “retrocesso”? Se algum dos confrades acredita nisso, tenho péssimas notícias…

Resta somente a nós atingirmos esse ideal que Glubb sustenta ser a saída para os impérios decadentes. E, de certa forma, eu sinto que vários confrades já fazem isso:

– manter a honra pessoal e o senso de dever para com suas famílias e amigos;

– buscar o desenvolvimento pessoal em vários campos: físico, intelectual, talvez até no religioso;

– muitos de nós são empreendedores ou buscam a saída mais pragmática e segura para esses tempos de decadência e insegurança econômica. Mas, independente do caminho escolhido – conseguir a independência financeira e a prosperidade.

“A decadência é da sociedade, não do indivíduo” (começa no indivíduo e se replica). Ele relata sobre cidadãos do Império que, emigrando para outros países, logo fugiram do sentimento de derrota e pessimismo de suas nações, e se tornaram iguais ou melhores do que os nativos.

A diferença é que, como o Império é globalizado, é de pouco efeito trocarmos um país por outro; com exceção dos poucos que ainda mantém uma atitude viril (Rússia, China e o Islã) para onde formos encontraremos os mesmos problemas, em graus variados. Sem falar que os três países citados possuem uma cultura muitíssimo diferente da nossa…

O jeito, enquanto o Império não decai completamente, é mantermos nosso comprometimento conosco e com nossos ideais. Aumentarmos nossas vitórias em todos os campos do nosso desenvolvimento pessoal: o físico, o econômico, o intelectual e o de caráter. E assim evitarmos que o pessimismo e a decadência que tomará conta da sociedade se reflita em nós mesmos.

E por que não seríamos vitoriosos? Afinal, se a decadência está globalizada e internacionalizada, a resistência a ela também está.

Fontes: https://naturezafeminina.files.wordpress.com/2017/06/guerra-method.pdf, págs. 199 até 204, e http://refletren.blogspot.com.br/2015/11/o-destino-dos-imperios.html

O esquema: existe a atual sociedade (tese) que é confrontada com o relativismo da moral, dos fatos, dos valores e da verdade (antítese); nesse embate surge uma nova mentalidade (nova não é sinônimo de melhor), nova visão das mesmas coisas, gerando uma nova ou outra sociedade (síntese). Ordo ab chao.

Não existe civilização sem base na verdade. E o relativismo (da moral, da verdade ...), é o primeiro passo para a degeneração, decadência e queda de indivíduos, de povos, nações ou impérios. 

Abraços

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Café no bule com música 13

DOM LA NENA - LLEGARÉ


DOM LA NENA - GOLONDRINA


TUNACOLA - Guachita


Gisela | Antigamente

Light in Babylon - Ya Sahra


Light in Babylon - Baderech El Hayam


Bramatopin - Es Caulets


Ay triste que vengo (Cancionero de Palacio, España, S XV-XVI)


Se Canta - Imne d'Occitania


ALIDE SANS - Sò Jo


ALIDE SANS - Sò Jo


ALIDE SANS - Aqueres Montanhes


Yanni-Yanni Arabic music-موسيقي ياني


Peter Crowley - Illusion


Ivan Torrent - Icarus (feat. Julie Elven)


Skrewdriver - One in a Million


LA TALVERA - Lo meu país


Mon País, versão em francês


Val d'Aran Nadau


Skoll - La nave dei sogni infranti


Cantiga nº77 de Alfonso X el Sabio


Arrival To Earth-Steve Jablonsky


Steve Jablonsky - Arrival to Earth (Transformers OST)
Smolny Cathedral, St. Petersburg, Russia
Conductor - Igor Ponomarenko


Danse de l' Ours - Traditional french melody


Danse de l' Ours - Traditional french melody


Ay linda amiga!. Anónimo. Cancionero de Palacio, século XVI


Annwn - Palästinalied


Fferyllt - 'Yule' 'Йолль'


José Lemos Countertenor "Gerineldo"


José Lemos Countertenor "Puncha, Puncha"


"Notte amica" (Hasse) - Max Emanuel Cencic, Armonia Atenea, George Petrou


José Lemos contratenor em "Los caminos de Sirkedji"


Aprecie também "Café no bule com música" 1 ao 12:

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2014/10/cafe-no-bule-com-musica.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2015/06/cafe-no-bule-com-musica-2.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2015/10/cafe-no-bule-com-musica-3.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2015/12/cafe-no-bule-com-musica-4.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2016/01/cafe-no-bule-com-musica-5.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2016/03/cafe-no-bule-com-musica-6.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2016/05/cafe-no-bule-com-musica-7.html

https://askatasunaren.blogspot.com.br/2016/06/cafe-no-bule-com-musica-8.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2016/09/cafe-no-bule-com-musica-9.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2017/02/cafe-no-bule-com-musica-10.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2017/05/cafe-no-bule-com-musica-11.html

https://askatasunaren.blogspot.com.br/2017/05/cafe-no-bule-com-musica-12.html

Abraços 

Banhos na Idade Média

Limpo como na Idade Média, época que cultuou a higiene

A higiene não é uma descoberta dos tempos modernos, mas “uma arte que o século de Luiz XIV menosprezou e que a Idade Média cultuou com amor”, escreveu a historiadora Monique Closson, autora de numerosos livros sobre a criança, a mulher e a saúde no período medieval.

No estudo de referência “Limpo como na Idade Média”, a historiadora mostra com luxo de fontes que desde o século XII são incontáveis os documentos como tratados de medicina, ervolários, romances, fábulas, inventários, contabilidades, que nos mostram a paixão dos medievais pela higiene. Higiene pessoal, da cozinha, dos talheres, etc.


Um dos mitos em andamento perpetuados sobre a Idade Média européia e a Renascença é que eram períodos fétidos de mau cheiro na história em que nem os Reis nem os camponeses se banhavam - isso é um equívoco. Não só os europeus medievais lavar-se, mas banhos era até mesmo uma atividade recreativa em alguns ambientes. Mesmo na França!
Fonte: http://mindhost.tumblr.com/post/127233826512/bathing-in-the-middle-ages

As iluminuras dos manuscritos são documentos insubstituíveis onde os gestos refletem o “clima psicológico ou moral da época”.

O zelo pela higiene veio abaixo no século XVI, com a Renascença e o protestantismo.

Milhares de manuscritos, diz Closson, ilustram o costume medieval.

Bartolomeu o inglês, Vicente de Beauvais, Aldobrandino de Siena, no século XIII, com seus tratados de medicina e de educação “instalaram uma verdadeira obsessão pela limpeza das crianças”.

Eles descrevem todos os pormenores do banho do bebê: três vezes ao dia, as horas, temperatura da água, perto da lareira para não pegar resfriado, etc..

As famosas Chroniques de Froissart, em 1382, descrevem a bacia no mobiliário do conde de Flandes, de ouro e prata. As dos burgueses eram de metais menos nobres e as camponesas em madeira.

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Estas estruturas, que se assemelhavam em parte aos banhos romanos, eram equipadas com tanques cheios de água aquecida com fogo de lenha e "palco", salas semelhantes às nossas próprias saunas; os banhos públicos medievais, ao contrário dos antigos banhos romanos, não eram considerados como lugares de encontro e reunião onde se pode conversar e socializar com outros, mas apenas como um objetivo quase obrigado a ser mais limpo e saudável, visto que seu uso também deve servir, era esperado, para afastar a doença. Os banheiros na Idade Média tinham de fato também uma função curativa e muitos médicos os prescreveram a todos aqueles pacientes que, na sua opinião, precisavam de terapias baseadas no calor e na umidade. Na gravura, sanitários públicos na Borgonha medieval, centro da França. Homens e mulheres são lavados juntos, os mais ricos comem enquanto se banham.
Fonte: http://www.pilloledistoria.it/3279/medioevo/i-bagni-pubblici-nel-medioevo-luoghi-pulizia-incontri-proibiti?lang=en

A Idade Média atribuía valor curativo ao banho, como ensinava Bartolomeu o Inglês no Livro sobre as propriedades das coisas.

Na idade adulta os banhos eram quotidianos. Os centros urbanos tinham banhos públicos quentes copiados da antiguidade romana. Mas era mais fácil tomar banho quente todo dia em casa.

Na época carolíngia os palácios rivalizavam em salas de banho com os monastérios, que muitas vezes tinham ambulatórios para doentes e funcionavam como hospitais.

Em Paris, em 1292, havia 27 banhos públicos inscritos. São Luis IX os regulamentou em 1268.

Nos séculos XIV e XV, os banhos públicos tiveram um verdadeiro apogeu. Bruxelas, Bruges, Baden, Dijon, Digne, Rouen, Strasbourgo, Chartres ... grandes ou pequenas as cidades os acolhiam em quantidade.

Eram vigiados moral e praticamente pelo clero que cuidava da saúde pública. Os hospitais mantidos pelas ordens religiosas, eram exímios e davam o tom na matéria.

Public Bathhouse
Em seu livro "Clean: A History of Personal Hygiene and Purity" Virginia Smith explica: "No século XV, banhos festivos em muitos balneários da cidade parece ter sido tão comuns como sair para um restaurante tornou-se quatro séculos mais tarde. As gravuras de banho alemãs do século XV costumam caracterizar a casa de banhos da cidade, com uma longa fila de casais banhando-se nus com uma refeição em banheiras, muitas vezes várias para uma mesma banheira, com outros casais vistos sorrindo em camas no meio da distância."
Fonte: http://www.medievalists.net/2013/04/did-people-in-the-middle-ages-take-baths/

Regulamentos, preços, condições, etc., tudo isso ficou registrado em abundantes documentos, diz Closson.

Dentifrícios, desodorantes, xampus, sabonetes, etc., tirados de essências naturais, são elencados nos tratados conhecidos como ervolários feitos nas abadias.

Historiadores como J. Garnier descreveram com luxo de detalhes os altamente higienizados costumes medievais.

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Gravura com registro de uma casa de banho em Aachen, Alemanha, 1682. Duzentos anos após o término da Idade Média, o banho dos europeus ainda era bem presente.

As estações termais também eram largamente apreciadas. Flamenca, romance do século XIII faz o elogio da estação termal de Bourbon-l’Archambault. Imperadores, príncipes, ricos-homens os freqüentavam na Alemanha, Itália, Países Baixos, etc.

A era do ensebamento começou com o fim da Idade Média e durou até o século XX, conclui Monique Closson.

Ao menos até que os movimentos hippies, ecologistas, neo-tribais, etc. voltaram a pôr na moda andar sujo, em barbear, vestido com blue-jeans e outras peças que estão ou fingem estar em farrapos ou com manchas, que vemos todos os dias na rua, nos transportes, aulas e locais de festa!

Fonte: https://idademedia.wordpress.com/2009/01/09/limpo-como-na-idade-media-epoca-que-cultou-a-higiene/

Original: http://medieval.mrugala.net/Bains/Bain%20au%20Moyen%20Age.pdf

Para saber mais: http://larsdatter.com/baths.htm

Cleanliness, Personal Hygiene & Bathing - BATHING - DEODORANT - SOAP - PERFUME
http://rosaliegilbert.com/cleanliness.html

Tubbed and Scrubbed An overview of bathing in the Middle Ages by Master Giles de Laval
http://www.florilegium.org/?http%3A//www.florilegium.org/files/PERSONAL/Tubd-a-Scrubd-art.html

A Short History of Bathing before 1601: Washing, Baths, and Hygeine in Medieval and Renaissance Europe, with sidelights on other customs
http://gallowglass.org/jadwiga/herbs/baths.html

Bedrooms, Bathing, and what did they do without indoor plumbing?
http://www.medieval-castles.net/castle_architecture/garderobes.htm

Bathing during the Middle Ages
http://www.medieval-life.net/bathing.htm

A Igreja Católica: Construtora da Civilização (completo e legendado):


Canal no YouTube de Paulo Leitão de Gregório:
https://www.youtube.com/user/PauloDeGregorio/videos

Assim como Thomas Woods, Paulo Leitão de Gregório, são ex-protestantes que se converteram ao Catolicismo.

O Mito da Inquisição Espanhola - legendado:


Vídeo com esclarecimentos do professor Felipe Aquino contra as mentiras sobre a Inquisição. Um fato é que a confeitada Revolução (judaico-maçônica) Francesa em 10 anos matou mais só em sacerdotes católicos que a Inquisição Católica em longos 6 séculos de sua existência:


Abraços

Desmascarando a Nova Ordem Mundial

Um Plano Judaico de Dominação Mundial

       

http://henrymakow.com/2015/12/rulers-of-their-destiny.html

Um artigo publicado no Paris Review, Le Contemperain de 1º de Julho de 1880, intitulado 'Um Relato por John Readcliffe dos Eventos Político-Históricos Registrados nos Últimos 10 Anos' propunha ser uma conferência dada por um grande Rabino, Reichorn, em um Segundo encontro do círculo interno dos líderes Judaicos em Praga, em 1869, sobre a tumba do grande Rabino, Simeon-ben-Jehuda. O documento é hoje difícil de encontrar.

Como de costume, os simpatizantes dos Judeus têm sido ligeiros em desacreditar o documento que é dito ser um protótipo para os Protocolos de Sião, embora seja totalmente diferente. Em “The Role of Conspiracy Theory in Shaping Modern History” (‘O Papel da Teoria Conspiratória em Moldar a História Moderna’), de 2009, David Aronowitch alega que John Retcliffe foi o pseudônimo de Hermann Goedsche cujo romance "Biarritz" contém um capítulo "No Cemitério Judaico de Praga" que forma a base de seu ultimo relato. Isso é similar a sua artificial desmitificação para “Os Protocolos” envolvendo Maurice Joly.

La Via France, número 214, relatou que Readcliff foi assassinado brevemente depois da publicação do discurso. O Judeu, Lisal, que lhe foi apresentado, morreu em um duelo. Eis aqui alguns excertos do texto, como editado por the Britons, 40 Great Ormond Street, Londres, Inglaterra, as pessoas que publicaram os Protocolos:

Citação:

"Nossos padres delegaram aos líderes escolhidos de Judá o dever de encontrarem-se pelo menos uma vez em cada século ao redor da tumba do grande mestre Caleb, o Rabino santo, Simeon-ben-Jehuda, cujos aprendizados foram transmitidos aos eleitos de cada geração, poder sobre todo o mundo e autoridade sobre todos os descendentes de Judá.

Já agora, por 18 séculos tem durado a Guerra do povo de Judá contra esse Poder que foi prometido a Abraão, mas que dele foi arrancado pela 'Cruz', pisado sobre os pés, humilhado por nossos inimigos, constantemente sob o medo de morte ou perseguição ou roubo e de violação de todos o gênero. O povo de Judá, porém, por nenhum meio sucumbiu. E se nós somos dispersos pelo mundo inteiro, é porque o mundo inteiro nos deve pertencer. Desde vários séculos atrás, nossos instruídos homens têm estado lutando bravamente e com a perseverança que nada pode destruir a 'Cruz'.

Nosso povo está gradualmente chegando ao topo e a cada dia nosso poder aumenta. A nós pertence o deus de hoje, que Aarão nos construiu no deserto; esse bezerro de ouro, que é o deus universal dos dias atuais. Desde o momento quando deveríamos ter feito de nós os únicos possuidores de todo ouro do mundo, o real poder passaria a nossas mãos, e então deveriam estar cumpridas as promessas feitas a Abraão. O ouro é o maior poder no mundo (1). O ouro, que é força, recompense, e os meios para todos os prazeres, tudo que o homem teme e cobiça; ali você tem o mistério; o profundo conhecimento do espírito que governa o mundo; ali você tem o futuro. Dezoito séculos pertenceram aos nossos inimigos, mas o presente século e os futuros séculos deverão nos pertencer, o povo de Judá, e seguramente nos pertencerá.(por isso a substituição dos nobres, dos homens de virtude pelo homo economicus. Estão todos tão entranhados nisso que não se dão mais conta do fato, nem percebem que precisam sair dessa situação. Como bem alerta Cristo: "Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." Apocalipse 13:17)

O Anticristo segundo sua etnia:


Essa é a 10ª ocasião durante os 1.000 anos da incessante e feroz batalha contra nossos inimigos que se encontraram no cemitério, diante da tumba de nosso grande mestre Caleb, o Santo Rabino, Simeon-ben-Jehuda. Os líderes eleitos de Judá, no intuito de desenvolver meios de colocar a nosso favor os sérios erros e pecados que nossos inimigos, os Cristãos, estão sempre cometendo. Em cada ocasião, o novo Sinédrio proclamou e pregou a luta sem misericórdia contra esses inimigos. Mas em nenhum dos séculos precedentes nossos ancestrais tiveram êxito em concentrar em nossas mãos tanto ouro e, desta forma, tanto poder como no século XIX, que foram os anos de 1800, que quase já passaram. Nós podemos, portanto, nos elogiar sem medo de nos enganar, que nós obtivemos nosso objetivo e podemos olhar com confiança para o futuro. Os tempos de perseguição e humilhação, aqueles tempos sombrios e dolorosos, que o povo de Judá suportou com tal heróica paciência, felizmente se passaram graças ao progresso da civilização entre os Cristãos. E esse progresso é o melhor escudo por trás do qual podemos ocultar e trabalhar no intuito de limpar com firmeza e cadenciar o espaço que ainda nos separa de nosso objetivo final.

Vamos simplesmente lançar nossos olhos sobre o estado material da Europa e examinar os recursos que os Judeus conseguiram coletar desde o início do presente século, somente pela concentração em nossas mãos do vasto capital que controlamos hoje nesse momento. Assim, em Paris, Londres, Viena, Berlim, Amsterdam, Hamburgo, Roma, Nápoles etc., e entre os Rothschilds por toda a parte, os Judeus são os mestres da situação financeira pela posse de vários milhares de milhões. Isso, sem contra que em cada localidade de medida de secundária ou terciária importância, há aqueles que mantêm fundos em circulação e em toda parte sem os filhos de Judá, sem sua direta influência, nenhuma transação financeira, nenhum trabalho importante pode ser realizado.

Hoje, todos os imperadores, reis e príncipes reinantes são esmagados pelas dívidas contraídas para a manutenção de imensos exércitos permanentes para empurrá-los até seus tronos rasgados. O mercado financeiro calcula e regula essas dívidas e nós somos, em uma grande medida, os mestres do mercado financeiro por toda parte. Nós devemos estudar, portanto, para encorajar esses empréstimos mais e mais de forma que possamos nos tornar os únicos controladores de todos os mercados e, tanto quanto possível, tomar para si como proteção ao capital que temos abastecido os países a exploração de suas estradas de ferro, minas, florestas, fundições, fábricas; desta forma, o próprio estado e o controle da tributação.

O 666 e a marca judaica:


A agricultura sempre permanecerá a grande fonte de riqueza em todos os países. A posse de grandes propriedades carrega consigo honra e influência para os proprietários. Segue-se, então, que nossos esforços deveriam ser dirigidos em fazer dos Judeus ímas de imensos territórios. Nós devemos, portanto, apressar o desmanche dessas grandes propriedades para que possamos adquiri-los muito mais rápida e facilmente. Sob a pretensão de ajudar as classes trabalhadoras, devemos colocar todas as taxas sobre os grandes proprietários. E quando essas propriedades devessem cair em nossas mãos, todos os trabalhadores e proletariado cristão se tornará para nós a fonte de imenso ganho.

Pobreza é escravidão, disse um poeta. O proletariado é o mais humildes servo da especulação. Mas opressão e influência são os mais humildes servos da mente que inspira e estimula a esperteza. Quem, então, recusará aos filhos de Judá a inteligência, prudência e perspicácia? Nosso povo é ambicioso, orgulhoso e ganancioso por prazer. Onde há luz, há também sombra. E não é sem razão que o nosso deus deu ao seu povo escolhido a vitalidade da serpente, a esperteza da raposa, a visão do falcão, a memória do cachorro, a solidariedade e o instinto gregário do castor. Nós nos desenvolvemos no cativeiro da Babilônia e nos tornarmos poderosos. Nossos templos foram destruídos e reconstruímos milhares de templos em seu lugar. Durante 18 séculos nós fomos escravos e no presente século ascendemos sobre todos os demais povos.

É dito que inúmeros de nossos irmãos de Judá foram convertidos e batizados como Cristãos. O que importa? Os batizados podem tornar-se muito úteis para nós. Eles podem se tornar nossos auxiliares para marchar até novos horizontes, que ainda nos são desconhecidos. Pois esses convertidos ainda nos pertence apesar do batismos de seus corpos, seu espírito e sua alma sempre permanecerá fiel a Judá. Em um século não haverá filhos de Judá que desejem ser cristãos, mas, ao reverso, cristãos que afluirão para nossa fé (2). Mas, então, Judá os repelirão com desdém. A Igreja Cristã sendo uma de nossos mais perigosos inimigos, nós devemos trabalhar com perseverança para enfraquecer sua influência. Nós devemos enxertar tanto quanto possível sobre a inteligência daqueles que professam a religião cristã, idéias de liberdade de pensamento, de dúvida, de cisma (3) e provocar disputas religiosas. Assim, naturalmente provocar divisões em seitas do Cristianismo; naturalmente devemos começar por desacreditar os ministros de sua religião. Vamos declarar Guerra aberta sobre eles; sugerir suspeitas como sua devoção de sua vida privada e ridicularizá-los e zombá-los. Nós devemos obter o melhor da consideração ligada ao estado e ao figurino.

O inimigo natural da igreja é a luz que vem da instrução e é o inevitável resultado de uma multiplicação de escolas. Vamos nos preparar para ganhar influência sobre os jovens pupilos. A idéia de progresso carrega consigo a igualdade de todas as religiões que, em sua volta, conduz à supressão na escola de lições de Cristianismo. Os Judeus, pela sutileza e aprendizado, obterá sem dificuldade cadeiras e posições como professores nas escolas cristãs. Por esses meios, a educação religiosa sera deixada ao círculo familiar e, como em muitas famílias, não haverá tempo para cuidar desse ramo de instrução. O espírito religioso enfraquecerá, pouco a pouco, e desaparecerá completamente. (acaso não vemos isso hoje?)

Cada guerra, cada revolução, cada choque político ou religioso, que vem a suceder no mundo Cristão traz mais próximo o momento em que nós deveremos obter o objetivo rumo ao qual estamos pressionando. Comércio e especulação, dois fatores férteis de vasto ganho, nunca devem estar fora das mãos dos Judeus. E, primeiro de tudo, devemos fazer um monopólio de álcool, manteiga, pão e vinho. Através disso, nós deveremos nos tornar os mestres absolutos da agricultura e de a inteira posição econômica rural. Nós deveremos ser os distribuidores de milho em tudo. Mas se uma certa quantidade de descontentes devesse suceder ascendendo da miséria do proletariado, seria fácil atirar a responsabilidade no governo.

Todos os cargos públicos devem ser abertos aos Judeus, e uma vez instalados, nós deveremos saber como penetrar direto na origem da genuína influência e poder. Isso, por meio da atividade e astúcia e nossos bajuladores. É de ser entendido que tudo isso somente se aplica às posições de honra e poder e privilégio, pois como recompensas àqueles cargos que requerem conhecimento, trabalho e problema, essas devem ser deixadas aos Cristãos. A magistratura é para nós uma instituição de primeira importância.

A carreira de advogado, mais do que qualquer outra, desenvolve a faculdade de civilização e mantém-se em contato com os negócios de nossos inimigos naturais, os Cristãos. E é por conta disso que nós somos capazes de deixá-los a nossa misericórdia. Por que os Judeus não deveriam se tornar ministros de instrução pública quando eles supostamente controlarem os cargos de finanças? Os Judeus devem também aspirar aos postos dos legisladores de forma que eles possam trabalhar destruindo as leis feitas pelos gentios, pecadores infiéis; contra os filhos de Judá, que são os únicos fiéis pela constante obediência das leis de Abraão. Em relação ao restante desse assunto, nosso plano é um plano de sucesso completo em progresso, pois, por quase toda parte, reconheceu-se e consentiu-se os mesmos direitos de cidadania aos Cristãos. Mas o que é importante obter e que deve ser objeto de nosso constante esforço é uma lei menos severa sobre a falência. Nós deveremos torná-la uma mina de ouro, mais rica do que já foram as minas da Califórnia.

O povo de Judá deve dirigir suas ambições rumo ao alto grau de poder de onde fluem preferências e honras. O caminho mais efetivo de obter êxito é ter uma firme mão sobre todas as associações: industriais, financeiras e comerciais. Ao mesmo tempo, resguardando-se cuidadosamente contra qualquer armadilha ou tentação que poderia nos expor a processos legais. Nós devemos nos conduzir, portanto, com esses tipos de especulações, com essa cautela e tato que marcam nossa especial atitude para os negócios.

Devemos ser estrangeiros para tudo que merece uma posição de distinção na sociedade: filosofia, medicina, direito, música, política, economia. Numa palavra, todos os ramos da ciência, da arte e da literature são um campo vasto. Onde o sucesso deve nos tornar muito importantes e exibir nossa atitude. Esses ambientes são inseparáveis da especulação. Assim, uma composição musical, não importa se medíocre, nos dará uma desculpa plausível para preparar um pedestal, envolvendo com uma auréola o Judeu que foi o autor. Quanto às ciências, medicina e filosofia, eles deveriam também formar parte de nosso domínio intelectual. Um doutor é iniciado nos segredos familiares mais íntimos, e tem como tal em suas mãos a saúde e a vida de nossos inimigos mortais, os Cristãos.

Nós devemos encorajar os casamentos entre Judeus e Cristãos. Pois o povo de Judá, sem arriscar perder o contato, não pode senão ganhar por essas alianças. A introdução de uma pequena gota de sangue impuro em nossa raça, escolhida por Deus, não poderia por qualquer meio corrompê-la, e nossos filhos e filhas suprirão por esses casamentos alianças com as famílias Cristãs na posse de alguma promoção e poder.

Em troca de dinheiro que nós deveremos dar, é justo que nós devamos obter o equivalente em influência sobre aqueles que nos cercasse. Essa linhagem com os Cristãos não impõe qualquer desvio do curso que nós traçamos. Pelo contrário, com um pouco de diplomacia, isso nos tornará, de alguma maneira, soberanos de seu destino. É desejável que os Judeus devessem se abster de ter mulheres de nossa santa religião como amantes e que eles devessem escolher para esse papel entre virgens Cristãs. Trocar o sacramento do matrimônio numa Igreja por um simples contrato diante de alguma autoridade civil seria um assunto de grande importância para nós; pois a partir daí as mulheres Cristãs fluiriam para nosso campo.

Se o Ouro é o primeiro poder nesse mundo, o segundo sem dúvida nenhuma é a Imprensa. Mas o que pode o segundo sem o primeiro? Na medida em que nós não possamos perceber tudo que já foi dito e planejado sem a ajuda da Imprensa, por conseguinte nosso povo deve dirigir todos os diários em cada país. A posse do ouro e a esperteza em usá-lo para untar a palma das mãos daqueles abertos ao suborno nos tornará árbitros da opinião pública e nos dará domínio sobre as massas.

Avançando desta forma, passo por passo nesse caminho, e com a perseverança que é nossa grande virtude, nós deveremos recuar os Cristãos e aniquilar sua influência. Nós deveremos ditar ao mundo naquilo que eles deveriam ter fé, o que eles devem honrar e amaldiçoar. Talvez alguns indivíduos se prepararão contra nós e nos condenarão e amaldiçoaram; mas as massas dóceis e ignorantes nos escutarão e tomarão nosso lado.

Uma vez mestres absolutos da imprensa, nós deveremos ser capazes de alterar a nosso gosto todas as idéias de honra, virtude, sinceridade de caráter, e fazer o primeiro ataque e quebrar o primeiro golpe naquela instituição, até aqui secreta, nomeadamente, vida familiar; e assim realizar sua destruição. Nós deveremos ser capazes de apagar a crença e fé em tudo que nossos inimigos, os Cristãos, têm até aqui venerado. Então forjando para nós como uma arma o cultivo das paixões, nós deveremos declarar guerra aberta sobre tudo que ainda é respeitado e venerado.

Permitam todos os precedentes serem entendidos e pontualmente registrados. E deixe cada filho de Judá absorver esses princípios. Então nosso poder crescerá como uma árvore gigante cujos ramos darão o fruto que é chamado riqueza, prazer, alegria, poder como compensação pelo repugnante estado pelo qual o povo de Judá passou por vários séculos.

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Artigo do jornal NYT de 1940 noticiando que a Nova Ordem Mundial fora prometida aos judeus. Fonte: http://tomatobubble.com/nwo_jews.html

Quando um dos nossos dá um passo à frente, deixe outro segui-lo de perto. Se um Judeu é saudado diante das cortes do país, deixe seu irmão vir como seu assistente; mas somente quando este último agir em concordância com as leis que Judá estritamente observou por tantos séculos.

Nosso povo é conservador, fiel às cerimônias religiosas e aos costumes passado pelas gerações por nossos ancestrais. Nosso interesse requer que pelo menos simulemos um zelo pelas questões sociais que são a ordem do dia; aqueles acima dos quais preocupam o aprimoramento das condições dos trabalhadores. Mas, em realidade, nossos esforços devem ser dirigidos a tomar posse desse movimento de opinião pública (p.e. a emancipação das classes trabalhadoras, o Movimento Trabalhista) e usá-los para manipular a política pública. A cegueira das massas, a facilidade com que elas são influenciadas pela eloqüência que, tão vazia quanto ruidosa … fez delas instrumento de adestramento e presas fáceis de besteiras e trapaças. Nós deveremos ser capazes de achar entre nosso povo aqueles que são capazes de falsificar o sentimento e comandar na mesma medida a eloqüência quanto sinceros Cristãos tenho-no em seu entusiasmo.

O sionismo e a farsa judaizante:


Nós devemos tanto quanto possível desviar o proletariado e submetê-los aos manipuladores das finanças. Através disso, nós deveremos fazer as massas ascenderem quando quisermos. Nós os empurraremos a insurreições e revoluções, e cada uma dessas catástrofes avança nossos interesses secretos e nos traz rapidamente mais próximos ao nosso grande objetivo, nomeadamente aquele de reinar sobre todo o mundo, como foi prometido ao nosso pai Abraão."

Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2016/12/um-plano-judaico-de-dominacao-mundial.html

Notas:
(1) Virtudes no lugar de ouro:
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/08/virtudes-no-lugar-de-ouro.html
Diamantes de sangue em Tel Aviv:
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/11/diamantes-de-sangue-em-tel-aviv.html
Ouro... Ah!, o ouro... :
https://desatracado.blogspot.com.br/2015/07/da-serie-alemanha-saqueada.html
(2) A heresia da judaização do Evangelho:
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/04/a-heresia-da-judaizacao-do-evangelho.html
Plano de 10 pontos para Judaizar a Igreja Católica:
https://askatasunaren.blogspot.com.br/2017/06/10-passos-para-heresia.html
Espírito de rebeldia:
https://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/espirito-de-rebeldia.html
(3) O Calvinismo é de origem judaica:
https://desatracado.blogspot.com.br/2015/08/o-calvinismo-e-de-origem-judaica.html
TV de Israel debocha do cristianismo:
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/08/tv-de-israel-debocha-do-cristianismo.html

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               Resultado de imagem para "Minha opinião dos cristãos sionistas? Eles são ESCÓRIA, mas não diga isso a eles. Precisamos de todos os IDIOTAS ÚTEIS que podemos obter no momento." Benjamin "Bibi" Netanyahu
"Minha opinião dos cristãos sionistas? Eles são ESCÓRIA, mas não diga isso a eles. Precisamos de todos os IDIOTAS ÚTEIS que podemos obter no momento." 
Benjamin "Bibi" Netanyahu

Abraços

10 passos para a heresia

Plano de 10 pontos para Judaizar a Igreja Católica

      
                         Arai Daniele e família.

O primeiro ponto reza: ‘Lembre-se que um só Deus fala a todos nós através do Antigo e do Novo Testamento’.
«O Judaísmo moderno, porém, não bíblico, mas talmúdico, abandonou o primeiro e recusa categoricamente o segundo.»

Segundo ponto: ‘Lembre-se que Jesus nasceu de mãe hebréia da estirpe de David e do povo de Israel, e que o Seu perene amor e perdão abraçam o Seu próprio povo e o mundo inteiro.’
«É bem verdade, mas para que os homens desse mundo se convertam.»

Terceiro: ‘Lembre-se que os primeiros discípulos, os apóstolos e os primeiros mártires foram hebreus.’  Sim, mas não fiéis ao Judaísmo.

Quarto: ‘Lembre-se que o mandamento basilar do Cristianismo de amar a Deus e o próximo, já proclamado no Antigo Testamento [que o Judaísmo abandonou] e confirmado por Jesus [que o Judaísmo recusa], deve vincular seja os cristãos seja os judeus em toda relação humana, sem nenhuma exceção.’ Mandamento obrigatório para todo homem, mas ao qual o Judaísmo não se considera vinculado e não pratica.  Aqui estamos em cheio na já citada ‘falaz impressão.’

Quinto: ‘Evite-se distorcer ou representar falsamente o Judaísmo bíblico ou pós-bíblico para exaltar o Cristianismo’. Mas este, dede o seu Fundador nunca precisou falsear nada, em especial para se exaltar a si mesmo. Nunca foi preciso, basta estudar um pouco a história.

Sexto: ‘Evite-se usar o termo judeu no sentido exclusivo dos inimigos de Jesus para nomear todo povo judeu’.

Sétimo: ‘Evite-se apresentar a Paixão de modo a transferir o ódio pela morte de Jesus a todos os judeus ou só aos judeus.  Só parte dos judeus de Jerusalém pediu a morte de Jesus, e a mensagem cristã foi sempre de que foram os pecados do gênero humano, figurados por aqueles judeus, nos quais todos têm parte, a levarem Cristo à Cruz’.

Oitavo: ‘Evite-se referir às maldições escriturais, ou ao grito da turba enfurecida: seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos, sem lembrar que este grito não deveria contar diante das palavras de peso infinitamente maior de Nosso Senhor: Pai perdoe-os, porque não sabem o que fazem’.

Nono: ‘Evite-se promover a supersticiosa noção que o povo judaico seja reprovado, maldito, reservado a um destino de sofrimentos’.

Décimo: ‘Evite-se falar dos judeus como se os primeiros membros da Igreja não tenham sido judeus’.”

(Arai Daniele, Segredo de Fátima ou Perfídia em Roma?, Editora Promissio, pp. 151-143)

Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2017/05/plano-de-10-pontos-para-judaizar-igreja.html

Quem é a prostituta do Apocalipse?


"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência."
1ª Timóteo 4:1, 2

Abraços

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Café no bule com música 12

Te Deum laudamus, Canto Gregriano - Inno


Goumari


Divine Mother ~ Sacred Earth


Dani and Lizzy - Dancing in the sky


Anima Christi (Alma de Cristo) Tradução - Música Católica em Latim


Credo Niceno Constantinopolitano cantado em Latim


VENI CREATOR SPIRITUS - Giovanni Vianini


Snatam Kaur - Earth Prayer - The Official Music Video


Pachelbel Canon in D Major - the original and best version


Kayah & Goran Bregović - Nie ma ciebie (Ederlezi)


أغنية تارقية جميلة جدا


Besa Kokedhima - Ederlezi


Tarhanin Teglla ( my love gone )


NICE TWAREG MUSIC 1


Sona Jobarteh - GAMBIA (Official Video)


Audiomachine - Guardians at the gate


Audiomachine - Unfinished Life


Athmane Bali - Amin Amin


ترهانين تقلا .. سُلاف ليبيا


kader bahou trhanm


Alexandro Querevalú - Apurimac


Last of the Mohicans - Main Title From. Mohicans


Les Filles de Illighadad - Erilegh Iflassak | Live Plus Près De Toi


Hello - le Adele as Gaeilge


♫ Scottish Gaelic Music - Oganaich Uir A Rinn M'fhagail ♫


Mo Ghille Mear (My Gallant Hero)


Kazakh Folk Song 2


Kazakh Folk Song


Krayzie Bone - Hard To Let Go


Paul Dinletir - The Return Of The Crown


Love Embroidery - Chinese Conservatory National Orchestra


CNY Music - 绣荷包 The Embroidered Purse


CNY Music - 金蛇狂舞 Dance of the Golden Snake


Golden Snake Dance Guzheng 金蛇狂舞


See You Again Zither/Guzheng Cover 古筝


MUSA - Chandelier(Sia) & Wrecking Ball Mash - Guzheng and Zhongruan with Backing track 古筝,中阮

EDERLEZI - MARIA DELIGIANNI


 قيتارة توارق


موسيقى تارقي


Aprecie também "Café no bule com música" 1 ao 11:

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Abraços

domingo, 28 de maio de 2017

Outro massacre inglês

O massacre esquecido (ou escondido?)

O que levou 400 mil famílias londrinas, logo após a declaração de guerra do Reino Unido à Alemanha nazi, a mandar matar os seus animais de companhia?

Joana Madeira Pereira

            
O massacre de 400 mil cães e gatos, durante quatro dias, em Londres, perpetrado pelos seus próprios donos, é um acontecimento esquecido da Segunda Guerra Mundial.

Dos períodos da História Contemporânea, é um dos mais conhecidos e estudados. Muitos dos eventos que decorreram durante da Segunda Guerra Mundial, das decisões políticas que influenciaram o curso dos eventos aos milhões de histórias pessoais e tragédias que deflagraram durante estes anos, já foram objeto de profundas análises e investigações, livros, filmes e reflexões pessoais. Os números do horror e das mortes já foram há muito contabilizados. Mas de entre os escombros, ainda continuam a surgir factos e elementos passíveis de darem mais forma e rigor aos acontecimentos terríveis que ocorreram durante este período negro da História. Um deles, agora contado no mais recente livro da historiadora inglesa Hilda Kean, decorreu durante quatro dias na cosmopolita Londres: assim que, a 3 de dezembro de 1939, o primeiro-ministro Neville Chamberlain anunciou, em direto na rádio BBC, que o Reino Unido havia declarado guerra à Alemanha nazi, milhares de britânicos fizeram filas de várias centenas de metros (a autora fala, por vezes, em meia milha, cerca de 800 metros), à porta das clínicas veterinárias, para darem uma injeção letal aos seus animais de estimação.

Em quatro dias, perto de 400 mil cães e gatos morreram, cerca de 25% da população de animais domésticos em Londres. Neste período, o estoque de clorofórmio esgotou e registou-se uma crise na gestão dos resíduos na capital inglesa.

Este procedimento coletivo, sem precedentes, foi voluntário, com o Governo britânico, os veterinários e as associações de proteção dos animais a pedirem calma ("calma"?!) às pessoas e a aconselharem contra estes atos de eutanásia. E aconteceu antes mesmo de os animais domésticos se tornarem figuras centrais no esforço de guerra, oferecendo assistência emocional e ajudando os seres humanos a sobreviver em cenários de combate e bombardeamento — contribuição que foi reconhecida, anos mais tarde, pelo próprio Governo britânico.

Hilda Kean, antiga responsável pelo departamento de História Pública do Ruskin College, Oxford, especializou-se em História Pública e Cultural e, mais particularmente, na história cultural dos animais. Com este livro, “The Great Cat and Dog Massacre”, resgata o acontecimento coletivo que marcou a primeira semana da guerra entre o Reino Unidos e a Alemanha e que acabou no esquecimento de todos.

Como se explica tal comportamento, perpetrado por tantos milhares pessoas? Kean explica que o medo de um ataque eminente dos nazis e a necessidade de se “fazer alguma coisa” para preparar a guerra, levou os britânicos a taparem as suas janelas com pesadas e escuras cortinas, a substituírem as flores dos seus canteiros domésticos por couves, a mandarem os seus filhos para o campo e, finalmente, a darem um fim abrupto à vida dos seus animais de companhia. Na teoria, defendiam, estavam a poupá-los ao sofrimento dos raides aéreos. Contudo, o primeiro ataque em solo britânico só aconteceu sete meses mais tardes desses fatídicos dias.

UMA DECISÃO PESSOAL SOMADA A MUITAS OUTRAS

Recorrendo a diversos materiais de pesquisa, como entrevistas, diários pessoais, cartas, notícias e anúncios publicitários, Hilda Kean argumenta que este ato coletivo não foi o resultado de uma crise de pânico generalizada: na verdade, refere, a primeira semana de guerra foi marcada por um “aborrecimento negro e generalizado”. E a eutanásia dos animais de companhia foi uma forma de as pessoas poderem fazer algo e estarem em controlo de alguma coisa. Mas foi sempre uma decisão pessoal, que nada teve de massiva, e que se deveu a condições pré-existentes em cada lar: afinal, 75% das famílias londrinas com animais de estimação fizeram, perante o mesmo dilema, tomaram a decisão contrária. Mas a decisão de 400 mil famílias, juntas, com medo de que lhes faltasse comida se a tivessem de partilhar com os seus animais, levaram a um massacre. No fundo, a autora coloca em causa a narrativa das “pessoas boas” a travarem uma “guerra boa” contra o “grande mal” — ainda que, meses depois de milhares de animais terem recebido a injeção letal, outros tantos tenham sido salvos por soldados aliados durante a evacuação, por via marítima, da célebre batalha de Dunquerque (1940): 300 mil soldados em fuga (afinal, batalha ou fuga?!) construíram centenas de jaulas para transportarem cães abandonados para a Inglaterra.

        
“The Great Cat and Dog Massacre — The Real Story of World War Two's Unknown Tragedy", Hilda Kean, Editora: University of Chicago Press; Páginas: 223 páginas; Preço: €27 (Amazon)

A partir do momento em que as bombas começaram a cair sobre Londres, as rações tornaram-se mais restritas e a comida do cão e do gato começou a ser desviada para os pratos do dono. O racionamento era para todos: donos e respetivos animais. Mas foi nesta época que os atos heróicos do cão que salvou a menina dos escombros ou do gato que antecipou mais um ataque aéreo começaram a ser determinantes. Como os humanos, padeceram dos males da guerra: perderam familiares (leia-se donos), enlouqueceram com os raides, muitos não sobreviveram aos ataques. Durante os anos da guerra, por exemplo, várias as organizações alertaram para importância de tanto cães como gatos usarem proteções nas orelhas, durante os ataques aéreos, ou máscaras antigases especiais e adaptadas. Porque para a guerra de uns é a guerra de todos.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/cultura/2017-05-27-O-massacre-esquecido

Ingleses massacrando povos indígenas nas suas colonizações, dos bôeres, longo histórico de pirataria e corso, massacres por fome na Índia, massacres aéreos em Dresden, Hamburgo e centenas de outras cidades alemãs na 2ª GM, e agora, massacres de gatos e cachorros. A lista dessa democracia é grande. 

Enquanto Adolf Hitler criava leis de proteção e bem estar aos animais, os democratas os exterminavam por paranoia e para ficar com a ração.

Abraços

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Café no bule com música 11

Bensound - Cute


Can Atilla - Mara Despina


Street Fighter - Hadouken Theme (Orchestral Remix)


Guillaume de Machaut "Je vivroie liement/Liement me deport"
Esta canção francesa virelai é do século XIV, escrita por Guillaume de Machaut (1300-1377)


Dean Valentine - A Fire Shall Be Woken


Si DESPACITO fuera SINFÓNICA


Cover Violín Luis Fonsi - Despacito ft. Daddy Yankee -Jose Asunción-


Dean Valentine - Dark Earth


England - Anon. 1225: Miri it is while sumer ilast


England - Anon. 1300: Bryd one breere


Gusli Russian Psaltery гусли Maxim Anukhin Максим Анухин


Medieval Virelai music on Psalterium (Гусли) Kirill Bogomilov Kanteleon


Lena Chamamyan - Love In Damascus


The Epic Of Gilgamesh In Sumerian
O ÉPICO DE GILGAMESH é o primeiro grande trabalho de literatura que conhecemos, e foi escrito pela primeira vez pelos sumérios em torno de 2100 a.C.


Tigran Petrosyan - Monahos


Eldar Mansurov - Taleyim


John Dreamer - Becoming A Legend


John Dreamer - End of My Journey


Bensound - Buddy


Bensound - Sunny


John Dreamer - True Strength


Eon Sounds - Chasing The Dream


Bensound - Clear Day


El Cant de la Sibil·la a Milà


El Cant de la Sibil·la a Santa Maria del Mar


The Last Haven - To An Introvert (Peaceful Atmospheric)


New Dawn Rising (epic adventure music)


Land of the Brave (Celtic adventure music)


John Dreamer - Brotherhood


Ольга Алексеева - соло гусли


Vangelis - Carros de Fuego


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