"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador." - Eduardo Galeano

"O século 20 produziu uma espécie terrível de pessoas: a do homem que acredita realmente que é publicado nos jornais." - Oswald Gottfried Spengler

"A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência." - Adolf Hitler

"Quem vive da mentira deve temer a verdade!" - Friedrich Christian, Príncipe de Schaumburg Lippe

"A razão pela qual os homens são silenciados não é porque eles falam falsamente, mas porque eles falam a verdade. Isso porque, se os homens falam mentiras, suas próprias palavras podem ser usadas contra eles, enquanto se eles falam verdadeiramente, não há nada que pode ser usado contra eles, exceto a força." - John “Birdman” Bryant

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A democracia com o seu terrorismo aéreo

Foi uma vez ...



Foram duas vezes ...



Três vezes ...



Quatro vezes ...



Ainda cinco vezes ...



E na sexta vez que a RAF (Royal Air Force - força aérea inglesa) bombardeava cidades alemãs,  ...



... Hitler, vendo que seus protestos não sensibilizavam ao maçom primeiro-ministro Winston Churchill e nem aos ingleses (imprensa, povo e militares) para pararem com os bombardeios às cidades alemãs - ato considerado crime de guerra - como Cuxhaven, Wilhelmshaven e Brunsbüttel; ordenou ataques similares contra a Inglaterra como retaliação a este insistente terrorismo aéreo contra a população civil, mulheres e crianças alemãs de forma indiscriminada, insensível, sem critérios ou embasamentos militares.

E a propaganda de guerra, que é escrita pelos vencedores e vai para o cinema e livros, deu a má fama de ter começado estes flagiciosos bombardeiros à Hitler. Não é a verdade a primeira vítima da guerra?!
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Segue resenha do livro "O Incêndio" de Jörg Friedrich:

A leitura do livro de Jörg Friedrich é essencial para qualquer um que pretenda ter um quadro completo do que ocorreu durante a II Guerra Mundial. As narrativas tradicionais daquele evento raramente dão a ênfase devida aos bombardeios anglo-americanos às cidades da Alemanha entre 1944 e 1945. Desde o final daquele conflito muito se falou (e só se falou) do holocausto que os nazistas impuseram aos judeus e ciganos. Muito pouco se disse sobre a carnificina de civis alemães num momento em que os nazistas já estavam tecnicamente derrotados.

"O Incêndio" é dividido em sete partes. Na primeira o autor trata das armas utilizadas pelos Aliados. Na segunda é detalhada da estratégia militar que foi empregada. Na terceira Jörg Friedrich narra um pouco da história da Alemanha e lamenta a destruição do país e de sua história pelos bombardeiros Aliados. Na quarta são especificados os meios utilizados pelos alemães para se proteger da chuva de bombas incendiárias e de fragmentação despejadas sobre suas cabeças (bunkers e porões).  Na quinta parte o autor relata a atitude do povo diante dos bombardeios. Na sexta parte ele procura demonstrar como as tempestades de bombas atuaram sobre a psique das vítimas. Na última parte do livro Friedrich esclarece detalhadamente quais foram os efeitos da guerra aérea sobre os monumentos históricos destruídos ou parcialmente destruídos pelos aviadores ingleses e norte-americanos. Nesta resenha faremos um apanhado geral do livro de maneira a apresentá-lo ao leitor.

É verdade que os nazistas começaram a guerra aérea (sic) ao atacar Londres. Contudo, também é verdade que a retaliação de ingleses a norte-americanos não foi proporcional. Os aviadores ingleses reduziram a escombros mais cidades alemãs do que aquelas que foram parcialmente destruídas na Inglaterra pelos nazistas. Os pilotos norte-americanos também castigaram exageradamente os civis alemães, apesar de nenhuma cidade dos EUA ter sido bombardeada pelos pupilos de Göring.

A literatura militar justifica o ataque às cidades em razão do conceito de “guerra total”. As forças armadas de um país são abastecidas pelas indústrias do mesmo. Assim, as fábricas de armamentos são consideradas alvos militares. Como as fábricas ficam nas cidades as mesmas poderiam ser bombardeadas desde que as vidas e os patrimônios dos civis não fossem atingidos. As estradas e ferrovias também são tratadas como alvos militares porque podem ser utilizadas para o deslocamento de tropas e equipamento militar.

O conceito de “guerra total” está intimamente ligado, portanto, ao de “bombardeio cirúrgico”. Afinal, mesmo considerando estradas, ferrovias e indústrias armamentistas alvos militares, os beligerantes não direito de bombardear civis indefesos. Note-se que desde o princípio do século XX os não combatentes eram protegidos pelas leis da guerra. Ao ler o livro, o autor ficará com a nítida impressão que os norte-americanos e ingleses não estavam muito interessados em preservar a legalidade durante a II Guerra Mundial. (O histórico belicista destes dois povos e governos nos prova que não é impressão, mas fato.)

“Em Manheim, a zona urbana não possuía instalações industriais ou militares de relevância; era uma área exclusivamente residencial e fracamente defendida, prestando-se, portanto, ao papel de alvo experimental. Neste particular, muito contribuíra a sua nítida configuração em forma de quadrado. Suas ruas perpendiculares e seus blocos residenciais compactos, distribuídos em quadras, constituíam um verdadeiro laboratório para o estudo das ondas de choque decorrentes das explosões. Ainda não se pensava na propagação de incêndios. O alvo era o centro da cidade, e a ordem destruí-lo.”

             
                "Deixe-me mostrar-lhe como funciona a democracia."

Há uma contradição entre o conceito de “guerra total humanitária” (ataques cirúrgicos a alvos com valor militar preservando-se as vidas e o patrimônio dos não combatentes) e o bombardeio indiscriminado de cidades. É preciso entender como e porque ingleses e americanos despejaram milhões de toneladas de bombas convencionais e incendiárias em centenas de cidades da Alemanha que não tinham qualquer relevância militar. Apoiando-se em documentos da época, Jörg Friedrich demonstra que os Aliados recorreram aos bombardeios ilegais por puro terrorismo.

“O Comando de Bombardeiros era capaz de atingir em cheio seu alvo, desde que o objetivo designado fosse algo que ele pudesse encontrar. Um círculo com oito quilômetros de raio era uma superfície pequena e inútil. As metrópoles iam muito além disto; eram tão grandes, que não se conseguia atingir, com os meios disponíveis, todos os seus prédios e habitantes. Um estaleiro, em princípio, tinha de ser reduzido a cinzas; do contrário voltaria a funcionar em dez dias, no máximo. Em uma cidade, essa precisão irreal não era necessária nem desejável; destruí-la totalmente requeria um grande esforço e muitas perdas, quando defendida, e para isso não havia forças suficientes. O possível e aconselhável seria a destruição parcial, deixando que os sobreviventes, na parte restante, tirassem suas próprias conclusões. Consoante a disponibilidade de meios e a doutrina britânicas, a cidade era o palco do ‘bombardeio moral’.”

Apesar do palavrório empregado pelos Aliados o “bombardeio moral” é uma tática terrorista. O direito consuetudinário internacional desde longa data considera ilegal a punição de civis por considerações militares ou para provocar uma reação política. Os nazistas foram considerados criminosos de guerra porque empregaram o terror nos territórios ocupados. Os Aliados fizeram o mesmo na Alemanha e só não foram condenados porque os vitoriosos raramente aplicam às suas condutas os mesmos critérios que usam para julgar os derrotados.

Segundo o autor, o “... bombardeador sempre causa um dano localizado, quer o alvo seja plotado ou não. Em princípio, atira como um canhão, só que na vertical; se às cegas ou fazendo pontaria, não faz diferença. O ponto onde a bala do canhão explode é um alvo qualquer, atingido ora intencionalmente, ora por acaso. A divisão de tarefas entre batedores e bombardeiros altera as regras do jogo. As noções de tiro e alvo mudam. A função do batedor não consiste na indicação de um ponto, mas sim na sinalização de uma área. O que se encontra no interior da área não é propriamente atingido; apenas deixa de existir, some da face da terra. O extermínio é uma visão espacial da morte. A vítima não morre, pois a morte não existiu; trata-se tão somente de estar em um espaço onde a vida deixou de existir.”

À medida que a guerra avançava o número de aviões que bombardearam as cidades alemãs foi aumentando. Em 1942 os ingleses realizaram a “operação millenniun”.

“O ataque de mil bombardeiros significava uma enorme conquista no campo da tecnologia bélica, revelando a capacidade de uma força armada. Com isso, o Comando de Bombardeiros mostrava aos céticos que sua campanha era capaz de evoluir para uma guerra com características próprias. A Inglaterra logo passaria à condição de condutora da guerra, deixando de ser uma simples vítima com alta capacidade de absorção. É tempo de retirar as luvas, observou Churchill, comunicando ao Parlamento que, no decorrer daquele ano, todas as cidades, os portos e os centros de produção bélica da Alemanha ‘seriam submetidos a uma prova de fogo em continuidade, potência e amplitude jamais experimentadas por qualquer outro país.’”

Os problemas para realizar um bombardeio tão grande eram fabulosos. Como manter tantos aviões em formação sem que os mesmos colidissem uns com os outros?

“Em Colônia, Harris (comandante da RAF) havia conseguido uma cadência de 12 bombardeiros por minuto, considerada de alto risco. No decurso da Batalha de Berlim, no outono de 1943, os lançamentos chagaram a 16 aeronaves por minuto, durante 45 minutos. Durante a noite de 23 de novembro de 1943, 752 Lancasters, Halifaxes e Stirlings despejaram 2.500 toneladas de bombas, com uma cadência de 34 aviões por minuto, sobre os bairros berlinenses de Tiergartem, Charlottenburg e Spandau, o que significou uma aeronave a cada 1,76 segundos.”

No começo da guerra de bombas o esforço dos Aliados foi superado pelo dos alemães. O que os ingleses destruíam era reconstruído. Fábricas inteiras foram desmontadas e transferidas para outros locais. Os alemães haviam aprendido a lição do Marechal Foch.

“Enquanto o aparato militar se industrializava, a indústria se militarizava. As perdas faziam parte do negócio. Podia-se remendar,  relocar batalhões de mão-de-obra e convocar substitutos. A indústria não era mais um ramo pacífico, a lamentar suas perdas. Causar e reparar danos eram rotinas que se alternavam, na batalha, sem um final à vista. Como dissera o marechal Foch, vitorioso em 1918, as guerras eram ganhas com as sobras.”

Já vimos que Aliados não estavam preocupados em fazer uma “guerra total humanitária”. Ao bombardear indiscriminadamente as cidades da Alemanha ingleses e norte-americanos pretendiam desmoralizar o inimigo. Entretanto, o bombardeiro a civis indefesos para obrigá-los a derrubar o regime (eufemismo para terrorismo) não surtiu qualquer “efeito moral”. As práticas terroristas adotadas por norte-americanos e ingleses somente fizeram aumentar a resistência dos alemães e seu apoio a Hitler. Inconformados, os Aliados passaram a usar bombas incendiárias, a realizar uma verdadeira “guerra desumana”.

“Os dois ataques a Essem, no mês de março, deixaram 198 e 470 mortos; no segundo, a cifra atingida foi um recorde. Nas duas noites, foram lançadas 343 mil bombas incendiárias. Tamanha quantidade de bastões condutores carregados de térmita, pesando 1,7 quilogramas, não pode pressupor, em termos práticos, uma busca por alvos pontuais. O incêndio é uma arma que age de maneira muito diferente, e um bombardeiro assim carregado traduz a intenção de aniquilar uma superfície.”

O uso de bombas incendiárias indica claramente que os Aliados deixaram de fazer distinção entre combatentes e não combatentes. O incêndio provocado num local se propaga rapidamente para outro desde que existam materiais combustíveis. Assim, mesmo que os aviadores ingleses e norte-americanos despejassem suas bombas incendiárias sobre indústrias bélicas (o que de fato não ocorreu, como veremos) os incêndios se propagariam e atingiriam indiscriminadamente as populações das cidades atacadas.

Alguns dos encarregados de calcular os desumanos ataques incendiários Aliados tinham consciência de estar cometendo crimes de guerra. Mesmo assim, seguiram adiante porque nada poderiam fazer. Conforme “...a listagem da Conferência de Casablanca, o alvo era a cidade, o espaço onde se mora, vive e trabalha, que deveria ser danificado até o ponto em que dele só restasse o mínimo possível. Considerando que a arma disponível, no estágio atingido em 1943, não podia faze-lo de uma só vez, a experiência foi repetida 262 vezes em Colônia, 272 em Essem, 243 em Düsseldorf e 299 em Duisburg. ‘Me fazia mal’, escreveu Dyson, em 1984, ‘saber de tudo aquilo. Cheguei muitas vezes à conclusão de que tinha a obrigação moral de sair às ruas e dizer ao provo britânico os desatinos que estavam sendo feitos em seu nome, mas não tive coragem para tanto. Continuei sentado à mesa, até o fim, calculando a maneira mais econômica de matar outras cem mil pessoas.”

O relato emocionado e arrependido de Freeman Dyson, físico do Centro de Pesquisas Operacionais do Comando de Bombardeiros, é notável. Não só os governantes e militares ingleses e norte-americanos mataram intencionalmente milhares de alemães indefesos como mentiram para suas populações. Ninguém deve estranhar o fato de Bush II e seu poodle Tony Blair terem feito o mesmo para convencer seus conterrâneos a autorizar uma guerra contra Saddan Hussein por causa de armas de destruição em massa que não existiam. A mentira oficial pode ser considerada uma tradição anglo-americana que remonta à II Guerra Mundial. (Na verdade, desde sempre.)

A guerra aérea parece empolgante nas telas de cinema. Na vida real ela não tinha nenhum glamour. Os aviadores norte-americanos e ingleses levavam horas para chegar aos locais em que deveriam despejar toneladas de bombas sobre os civis indefesos. Se o tempo estivesse encoberto e o alvo não fosse localizado, as bombas seriam jogadas em qualquer outro local disponível dentro do raio de ação dos aviões. Com exceção dos pilotos de caças, que davam rasantes para metralhar os civis, as tripulações dos bombardeiros não viam suas vítimas. Às vezes, entretanto, seus aviões eram vistos pelos inimigos.

Os bombardeiros Aliados eram alvos das baterias antiaéreas e dos caçadores inimigos. Com o tempo, entretanto, passaram a despejar suas bombas tranquilamente porque já não existia mais qualquer resistência aérea ou terrestre aos ataques. Jörg Friedrich ressalta que os “... danos infringidos aos bombardeiros provêm, sobretudo, da ação dos caçadores. A aviação de caça tem de ser perseguida; é preciso destruir seus aeródromos, seus hangares e sua produção de peças e combustível. Obtida a supremacia aérea, não é difícil chegar às indústrias-chave, e tudo é reduzido a pó. Sem defesas, o adversário torna-se um objeto de castigo. Um alvo é algo que se destrói; o objeto é uma condição. No outono de 1944, os alemães chegaram à condição de entrega total ao castigo. Foi quando caiu sobre eles a maior densidade de munição.”

A inexistência de resistência nazista às incursões de bombardeiros Aliados faz presumir que doravante os alvos seriam criteriosamente escolhidos e que os ataques indiscriminados às cidades deixariam de ocorrer.  Jörg Friedrich  demonstra que não foi isto que aconteceu. Ao contrário. No momento em que a Alemanha estava mais vulnerável, os norte-americanos e ingleses concentraram todo seu poder de aéreo na destruição sobre as cidades indefesas.

“Entre janeiro e maio de 1945, um rolo compressor voltou a varrer o país; desta feita, praticamente desligado de objetivos militares e livre de  todos os riscos de combate. ‘Tínhamos de destruir novamente as cidades’ escreveu Harris, ‘a fim de eliminar alguns focos industriais que ainda resistiam. Na maioria delas, o que podia queimar já se transformara em cinzas, sobre as quais só era possível lançar as bombas de fragmentação que eu havia preparado para esse fim, em tempo oportuno e nas quantidades necessárias. Tratava-se, naquela altura, de agir contra ruínas, em cujos porões as pessoas haviam se escondido.’”

Em janeiro de 1945 o fim da II Guerra Mundial na Europa com a vitória dos Aliados já eram certos. Ingleses e norte-americanos avançavam por terra a partir da França e da Itália. Os exércitos soviéticos ganhavam rapidamente terreno empurrando novamente para a Alemanha os restos maltrapilhos de exércitos alemães que ousaram cometer o mesmo erro napoleônico. Hitler estava confinado no seu bunker sobre a Chancelaria do Reich e sua última aparição em público havia sido patética.

“Em fevereiro de 1945, o valor estratégico de Pforzheim crescera ao máximo, uma vez que consistia, pura e simplesmente, na sua total inutilidade para fins militares. Seus principais atrativos eram os bairros periféricos, a profusão de arenito, os becos estreitos e tortuosos do centro e as casas coladas umas às outras, sem paredes mestras. Não possuía defesa aérea, e a estrutura de combate ao fogo era modesta.”

A exemplo de várias outras cidades alemãs, Pforzheim foi sumariamente executada pelos aviadores ingleses e norte-americanos.

“A execução durou das 19h50 às 20h12. O furacão veio bem depois, começando com uma forte corrente de ar, seguida de um vácuo gelado e turbulento, no meio da fornalha, que até as 23h30 já havia incendiado toda a cidade, derretendo metais cujo ponto de fusão chegava a 1.700 graus. Após 22 minutos de atuação do mestre Swales, abatido no retorno, por um caça alemão remanescente, Pforzheim estava reduzida a lava incandescente, como se tivesse sido esmagada pelo punho de um ciclope de outras eras.”

À Pforzheim seguiu-se Hamburgo, onde foram “... queimadas entre quarenta e cinqüenta mil pessoas; setenta por cento dessas mortes ocorreram no centro ...”. Em Hamburgo ocorreu uma verdadeira tragédia humanitária. “Sete mil crianças e jovens perderam a vida; cerca de dez mil ficaram órfãos.”

Em Pforzheim e em Hamburgo, os Aliados conseguiram atingir um objetivo que perseguiam há algum tempo. Bombas incendiárias e de fragmentação foram empregadas para produzir um turbilhão de fogo que aumentasse o potencial destrutivo da carga lançada sobre o alvo.

Em Hamburgo  os “... estreitos pátios se transformaram em calabouços ardentes, onde os prisioneiros sem saída, esperavam pela morte. No zênite do turbilhão, a simples irradiação de calor queimava as casas de uma só vez, de cima para baixo, reduzindo-as a uma língua de fogo. Como uma gigantesca bomba, as rajadas de vento sugavam todo o oxigênio dos porões das casas. Em seis horas de turbilhão, dois bilhões de toneladas de ar puro devem ter sido consumidas na chaminé se sete quilômetros de altura, ao redor da qual a velocidade horizontal do vento chegou a 75 metros por segundo. Sob tais condições, as pessoas perdiam o equilíbrio. Árvores de raízes profundas foram arrancadas, ficando apoiadas sobre a copa. Álamos foram vistos vergados até a horizontal. As equipes de resgate que recolheram os restos dos mortos por asfixia ou carbonização tiveram que esperar dez dias para que os escombros esfriassem.”

Os bombardeios indiscriminados tiveram um efeito indesejado antes do dia D.

"Na fase preparatória da invasão, a ofensiva dos transportes tirou a vida de 12 mil franceses e belgas, quase o dobro do total das mortes produzidas pelo Comando de Bombardeiros em todo o Reich no ano de 1942. Nas três primeiras semanas da invasão, morreram 7.704 soldados aliados; entre os alemães foram dez vezes mais. As opiniões eram unânimes: jamais houvera uma operação militar tão perfeita." Durante a fase final da guerra, os bombardeios às cidades alemãs se intensificaram. Em conseqüência, milhares de franceses, italianos, holandeses, russos, poloneses, belgas, etc que estavam presos na Alemanha ou trabalhando nas fábricas daquele país também foram mortos. "No bombardeio de civis, conforme se constata, a diferença entre amigo e inimigo não chega a ser significativo. A guerra moderna pouco se importa com noções arcaicas do tipo inimizade. Isso faz parte da propaganda política, ao passo que as medidas de cunho militar se orientam pela conveniência."

Sempre que tratam da II Guerra Mundial os historiadores se referem ao insidioso ataque a civis com bombas V1 e V2 realizadas pela Alemanha nazista. Raramente o número das vítimas destes ataques é referido ou comparado ao que foi produzido pelos Aliados na Alemanha. Pois bem ... a obra "O Incêndio" demonstra que as V1 e V2 alemãs mataram bem menos civis entre os Aliados do que os bombardeiros feitos para preparar o dia D, os quais liquidaram 12 mil franceses e belgas. Na "Grã-Bretanha, as V1 e V2 mataram 8.938 pessoas ...". Realmente é impossível comparar numericamente as vítimas das V1 e V2  às produzidas pelos bombardeiros Aliados na Alemanha.

"Quando o tema era a guerra aérea, os debates sempre terminavam com a elaboração de uma listagem contendo os nomes das cidades a serem atacadas, cuidadosamente escolhidas. Se o mau tempo interferia nos planejamentos, como no  outono de 1944, os impacientes norte-americanos abriam mão dos alvos logísticos de transportes e combustíveis, despejando sua munição sobre as localidades. No período correspondente à parada da invasão terrestre, entre setembro e dezembro de 1944, as forças aéreas aliadas mataram 107 mil pessoas; no mesmo período do ano anterior, haviam sido 23.500."

O autor relata de maneira precisa como e quando ocorreu a destruição de dezenas de cidades. Dentre as quais se destacam Hürtegenwald, Düren, Jülich, Essen, Duisburg, Dortmund, Colônia, Bochum, Rostock, Bremen, Hamburgo, Kiel, Nuremberg, Kassel, Würzburg, Osnabrück, Münster, Telgte, Hannover, Munique, Düsseldeorf, Trier, Koblenz, Heilbronn, Bonn, Krefeld, Hildesheim, Magdeburg, Leipzig, Darmstadt, Berlim, Stuttgart e Dresden. Nesta última, segundo Ellgering, que foi citado pelo autor "... foram construídas, com vigas de ferro, enormes grelhas, cada qual com a capacidade para cerca de quinhentos cadáveres, onde os corpos eram amontoados, encharcados com gasolina e queimados. Na história do nosso século, as fogueiras do Mercado Antigo de Dresden constituem um estigma que dificilmente encontrará paralelo. Quem testemunhou jamais esquecerá o cenário horripilante." (Algumas dessas imagens com alemães mortos foram usadas para "provar" o Holocausto.)


Uma bomba lançada por um bombardeiro Lancaster da RAF, descoberta durante a construção de uma Autobahn em Hohenberg na região de Wolpertshausen, e desativada no local em abril de 1977. Diversas delas enterradas e não detonadas ainda são descobertas todos os anos por toda a Alemanha. Pesquise no Google "bombas ainda hoje são encontradas na Alemanha" e veja a quantidade absurda de casos.

Durante os bombardeios os alemães se protegiam em bunkers, construídos ou improvisados, e nos porões dos casarões. Muitos morreram asfixiados, queimados ou soterrados dentro dos seus abrigos. Muitos mais morreram em suas casas por acreditarem que não seriam bombardeados.

"Os moradores de Hildesheim acreditavam, como os de muitas outras cidades alemãs, que seriam poupados das bombas. A população local nutria grande simpatia pelas potências inimigas; diversos emigrantes alemães haviam participado da Guerra de Independência dos Estados Unidos da América; as boas relações entre a Inglaterra e o Nordeste da Alemanha eram tradicionais; e, por fim, ninguém iria macular a fama internacional de Hildesheim como monumento à cultura medieval. Os fatos, entretanto, não apontavam nesta direção, posto que, para a VIII Força Aérea dos EUA, Hildesheim era um terminal ferroviário cercado por uma cidade." Em razão desta notável interpretação espacial, que colocava no centro das operações de bombardeio toda a cidade, seus monumentos e população civil, no dia 22 de fevereiro de 1945 Hildesheim foi atacada pela primeira vez. Um mês depois a destruição prosseguiu "... quando 235 aeronaves e 446 toneladas de munição do Comando de Bombardeiros liquidaram a cidade em 18 minutos."

Segundo Jörg Friedrich, muitas das localidades citadas foram destruídas depois que os Aliados já estavam em território alemão. (Barbárie pura! Democracia é assim.)

"As aparências talvez enganem, mas, no último trimestre da guerra, os nichos históricos e militarmente irrelevantes, como Hildesheim, Magdeburg, Dresden, Würzburg e Nuremberg, foram destruídos em série. Ao que tudo indica, de forma racional. Por acaso não seriam os principais atores? Eram cidades que mostravam ao povo alemão as suas origens, vinculadas a castelos e entrepostos comerciais, oficinas e palácios, catedrais e mercados, mosteiros e becos, universidades e hospitais, pontes e diques. Tudo isso era anterior à existência de um Estado. O Estado que chamavam de 'Reich dos Mil Anos' havia se apropriado dos mil anos anteriores, o que explicava seu culto a Nuremberg. Porém, a História transformada em culto foi terraplenada. Não era ela a fiadora da nação alemã, a mais jovem da Europa imperial? Para que realmente nada restasse, as cinzas ainda voltariam a ser revolvidas, até abril; duas vezes pelos americanos e uma vez pelos britânicos."

Encerro aqui esta breve resenha. Sugiro ao interessado que leia a obra. O autor dá detalhes de como os Aliados destruíram desnecessariamente as universidades, catedrais, bibliotecas e museus da Alemanha. Como disse o autor a "... guerra incendiária não se apossou do papel na medida em que se poderia supor em razão de sua natureza altamente inflamável, ainda que o tenha eliminado em quantidades antes nunca vistas. Entretanto, o papel irá dela se apossar, pois tem mais fôlego que o fogo."

Fonte: http://jornalggn.com.br/blog/fabio-de-oliveira-ribeiro/o-incendio-resenha-do-livro-de-joerg-friedrich e http://veja.abril.com.br/070606/p_164.html.
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E no sítio abaixo, podemos ler um interessante artigo sobre como os aviões bombardeiros ingleses e sua quantidade enorme de bombas de diversos tipos e calibres foram meticulosamente planejados e industrialmente preparados já durante anos antes da guerra começar com o intuito exclusivo de serem usados contra o povo alemão.

                  An american worker inspects 1,000lb bomb cases before they are filled with explosives

      

Informação Cosmopan 66
A imagem acima, mostra o nível de destruição de cidades alemãs (excluindo áreas de expulsão e Áustria), como resultado da Segunda Guerra Mundial. Os apartamentos de 8 milhões de alemães foram destruídos. Nas cidades grandes com mais de 250.000 habitantes como Dortmund, revela o maior grau de destruição com 65%, ou 31 metros cúbicos de detritos por habitante. Nas cidades de 100.000 a 250.000 habitantes como Würzburg, foi uma das mais atingidas com um grau de destruição de 75%. E em muitas cidades menores, foi ainda mais devastador. Exemplos são Wesel com 80%, Jülich com 97% e Düren com 99% de destruição.

Fonte: http://bsgermany.com/web-cosmopan/info66.html


Sleipnir – "Bomber Über Dresden"

Bomber über Dresden,
sie kamen in der Nacht.
Bomber über Dresden,
den Tod im Bombenschacht.

Bomber über Dresden,
sie brachten euch den Tod.
Bomber über Dresden,
sie brachten euch Elend und Not.

Brennende Häuser
und schreiende Kinder.
Doch Bomber über Dresden
und sie kamen immer wieder.

Bomber über Dresden,
sie brachten euch den Tod.
Bomber über Dresden,
sie brachten euch Elend und Not.

Bomber über Dresden,
sie kamen in der Nacht.
Bomber über Dresden,
den Tod im Bombenschacht

Tradução: 

Bombas sobre Dresden,
eles vieram de noite.
Bombas sobre Dresden,
morte no compartimento de bombas.

Bombas sobre Dresden,
trouxeram-lhe a morte.
Bombas sobre Dresden,
que lhe trouxe miséria e sofrimento.

Casas em chamas
e crianças gritando.
Mais bombardeiros sobre Dresden
e eles vieram de novo e de novo.

Bombas sobre Dresden,
trouxeram-lhe a morte.
Bombas sobre Dresden,
que lhe trouxe miséria e sofrimento.

Bombas sobre Dresden,
eles vieram de noite.
Bombas sobre Dresden,
morte no compartimento de bombas.

Salmos 137 adaptado:

1 Junto ao rio Elba nós nos sentamos e choramos com saudade de Dresden.(*)
2 Ali, nos prédios arrasado foram lançados os nossos filhos e parentes;
3 ali os nossos assassinos pediam-nos canções, os nossos opressores exigiam canções alegres, dizendo: “Cantem para nós uma das canções de Dresden!”
4 Como poderíamos cantar as canções de Dresden numa terra de holocaustos?
5 Que a minha mão direita definhe, ó Dresden, se eu me esquecer de ti!
6 Que a língua se me grude ao céu da boca, se eu não me lembrar de ti, e não considerar o resgate de Dresden a minha maior alegria!
7 Lembra-te, Senhor, dos Aliados e maçons e do que fizeram quando Dresden foi destruída, pois gritavam: “Arrasem-na! Arrasem-na até aos alicerces!”
8 Ó cidades de Londres, Washington etc, destinadas à destruição, feliz aquele que lhe retribuir o mal que você nos fez!
9 Feliz aquele que pegar os seus filhos e os despedaçar contra a rocha!”

(*) Dresden aqui simboliza todas as cidades alemãs.

Abraços

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Escola de Sião em Frankfurt

Escola de Frankfurt – Judaísmo satânico em ação



por Timothy Mathews
(resumido e editado por http://www.henrymakow.com/frankfurt-school-satanic-judaism-in-action.html)

Basicamente, a [tarefa da] Escola de Frankfurt era minar o legado cristão.  Para executá-lo, eles buscaram a crítica mais destrutiva possível de toda esfera da vida que seria designada para desestabilizar a sociedade e pôr abaixo o que eles viam como ordem ‘opressiva’.

Suas políticas, eles esperavam, se difundiriam como um vírus - 'continuando o trabalho dos Marxistas Ocidentais por outros meios' como um de seus membros registrou.

Para promover o avanço de sua ‘quieta’ revolução cultural – mas nos dando nenhuma ideia a respeito de seus planos para o futuro – a Escola recomendava (entre outras coisas):

1. A criação de crimes de racismo;
2. Mudanças constantes para criar confusão;
3. O ensinamento de sexo e homossexualismo às crianças;
4. Minar a autoridade das escolas e professores;
5. Imigração volumosa para destruir a identidade;
6. A promoção das bebedeiras;
7. Esvaziamento das igrejas;
8. Um sistema legal não confiável com preconceito contra as vítimas de crime;
9. Dependência do Estado ou de benefícios estatais;
10. Controle e emburrecimento planejado da mídia;
11. Encorajar o colapso da família.

Uma das principais idéias da Escola de Frankfurt foi explorar a ideia de Freud do 'pansexualismo' – a busca pelo prazer, a exploração das diferenças entre os sexos, a abolição dos relacionamentos entre homens e mulheres.  Para favorecer seus objetivos eles:

• atacariam a autoridade paterna, negariam os papéis específicos de pai e mãe, e arrancariam das famílias seus direitos como educadores primários de seus filhos;

• aboliriam as diferenças na educação de garotos e garotas;

• aboliriam todas as formas de dominação masculina – conseguintemente a presença das mulheres nas forças armadas;

• declarariam as mulheres como ‘classe oprimida’ e homens como ‘opressores’.

A Escola acreditava que haviam dois tipos de revolução: (a) política e (b) cultural. A revolução cultural demole-se por dentro. 'Formas modernas de sujeição são marcadas pela brandura'. Eles viam-na como um projeto de longo prazo e mantinham suas visões claramente focadas na família, educação, mídia, sexo e cultura popular.

FAMÍLIA

Seguindo Karl Marx, a Escola enfatizava como a 'personalidade autoritária' é um produto da família patriarcal – foi Marx quem escreveu tão desprezivelmente a respeito da idéia da família sendo a unidade fundamental da sociedade.  Tudo isso preparou o caminho para a Guerra contra o sexo masculino promovido por Marcuse sob a aparência da 'liberação das mulheres' e pelo Novo movimento de Esquerda dos anos 60.

Eles propunham transformar nossa cultura como dominada apenas pela mulher.  Em 1933, Wilhelm Reich, um de seus membros, escreveu em A Psicologia de Massa do Fascismo que o matriarcado era a único tipo genuíno de família da 'sociedade natural'.

Eric Fromm, era também um ativo defensor da teoria do matriarcado.  Masculinidade e feminilidade, ele alegava, não era reflexos das diferenças sexuais ‘essenciais’, como os românticos pensavam, mas eram derivadas, em vez, das diferenças nas funções da vida, que eram ‘em parte determinadas socialmente.' Seu dogma foi o precedente para os pronunciamentos feministas radicais que, hoje, aparecem em  quase todo jornal maior e programa de televisão.

Os revolucionários sabiam exatamente o que precisavam para fazer e como fazer.  Eles foram bem sucedidos.

EDUCAÇÃO

Bertrand Russell juntou-se à Escola de Frankfurt em seu esforço em engenharia social de massa e descobriu o segredo em seu livro de 1951, “O Impacto da Ciência sobre a Sociedade”. Ele escreveu que: 'Fisiologia e psicologia proporcionam campos para técnica científica que ainda aguarda o desenvolvimento.'

A importância da psicologia de massa “foi enormemente acrescida pelo crescimento dos métodos modernos de propaganda. Destes, o mais influente é o que é chamado de ‘educação’.  Os psicólogos sociais do futuro terão um número de salas de educação infantil nos quais tentarão diferentes métodos de produzir uma inabalável convicção que a neve é preta.  Vários resultados logo chegarão.  Em primeiro lugar, que a influência do lar é obstrutiva.

Segundo, que não muito possa ser feito, a menos que a doutrinação comece antes dos dez.

Terceiro, que versos agrupados em música e repetidamente entoados são mais efetivos.

Quarto, que a opinião que neve seja branca deva ser sustentada a mostrar um gosto mórbido pela excentricidade.  Mas eu antecipo.  Isso é para futuros cientistas tornarem essas máximas precisas e descobrirem exatamente quanto custa por cabeça fazer as crianças acreditarem que a neve seja preta, e quanto menos custaria fazê-las acreditar que seja cinza escuro.  Quando a técnica tivesse sido perfeita, todo governo que tenha estado encarregado de educação para uma geração, estará pronto a controlar seus súditos seguramente sem a necessidade de armas ou policiais."

Escrevendo em 1992 na Fidelio Magazine, Michael Minnicino observou como os herdeiros de Marcuse e Adorno agora dominam completamente as universidades, 'ensinando seus próprios estudantes a substituir a razão com exercícios rituais do ‘Politicamente Correto’.

Há muito poucos livros teóricos sobre arte, letras ou lingüística publicados hoje nos EUA ou Europa que não reconhecem abertamente sua dívida com a Escola de Frankfurt. A caça às bruxas nos campus de hoje é meramente a implementação do conceito de Marcuse de 'tolerância repressiva'- 'tolerância para movimentos da esquerda, mas intolerância para movimentos da direita'- reforçado por estudantes da Escola de Frankfurt'.

MÚSICA, TV E CULTURA POPULAR

Adorno era para se tornar chefe de uma unidade de 'estudos de música', onde na sua Teoria da Música Moderna ele promovia o prospecto da liberdade sem tom e outras músicas populares como uma arma para destruir a sociedade, formas degeneradas de música para promover a doença mental. Ele disse que os EUA poderiam ser trazidos aos joelhos pelo uso da radio e da televisão para promover uma cultura de pessimismo e desespero – no final dos anos 30 ele (junto com Horkheimer) migrou para Hollywood.

A expansão dos videogames violentos também apoiava os objetivos da Escola.

SEXO

Em seu livro “The Closing of the American Mind” (O Declínio da Cultura Ocidental, em português), Alan Bloom observou como Marcuse apelou aos estudantes das universidades dos anos 60 com uma combinação de Marx e Freud. Em Eros e Civilização e Um Homem Dimensional, Marcuse prometeu que a derrota do capitalismo e sua falsa consciência resultará em uma sociedade onde as maiores satisfações sejam sexuais. O rock toca no mesmo acorde na juventude.  Expressão sexual livre, anarquismo, exploração da inconsciência irracional e dar-lhe rédea livre são aquilo que eles têm em comum.'


Paralelos entre a judaica República de Weimar (Alemanha) e  os EUA de hoje:

             

Livro "Jewish Domination Of Weimar Germany 1919-1932" (Dominação judaica da Alemanha de Weimar 1919-1932)

E no Brasil não é diferente:


Esta "cantora" é resultado da (des)cultura marxista criada praticamente só por judeus na "Escola" de Frankfurt que, quando Hitler assumiu o poder, fugiram todos para se esconderem nos EUA principalmente, de onde continuaram envenenando a sociedade, as famílias, os jovens. O resultado são estes "artistas" que estão aí a vomitar em abundância e com os aplausos da mídia siono-maçônica e dos incultos e incautos. E o pai desta trágica criatura foi ministro da Cultura no Brasil (2003–2008). Pode?! Pode. Afinal, o mundo jaz do Maligno.

Precisam entender que a decadência moral que estamos passando e que alguns estão enfrentando, não é apenas o "resultado do pecado" como a maioria dos cristãos costumam dizer, mas que foi algo planejado, conscientemente financiado e cuidadosamente sendo executado há décadas. É preciso entender a estratégia, os objetivos e conhecer os verdugos, a fim de defender-se com acerto e sucesso.

Berlim e suas mulheres antes de Hitler:

  
O número de mulheres que vendiam sexo em Berlim durante os anos 1920 é impossível de calcular, mas as estimativas variam de 5.000 a 120.000, com mais a estimativa de 35.000 michês.

Berlim e suas mulheres durante Hitler:



Berlim e suas mulheres depois de Hitler:



Abraços

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Carta aberta de um judeu para outro



Segue transcrição de uma carta aberta enviada em 1988 pelo historiador judeu francês Dr. Roger Dommergue Polacco de Menasce, para o judeu americano Steven Spielberg:

"Eu gostaria que a sua honestidade fosse igual ao seu grande talento (como cineasta). Eu vi você na TV, na França. Você declarou que irá esparramar propaganda da Shoah (é como os judeus chamam o seu Holocausto - não comprovável) nas escolas alemãs. Você mencionou que as testemunhas seriam convencidas para o bem, quanto à realidade da Shoah (6 milhões em câmaras de gás).

Eu sinto que é meu dever como judeu e depois de 20 anos de estudo do problema histórico do holocausto, para chamar a sua atenção aos fatos. Os fatos são muito teimosos e como ninguém pode contradize-los, nossos congêneres têm sido obrigados a fazer os políticos nojentos promulgar leis stalinista-orwellianas que proíbem mencionar algo a respeito do dogma dos 'seis milhões de câmaras de gás', definitivamente reduzido a perpétua adoração desta alquimia.

Em caso de não respeito ao silêncio e adoração do mito, você sofre a pena de multa ou prisão ou ainda ambos. O Professor Faurisson que vem estudando o assunto há 20 anos, tem sido praticamente massacrado. Isto é completamente ridículo, dar a polícia e a justiça de todos os países ao Sr. Levi, ele não será mais ridicularizado: aqui é o século XX!

Essas leis são, por conseguinte, a prova absoluta de embuste antes de se estudar a sua aritmética e inéptica técnica. Não senhor, você não vai encontrar UMA única testemunha que viu 6 milhões judeus sendo assassinados. Você não vai encontrar UMA única testemunha de câmaras de gás Zyclon- B para exterminar 1.000 ou 2.000 pessoas ao mesmo tempo, perto dos crematórios. Veja o meu 'Shoa Sherlockholmised' (1) anexo: é o resumo de 20 anos de estudos sobre o assunto. O 'mito dos 6 milhões em câmaras de gás' é aritmética e tecnicamente absurda.

Por uma questão de fato gritante, choramingueira, o comércio Shoah, 50 anos após a guerra, é nojento, degradante: é uma vergonha escandalosa. Ninguém na história, ficou se lamentando sobre as suas perdas 50 anos após a guerra, mesmo sendo as suas perdas verdadeiras e reais. Mesmo que os '6 milhões de câmaras de gás' fosse verdade, seria desonroso fazer tal estardalhaço e bombear tanto dinheiro de toda parte: quem eram os usurários da República de Weimar? Você sabe tão bem quanto eu. É tudo o mais que sabemos que 6.000.000 é exagero e que as câmaras de gás Zyclon B são uma impossibilidade técnica. (Veja Degesh Trial em 1949). (2)

Na verdade, 150.000 ou 200.000 judeus morreram nos campos alemães de tifo ou inanição. Muitos outros morreram mas como combatentes contra a Alemanha que nós, os judeus, tínhamos declarado guerra em 1933! (Hitler era alérgico à hegemonia do ouro e do dólar: para que ele pudesse dar trabalho a seis milhões de desempregados antes do funcionamento das fábricas de armamento alemão!). Você conhece o livro publicado neste período e escrito por nosso congênere Kaufmann: 'A ALEMANHA DEVER PERECER'? (3)

Sabemos que 80 milhões Goyim (toda pessoa não-judia) foram abatidos na URSS, em um regime político que foi totalmente judaico, desde Marx e Warburg, até Kaganovitch, Frenkel, Yagoda, os carrascos. Sabemos que depois de 1945 os americanos e os russos mataram e estupraram comunidades alemãs em toda a Europa desde a Lituânia até a Albânia.

Sabemos que 1.500.000 prisioneiros de guerra alemães morreram de fome após a guerra (um famoso livro foi publicado há alguns anos, mas é ignorado hoje). Você vai encontrar aqui incluídos em francês o texto de um rabino: 'Um rabino se declara culpado': infelizmente eu não possuo nem o original em alemão, nem uma tradução no inglês. Você deve tê-lo traduzido. O rabino condena o comportamento judaica na Alemanha 50 anos antes do nazismo e justifica o aparecimento de Hitler.

Quanto ao dano que temos feito para a Humanidade é absolutamente não resgatados pelos seus excelentes filmes ou pelo virtuosismo de Yehudi Menuhin, ou da bomba de neutrons do Santo Cohen, eu escrevi um livro sobre isso baseados em textos escritos por judeus importantes que estão muito acima da maioria dos textos antissemitas escritos por Goyim. Simone Weil desenhou um resumo trágico: 'Os judeus, este punhado de pessoas desenraizadas, têm sido a causa da erradicação de toda a Humanidade'. E George Steiner: 'Por 5.000 anos temos estado a falar muito: palavras de morte por nós e para os outros'.

Sabemos que todas as cidades alemãs de mais de 100.000 pessoas foram destruídos durante a última guerra, com mulheres e crianças: um silêncio sobre este verdadeiro holocausto. Se considerarmos o curso tomado pelo negócio Shoah, o que você pretende fazer na Alemanha, será realmente a maneira mais segura de juntar uma enorme quantidade de sentimento anti-judaico e sua explosão será única na História.



Discrição e moderação devem ser o nosso comportamento: todo o resto é suicídio. Nem 'mundialismo', nem leis orwellianas para 'crimes de pensamento' podem impedir uma explosão de antissemitismo: só o NOSSO comportamento pode. O que você faz e toda a choramingueira e o dinheiro bombeamento só poderá incitá-lo. Ele aumentará fora de proporções razoáveis, se pode haver uma proporção razoável para o antissemitismo.

Eu sei que é praticamente impossível verificar a nossa propensão para a especulação e que só a abolição da circuncisão no oitavo dia poderia (nosso particularismo deriva da perturbação dos 21 dias da primeira puberdade, que começa precisamente no dia 8) (4), mas devemos, pelo menos, tentar evitar tais erros como o que você pretende realizar na Alemanha e que será terrível.

Sou um grande admirador de seus filmes (exceto 'A Lista de Shindler': pedi a sua esposa e a verdadeira histórica real, mas este é um erro menor). Espero que examine o que eu te envio e fuja da loucura da maioria dos nossos congêneres. Eu sempre vou te responder se você tiver a integridade de escrever para mim."

(1) http://www.adelaideinstitute.org/Dissenters/menasce.htm
(2) http://jan27.org/sixty-years-by-carlo-mattogno/
(3) http://pt.metapedia.org/wiki/Plano_Kaufman
http://verdadeiroholocausto.weebly.com/ideal-genocida-judaico.html e 
http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/01/exterminio-alemao.html
(4) Dommergue é um crítico do Brit Milá (literalmente "aliança da circuncisão"), alegando que a circuncisão infantil realizada no 8º dia após o nascimento constitui um trauma infantil e afeta negativamente o desenvolvimento hormonal. Dommergue alega que o 8º dia após o nascimento é o início da primeira puberdade, que tem a duração de 21 dias após disso. Ele afirma que o endocrinologista Dr. Jean Gautier tem dado provas disso. 

Fonte: http://www.boldfacenews.com/belated-holocaust-remembrance/
         
Uma cópia da carta pode-se conseguir acessando http://www.balderexlibris.com/index.php?post/2012/02/10/Dommergue-Polacco-de-Menasce-Roger-A-letter-from-Jewish-French-Dr-Roger-Dommergue-Polacco-de-Menasce-to-Stevens-Spielberg

Neste vídeo, o professor judeu francês Dr. Roger Dommergue, que também é filósofo, ensaísta e conhecido por seus escritos relativos a medicina alternativa e seu revisionismo do Holocausto; é entrevistado por Ernst Zündel e fala verdades inconvenientes sobre o período de Adolf Hitler, da Alemanha nazista e sobre o Holocausto (sugere-se salvar o vídeo):


Se não pode ser comprovado, e proíbem usando chantagem e força jurídico-policial contra qualquer pesquisa, e até muitos entre os próprios judeus não acreditam que o "holocausto de 6 milhões judeus mortos sob o regime nazista" aconteceu - ainda mais depois de uma carta dessa! - por que eu e o resto da Humanidade devemos crer?! Que ditadura é essa?!

Abraços

sábado, 7 de fevereiro de 2015

A barbárie de Ricardo Coração de Leão

A barbárie de Ricardo Coração de Leão

Resultado de imagem para A barbárie de Ricardo Coração de Leão

Ricardo Coração de Leão teve uma relação estreita com os Templários (praticantes da Cabala). Apesar de seu glorioso título de "Coração de Leão", ele era um governante cruel e impiedoso.

Quando ele e seu exército cruzado chegaram à Palestina, eles vieram para o Acre, que então tinha sido assediada durante dois anos pelo último exército cristão remanescente na Palestina. Enfrentando os cruzados estava o exército de Saladino, que, apesar de muitas tentativas, não conseguiu romper o cerco e aliviar os 3.000 muçulmanos no interior do castelo de Acre. Com a chegada de Ricardo Coração de Leão, a resistência já enfraquecida de Acre se deteriorou ainda mais. Finalmente, em 12 julho de 1192 Acre caiu. Esta foi a primeira vitória dos cruzados contra os mouros depois de sua derrota na Batalha de Hattin.



3.000 muçulmanos viviam na cidade, mais da metade deles mulheres e crianças. O rei Ricardo exigiu uma enorme quantia como resgate para a vida pelos seus 3.000 prisioneiros. Saladino concordou, mas não conseguiu levantar o montante solicitado em tempo hábil, então parcelas foram acordadas. Algumas já haviam sido pagas quando uma atrasou. Em 20 de agosto Ricardo, que havia se cansado de ficar sentado e esperar, decidiu abater todos os 3.000 prisioneiros muçulmanos. Seus soldados colocaram o bloco nas paredes da frente do castelo e, um a um, decapitaram todos os 3.000. Levaram três dias inteiros.

Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/templars/knights_templars01.htm
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A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental

             [Imagem: templar02.jpg]

A história da Ordem dos Templários com certeza é a mais oculta e mais difusa e apresentada em livros e estudos ou romances como vemos atualmente. Alguns afirmam que eles eram mágicos, alquimistas e bruxos.

Leia mais em:
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-a-origem-dos-cavaleiros-templ%C3%A1rios-e-da-ma%C3%A7onaria-ocidental

Abraços

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Arte ou hospício?

Tracey Emin’s My Bedת ART

A foto acima é considerado uma "obra de arte" e tem por nome "My Bed", da artista e feminista judia Tracey Emin. O "trabalho" foi "criado" quando ela acordou certa manhã em 1998, após um de seus ataques de bebedeira com uma terrível ressaca, e olhando para seu quarto totalmente desgrenhado com a cama no meio.

Em vez de mergulhar de volta em mais um período de depressão com o pensamento de limpar tudo, ela tomou um outro olhar para a cena em torno dela e, em um lampejo de "inspiração", entendeu que aquela bagunça toda era "realmente uma bela obra de arte". E como têm quem concorde!

A inacreditável "obra de arte" foi vendido em meados de 2014 na casa de leilões Christie em Londres, para exatamente US $ 4,351,969 milhões.

Abaixo mais algumas obras bizarras desta pessoa.

Arquivo: Tracey Emin mijar em 2011.jpg Art Urinal My Modern Sorrow circa 03 de agosto de Duchamp
Tracey Emin mijando num mictório de Duchamp. Realmente precisa-se de muito talento.

              

Abaixo, a artista com algumas de suas "criativas obras de arte":

Ela mostra desprezo por tudo o que é agradável aos olhos, enquanto ela alegremente embolsa milhões de libras

O segundo quarto abriga seis grandes pedaços de chita bordada e um parece que ele pode ter sido tirada durante um ataque ruim dos shakes

Her sexually charged show which includes numerous paintings, sculptures and a few large items of embroidery has prices ranging from £17,000 to £220,000

Uma escultura de madeira em uma das de Miss Emin exposições anteriores amor é o que você quer ", na Galeria Haywood

       
A imagem acima é uma das "obras de arte" da feminista judia Carolee Schneemann, "Meat Joy", 1964. Nesta imagem, vemos uma mulher abraçada com um homem tendo seu corpo coberto por pedaços de frango e peixe morto. E abaixo o vídeo da bizarrice:



         
   Outra infeliz "obra de arte" de Carolee Schneemann com nome de "Eye Body #29", 1963.



Aqui ela depois de fazer um rolo de papel e o introduzir na sua própria vagina, puxa-o para fora enquanto a sequência desse circo dos horrores é fotografado.

Têm muita mais "obras" nada recomendáveis serem postadas aqui ou em qualquer outro lugar que não sejam em manicômios ou consultórios de psiquiatria, como mulheres se masturbando, sexo bizarro, rabiscos denotando graves distúrbios ou degeneração ou ausência de mental, etc.

Porém, o que se popularizou como "obra degenerada" não foram as acima expostas, mas as que se seguem:

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Friedrich Wilhelm Kalb: a trilogia"Procurando, Achando, Perdendo" (Daphne, Eros e Psique, Eurydike e Orfeu)


                        Gisbert Palmie: "Recompensas do Trabalho".

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               Oskar Martin-Amorbach: "O Semeador" (The Sower) de 1937.

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               Julius Paul Junghanns, 1939.

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Adolf Wissel: "Família de Agricultores de Kahlenberg" de 1939.

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Oskar Martin-Amorbach: "Colheita", na Exposição de Arte Alemã de 1938.

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                       Udo Wendel: "A Revista de Arte" de 1940.

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Adolf Ziegler: "Os Quatro Elementos", na exposição de Arte Alemã de 1937.

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Sepp Hilz: "Trilogia Rural: Camareiras, Cornucópia* ou Chifre da Abundância e Servidores".

*Cornucópia é um símbolo representativo de fertilidade, riqueza e abundância. Na mitologia greco-romana era representada por um vaso em forma de chifre, com uma abundância de frutas e flores se espalhando dele. Hoje, simboliza a agricultura e o comércio, além de compor o símbolo das ciências econômicas.

O seu significado provém da cabra Amalteia que na mitologia greco-romana amamentou Zeus/Júpiter enquanto criança.

Atualmente essa palavra é utilizada como sinônimo de abundância, porém está sendo esquecida por seu estilo rebuscado e antigo.

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        Paul Matthias Padua: "O Décimo de Maio" de 1940.

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                 Arthur Kampf: "Na Usina" numa exposição de Arte Alemã de 1939.

          
                         Escultura de mulher nua de Adolf Wagner von der Mühl.

          
                               Escultur com três mulheres de Robert Ullmann.

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                  Emil Scheibe: "Hitler no Front" de 1943.



Chanceler alemão Adolf Hitler, (quarto da esquerda), acompanhado por Joseph Goebbels, (próximo a ele), em 1938 nazista Art Exhibition


Chanceler alemão Adolf Hitler acompanhado por Joseph Goebbels e outros proemintes, na grande exposição de  artes em 1938.

         Art nazista
Esta obra é uma das mais famosas do Terceiro Reich e foi pintada pelo SS-Obersturmführer e Professor Carl Diebitsch. O nome desta bela e verdadeira obra de arte é "Mutter" (Mãe em alemão). 

Abraços