"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador." - Eduardo Galeano

"O século 20 produziu uma espécie terrível de pessoas: a do homem que acredita realmente que é publicado nos jornais." - Oswald Gottfried Spengler

"A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência." - Adolf Hitler

"Quem vive da mentira deve temer a verdade!" - Friedrich Christian, Príncipe de Schaumburg Lippe

"A razão pela qual os homens são silenciados não é porque eles falam falsamente, mas porque eles falam a verdade. Isso porque, se os homens falam mentiras, suas próprias palavras podem ser usadas contra eles, enquanto se eles falam verdadeiramente, não há nada que pode ser usado contra eles, exceto a força." - John “Birdman” Bryant

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Desmascarando a Nova Ordem Mundial

Um Plano Judaico de Dominação Mundial

       

http://henrymakow.com/2015/12/rulers-of-their-destiny.html

Um artigo publicado no Paris Review, Le Contemperain de 1º de Julho de 1880, intitulado 'Um Relato por John Readcliffe dos Eventos Político-Históricos Registrados nos Últimos 10 Anos' propunha ser uma conferência dada por um grande Rabino, Reichorn, em um Segundo encontro do círculo interno dos líderes Judaicos em Praga, em 1869, sobre a tumba do grande Rabino, Simeon-ben-Jehuda. O documento é hoje difícil de encontrar.

Como de costume, os simpatizantes dos Judeus têm sido ligeiros em desacreditar o documento que é dito ser um protótipo para os Protocolos de Sião, embora seja totalmente diferente. Em “The Role of Conspiracy Theory in Shaping Modern History” (‘O Papel da Teoria Conspiratória em Moldar a História Moderna’), de 2009, David Aronowitch alega que John Retcliffe foi o pseudônimo de Hermann Goedsche cujo romance "Biarritz" contém um capítulo "No Cemitério Judaico de Praga" que forma a base de seu ultimo relato. Isso é similar a sua artificial desmitificação para “Os Protocolos” envolvendo Maurice Joly.

La Via France, número 214, relatou que Readcliff foi assassinado brevemente depois da publicação do discurso. O Judeu, Lisal, que lhe foi apresentado, morreu em um duelo. Eis aqui alguns excertos do texto, como editado por the Britons, 40 Great Ormond Street, Londres, Inglaterra, as pessoas que publicaram os Protocolos:

Citação:

"Nossos padres delegaram aos líderes escolhidos de Judá o dever de encontrarem-se pelo menos uma vez em cada século ao redor da tumba do grande mestre Caleb, o Rabino santo, Simeon-ben-Jehuda, cujos aprendizados foram transmitidos aos eleitos de cada geração, poder sobre todo o mundo e autoridade sobre todos os descendentes de Judá.

Já agora, por 18 séculos tem durado a Guerra do povo de Judá contra esse Poder que foi prometido a Abraão, mas que dele foi arrancado pela 'Cruz', pisado sobre os pés, humilhado por nossos inimigos, constantemente sob o medo de morte ou perseguição ou roubo e de violação de todos o gênero. O povo de Judá, porém, por nenhum meio sucumbiu. E se nós somos dispersos pelo mundo inteiro, é porque o mundo inteiro nos deve pertencer. Desde vários séculos atrás, nossos instruídos homens têm estado lutando bravamente e com a perseverança que nada pode destruir a 'Cruz'.

Nosso povo está gradualmente chegando ao topo e a cada dia nosso poder aumenta. A nós pertence o deus de hoje, que Aarão nos construiu no deserto; esse bezerro de ouro, que é o deus universal dos dias atuais. Desde o momento quando deveríamos ter feito de nós os únicos possuidores de todo ouro do mundo, o real poder passaria a nossas mãos, e então deveriam estar cumpridas as promessas feitas a Abraão. O ouro é o maior poder no mundo (1). O ouro, que é força, recompense, e os meios para todos os prazeres, tudo que o homem teme e cobiça; ali você tem o mistério; o profundo conhecimento do espírito que governa o mundo; ali você tem o futuro. Dezoito séculos pertenceram aos nossos inimigos, mas o presente século e os futuros séculos deverão nos pertencer, o povo de Judá, e seguramente nos pertencerá.(por isso a substituição dos nobres, dos homens de virtude pelo homo economicus. Estão todos tão entranhados nisso que não se dão mais conta do fato, nem percebem que precisam sair dessa situação. Como bem alerta Cristo: "Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." Apocalipse 13:17)

O Anticristo segundo sua etnia:


Essa é a 10ª ocasião durante os 1.000 anos da incessante e feroz batalha contra nossos inimigos que se encontraram no cemitério, diante da tumba de nosso grande mestre Caleb, o Santo Rabino, Simeon-ben-Jehuda. Os líderes eleitos de Judá, no intuito de desenvolver meios de colocar a nosso favor os sérios erros e pecados que nossos inimigos, os Cristãos, estão sempre cometendo. Em cada ocasião, o novo Sinédrio proclamou e pregou a luta sem misericórdia contra esses inimigos. Mas em nenhum dos séculos precedentes nossos ancestrais tiveram êxito em concentrar em nossas mãos tanto ouro e, desta forma, tanto poder como no século XIX, que foram os anos de 1800, que quase já passaram. Nós podemos, portanto, nos elogiar sem medo de nos enganar, que nós obtivemos nosso objetivo e podemos olhar com confiança para o futuro. Os tempos de perseguição e humilhação, aqueles tempos sombrios e dolorosos, que o povo de Judá suportou com tal heróica paciência, felizmente se passaram graças ao progresso da civilização entre os Cristãos. E esse progresso é o melhor escudo por trás do qual podemos ocultar e trabalhar no intuito de limpar com firmeza e cadenciar o espaço que ainda nos separa de nosso objetivo final.

Vamos simplesmente lançar nossos olhos sobre o estado material da Europa e examinar os recursos que os Judeus conseguiram coletar desde o início do presente século, somente pela concentração em nossas mãos do vasto capital que controlamos hoje nesse momento. Assim, em Paris, Londres, Viena, Berlim, Amsterdam, Hamburgo, Roma, Nápoles etc., e entre os Rothschilds por toda a parte, os Judeus são os mestres da situação financeira pela posse de vários milhares de milhões. Isso, sem contra que em cada localidade de medida de secundária ou terciária importância, há aqueles que mantêm fundos em circulação e em toda parte sem os filhos de Judá, sem sua direta influência, nenhuma transação financeira, nenhum trabalho importante pode ser realizado.

Hoje, todos os imperadores, reis e príncipes reinantes são esmagados pelas dívidas contraídas para a manutenção de imensos exércitos permanentes para empurrá-los até seus tronos rasgados. O mercado financeiro calcula e regula essas dívidas e nós somos, em uma grande medida, os mestres do mercado financeiro por toda parte. Nós devemos estudar, portanto, para encorajar esses empréstimos mais e mais de forma que possamos nos tornar os únicos controladores de todos os mercados e, tanto quanto possível, tomar para si como proteção ao capital que temos abastecido os países a exploração de suas estradas de ferro, minas, florestas, fundições, fábricas; desta forma, o próprio estado e o controle da tributação.

O 666 e a marca judaica:


A agricultura sempre permanecerá a grande fonte de riqueza em todos os países. A posse de grandes propriedades carrega consigo honra e influência para os proprietários. Segue-se, então, que nossos esforços deveriam ser dirigidos em fazer dos Judeus ímas de imensos territórios. Nós devemos, portanto, apressar o desmanche dessas grandes propriedades para que possamos adquiri-los muito mais rápida e facilmente. Sob a pretensão de ajudar as classes trabalhadoras, devemos colocar todas as taxas sobre os grandes proprietários. E quando essas propriedades devessem cair em nossas mãos, todos os trabalhadores e proletariado cristão se tornará para nós a fonte de imenso ganho.

Pobreza é escravidão, disse um poeta. O proletariado é o mais humildes servo da especulação. Mas opressão e influência são os mais humildes servos da mente que inspira e estimula a esperteza. Quem, então, recusará aos filhos de Judá a inteligência, prudência e perspicácia? Nosso povo é ambicioso, orgulhoso e ganancioso por prazer. Onde há luz, há também sombra. E não é sem razão que o nosso deus deu ao seu povo escolhido a vitalidade da serpente, a esperteza da raposa, a visão do falcão, a memória do cachorro, a solidariedade e o instinto gregário do castor. Nós nos desenvolvemos no cativeiro da Babilônia e nos tornarmos poderosos. Nossos templos foram destruídos e reconstruímos milhares de templos em seu lugar. Durante 18 séculos nós fomos escravos e no presente século ascendemos sobre todos os demais povos.

É dito que inúmeros de nossos irmãos de Judá foram convertidos e batizados como Cristãos. O que importa? Os batizados podem tornar-se muito úteis para nós. Eles podem se tornar nossos auxiliares para marchar até novos horizontes, que ainda nos são desconhecidos. Pois esses convertidos ainda nos pertence apesar do batismos de seus corpos, seu espírito e sua alma sempre permanecerá fiel a Judá. Em um século não haverá filhos de Judá que desejem ser cristãos, mas, ao reverso, cristãos que afluirão para nossa fé (2). Mas, então, Judá os repelirão com desdém. A Igreja Cristã sendo uma de nossos mais perigosos inimigos, nós devemos trabalhar com perseverança para enfraquecer sua influência. Nós devemos enxertar tanto quanto possível sobre a inteligência daqueles que professam a religião cristã, idéias de liberdade de pensamento, de dúvida, de cisma (3) e provocar disputas religiosas. Assim, naturalmente provocar divisões em seitas do Cristianismo; naturalmente devemos começar por desacreditar os ministros de sua religião. Vamos declarar Guerra aberta sobre eles; sugerir suspeitas como sua devoção de sua vida privada e ridicularizá-los e zombá-los. Nós devemos obter o melhor da consideração ligada ao estado e ao figurino.

O inimigo natural da igreja é a luz que vem da instrução e é o inevitável resultado de uma multiplicação de escolas. Vamos nos preparar para ganhar influência sobre os jovens pupilos. A idéia de progresso carrega consigo a igualdade de todas as religiões que, em sua volta, conduz à supressão na escola de lições de Cristianismo. Os Judeus, pela sutileza e aprendizado, obterá sem dificuldade cadeiras e posições como professores nas escolas cristãs. Por esses meios, a educação religiosa sera deixada ao círculo familiar e, como em muitas famílias, não haverá tempo para cuidar desse ramo de instrução. O espírito religioso enfraquecerá, pouco a pouco, e desaparecerá completamente. (acaso não vemos isso hoje?)

Cada guerra, cada revolução, cada choque político ou religioso, que vem a suceder no mundo Cristão traz mais próximo o momento em que nós deveremos obter o objetivo rumo ao qual estamos pressionando. Comércio e especulação, dois fatores férteis de vasto ganho, nunca devem estar fora das mãos dos Judeus. E, primeiro de tudo, devemos fazer um monopólio de álcool, manteiga, pão e vinho. Através disso, nós deveremos nos tornar os mestres absolutos da agricultura e de a inteira posição econômica rural. Nós deveremos ser os distribuidores de milho em tudo. Mas se uma certa quantidade de descontentes devesse suceder ascendendo da miséria do proletariado, seria fácil atirar a responsabilidade no governo.

Todos os cargos públicos devem ser abertos aos Judeus, e uma vez instalados, nós deveremos saber como penetrar direto na origem da genuína influência e poder. Isso, por meio da atividade e astúcia e nossos bajuladores. É de ser entendido que tudo isso somente se aplica às posições de honra e poder e privilégio, pois como recompensas àqueles cargos que requerem conhecimento, trabalho e problema, essas devem ser deixadas aos Cristãos. A magistratura é para nós uma instituição de primeira importância.

A carreira de advogado, mais do que qualquer outra, desenvolve a faculdade de civilização e mantém-se em contato com os negócios de nossos inimigos naturais, os Cristãos. E é por conta disso que nós somos capazes de deixá-los a nossa misericórdia. Por que os Judeus não deveriam se tornar ministros de instrução pública quando eles supostamente controlarem os cargos de finanças? Os Judeus devem também aspirar aos postos dos legisladores de forma que eles possam trabalhar destruindo as leis feitas pelos gentios, pecadores infiéis; contra os filhos de Judá, que são os únicos fiéis pela constante obediência das leis de Abraão. Em relação ao restante desse assunto, nosso plano é um plano de sucesso completo em progresso, pois, por quase toda parte, reconheceu-se e consentiu-se os mesmos direitos de cidadania aos Cristãos. Mas o que é importante obter e que deve ser objeto de nosso constante esforço é uma lei menos severa sobre a falência. Nós deveremos torná-la uma mina de ouro, mais rica do que já foram as minas da Califórnia.

O povo de Judá deve dirigir suas ambições rumo ao alto grau de poder de onde fluem preferências e honras. O caminho mais efetivo de obter êxito é ter uma firme mão sobre todas as associações: industriais, financeiras e comerciais. Ao mesmo tempo, resguardando-se cuidadosamente contra qualquer armadilha ou tentação que poderia nos expor a processos legais. Nós devemos nos conduzir, portanto, com esses tipos de especulações, com essa cautela e tato que marcam nossa especial atitude para os negócios.

Devemos ser estrangeiros para tudo que merece uma posição de distinção na sociedade: filosofia, medicina, direito, música, política, economia. Numa palavra, todos os ramos da ciência, da arte e da literature são um campo vasto. Onde o sucesso deve nos tornar muito importantes e exibir nossa atitude. Esses ambientes são inseparáveis da especulação. Assim, uma composição musical, não importa se medíocre, nos dará uma desculpa plausível para preparar um pedestal, envolvendo com uma auréola o Judeu que foi o autor. Quanto às ciências, medicina e filosofia, eles deveriam também formar parte de nosso domínio intelectual. Um doutor é iniciado nos segredos familiares mais íntimos, e tem como tal em suas mãos a saúde e a vida de nossos inimigos mortais, os Cristãos.

Nós devemos encorajar os casamentos entre Judeus e Cristãos. Pois o povo de Judá, sem arriscar perder o contato, não pode senão ganhar por essas alianças. A introdução de uma pequena gota de sangue impuro em nossa raça, escolhida por Deus, não poderia por qualquer meio corrompê-la, e nossos filhos e filhas suprirão por esses casamentos alianças com as famílias Cristãs na posse de alguma promoção e poder.

Em troca de dinheiro que nós deveremos dar, é justo que nós devamos obter o equivalente em influência sobre aqueles que nos cercasse. Essa linhagem com os Cristãos não impõe qualquer desvio do curso que nós traçamos. Pelo contrário, com um pouco de diplomacia, isso nos tornará, de alguma maneira, soberanos de seu destino. É desejável que os Judeus devessem se abster de ter mulheres de nossa santa religião como amantes e que eles devessem escolher para esse papel entre virgens Cristãs. Trocar o sacramento do matrimônio numa Igreja por um simples contrato diante de alguma autoridade civil seria um assunto de grande importância para nós; pois a partir daí as mulheres Cristãs fluiriam para nosso campo.

Se o Ouro é o primeiro poder nesse mundo, o segundo sem dúvida nenhuma é a Imprensa. Mas o que pode o segundo sem o primeiro? Na medida em que nós não possamos perceber tudo que já foi dito e planejado sem a ajuda da Imprensa, por conseguinte nosso povo deve dirigir todos os diários em cada país. A posse do ouro e a esperteza em usá-lo para untar a palma das mãos daqueles abertos ao suborno nos tornará árbitros da opinião pública e nos dará domínio sobre as massas.

Avançando desta forma, passo por passo nesse caminho, e com a perseverança que é nossa grande virtude, nós deveremos recuar os Cristãos e aniquilar sua influência. Nós deveremos ditar ao mundo naquilo que eles deveriam ter fé, o que eles devem honrar e amaldiçoar. Talvez alguns indivíduos se prepararão contra nós e nos condenarão e amaldiçoaram; mas as massas dóceis e ignorantes nos escutarão e tomarão nosso lado.

Uma vez mestres absolutos da imprensa, nós deveremos ser capazes de alterar a nosso gosto todas as idéias de honra, virtude, sinceridade de caráter, e fazer o primeiro ataque e quebrar o primeiro golpe naquela instituição, até aqui secreta, nomeadamente, vida familiar; e assim realizar sua destruição. Nós deveremos ser capazes de apagar a crença e fé em tudo que nossos inimigos, os Cristãos, têm até aqui venerado. Então forjando para nós como uma arma o cultivo das paixões, nós deveremos declarar guerra aberta sobre tudo que ainda é respeitado e venerado.

Permitam todos os precedentes serem entendidos e pontualmente registrados. E deixe cada filho de Judá absorver esses princípios. Então nosso poder crescerá como uma árvore gigante cujos ramos darão o fruto que é chamado riqueza, prazer, alegria, poder como compensação pelo repugnante estado pelo qual o povo de Judá passou por vários séculos.

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Artigo do jornal NYT de 1940 noticiando que a Nova Ordem Mundial fora prometida aos judeus. Fonte: http://tomatobubble.com/nwo_jews.html

Quando um dos nossos dá um passo à frente, deixe outro segui-lo de perto. Se um Judeu é saudado diante das cortes do país, deixe seu irmão vir como seu assistente; mas somente quando este último agir em concordância com as leis que Judá estritamente observou por tantos séculos.

Nosso povo é conservador, fiel às cerimônias religiosas e aos costumes passado pelas gerações por nossos ancestrais. Nosso interesse requer que pelo menos simulemos um zelo pelas questões sociais que são a ordem do dia; aqueles acima dos quais preocupam o aprimoramento das condições dos trabalhadores. Mas, em realidade, nossos esforços devem ser dirigidos a tomar posse desse movimento de opinião pública (p.e. a emancipação das classes trabalhadoras, o Movimento Trabalhista) e usá-los para manipular a política pública. A cegueira das massas, a facilidade com que elas são influenciadas pela eloqüência que, tão vazia quanto ruidosa … fez delas instrumento de adestramento e presas fáceis de besteiras e trapaças. Nós deveremos ser capazes de achar entre nosso povo aqueles que são capazes de falsificar o sentimento e comandar na mesma medida a eloqüência quanto sinceros Cristãos tenho-no em seu entusiasmo.

O sionismo e a farsa judaizante:


Nós devemos tanto quanto possível desviar o proletariado e submetê-los aos manipuladores das finanças. Através disso, nós deveremos fazer as massas ascenderem quando quisermos. Nós os empurraremos a insurreições e revoluções, e cada uma dessas catástrofes avança nossos interesses secretos e nos traz rapidamente mais próximos ao nosso grande objetivo, nomeadamente aquele de reinar sobre todo o mundo, como foi prometido ao nosso pai Abraão."

Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2016/12/um-plano-judaico-de-dominacao-mundial.html

Notas:
(1) Virtudes no lugar de ouro:
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/08/virtudes-no-lugar-de-ouro.html
Diamantes de sangue em Tel Aviv:
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/11/diamantes-de-sangue-em-tel-aviv.html
Ouro... Ah!, o ouro... :
https://desatracado.blogspot.com.br/2015/07/da-serie-alemanha-saqueada.html
(2) A heresia da judaização do Evangelho:
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/04/a-heresia-da-judaizacao-do-evangelho.html
Plano de 10 pontos para Judaizar a Igreja Católica:
https://askatasunaren.blogspot.com.br/2017/06/10-passos-para-heresia.html
Espírito de rebeldia:
https://desatracado.blogspot.com.br/2013/11/espirito-de-rebeldia.html
(3) O Calvinismo é de origem judaica:
https://desatracado.blogspot.com.br/2015/08/o-calvinismo-e-de-origem-judaica.html
TV de Israel debocha do cristianismo:
https://desatracado.blogspot.com.br/2014/08/tv-de-israel-debocha-do-cristianismo.html

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"Minha opinião dos cristãos sionistas? Eles são ESCÓRIA, mas não diga isso a eles. Precisamos de todos os IDIOTAS ÚTEIS que podemos obter no momento." 
Benjamin "Bibi" Netanyahu

Abraços

10 passos para a heresia

Plano de 10 pontos para Judaizar a Igreja Católica

      
                         Arai Daniele e família.

“O primeiro ponto reza: ‘Lembre-se que um só Deus fala a todos nós através do Antigo e do Novo Testamento’.
«O Judaísmo moderno, porém, não bíblico, mas talmúdico, abandonou o primeiro e recusa categoricamente o segundo.»

Segundo ponto: ‘Lembre-se que Jesus nasceu de mãe hebréia da estirpe de David e do povo de Israel, e que o Seu perene amor e perdão abraçam o Seu próprio povo e o mundo inteiro.’
«É bem verdade, mas para que os homens desse mundo se convertam.»

Terceiro: ‘Lembre-se que os primeiros discípulos, os apóstolos e os primeiros mártires foram hebreus.’  Sim, mas não fiéis ao Judaísmo.

Quarto: ‘Lembre-se que o mandamento basilar do Cristianismo de amar a Deus e o próximo, já proclamado no Antigo Testamento [que o Judaísmo abandonou] e confirmado por Jesus [que o Judaísmo recusa], deve vincular seja os cristãos seja os judeus em toda relação humana, sem nenhuma exceção.’ Mandamento obrigatório para todo homem, mas ao qual o Judaísmo não se considera vinculado e não pratica.  Aqui estamos em cheio na já citada ‘falaz impressão.’

Quinto: ‘Evite-se distorcer ou representar falsamente o Judaísmo bíblico ou pós-bíblico para exaltar o Cristianismo’. Mas este, dede o seu Fundador nunca precisou falsear nada, em especial para se exaltar a si mesmo. Nunca foi preciso, basta estudar um pouco a história.

Sexto: ‘Evite-se usar o termo judeu no sentido exclusivo dos inimigos de Jesus para nomear todo povo judeu’.

Sétimo: ‘Evite-se apresentar a Paixão de modo a transferir o ódio pela morte de Jesus a todos os judeus ou só aos judeus.  Só parte dos judeus de Jerusalém pediu a morte de Jesus, e a mensagem cristã foi sempre de que foram os pecados do gênero humano, figurados por aqueles judeus, nos quais todos têm parte, a levarem Cristo à Cruz’.

Oitavo: ‘Evite-se referir às maldições escriturais, ou ao grito da turba enfurecida: seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos, sem lembrar que este grito não deveria contar diante das palavras de peso infinitamente maior de Nosso Senhor: Pai perdoe-os, porque não sabem o que fazem’.

Nono: ‘Evite-se promover a supersticiosa noção que o povo judaico seja reprovado, maldito, reservado a um destino de sofrimentos’.

Décimo: ‘Evite-se falar dos judeus como se os primeiros membros da Igreja não tenham sido judeus’.”

(Arai Daniele, Segredo de Fátima ou Perfídia em Roma?, Editora Promissio, pp. 151-143)

Fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2017/05/plano-de-10-pontos-para-judaizar-igreja.html

Quem é a prostituta do Apocalipse?


"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência."
1ª Timóteo 4:1, 2

Abraços

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Café no bule com música 12

Te Deum laudamus, Canto Gregriano - Inno


Goumari


Divine Mother ~ Sacred Earth


Dani and Lizzy - Dancing in the sky


Anima Christi (Alma de Cristo) Tradução - Música Católica em Latim


Credo Niceno Constantinopolitano cantado em Latim


VENI CREATOR SPIRITUS - Giovanni Vianini


Snatam Kaur - Earth Prayer - The Official Music Video


Pachelbel Canon in D Major - the original and best version


Kayah & Goran Bregović - Nie ma ciebie (Ederlezi)


أغنية تارقية جميلة جدا


Besa Kokedhima - Ederlezi


Tarhanin Teglla ( my love gone )


NICE TWAREG MUSIC 1


Sona Jobarteh - GAMBIA (Official Video)


Audiomachine - Guardians at the gate


Audiomachine - Unfinished Life


Athmane Bali - Amin Amin


ترهانين تقلا .. سُلاف ليبيا


kader bahou trhanm


Alexandro Querevalú - Apurimac


Last of the Mohicans - Main Title From. Mohicans


Les Filles de Illighadad - Erilegh Iflassak | Live Plus Près De Toi


Hello - le Adele as Gaeilge


Julie Fowlis - Òganaich Uir a Rinn M' Fhàgail


Mo Ghille Mear (My Gallant Hero)


Kazakh Folk Song 2


Kazakh Folk Song


Krayzie Bone - Hard To Let Go


Paul Dinletir - The Return Of The Crown


Love Embroidery - Chinese Conservatory National Orchestra


CNY Music - 绣荷包 The Embroidered Purse


CNY Music - 金蛇狂舞 Dance of the Golden Snake


Golden Snake Dance Guzheng 金蛇狂舞 - 古筝大合奏


See You Again Zither/Guzheng Cover 古筝


MUSA - Chandelier(Sia) & Wrecking Ball Mash - Guzheng and Zhongruan with Backing track 古筝,中阮

EDERLEZI - MARIA DELIGIANNI


 قيتارة توارق


موسيقى تارقي


Aprecie também "Café no bule com música" 1 ao 20:

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Abraços

domingo, 28 de maio de 2017

Outro massacre inglês

O massacre esquecido (ou escondido?)

O que levou 400 mil famílias londrinas, logo após a declaração de guerra do Reino Unido à Alemanha nazi, a mandar matar os seus animais de companhia?

Joana Madeira Pereira

            
O massacre de 400 mil cães e gatos, durante quatro dias, em Londres, perpetrado pelos seus próprios donos, é um acontecimento esquecido da Segunda Guerra Mundial.

Dos períodos da História Contemporânea, é um dos mais conhecidos e estudados. Muitos dos eventos que decorreram durante da Segunda Guerra Mundial, das decisões políticas que influenciaram o curso dos eventos aos milhões de histórias pessoais e tragédias que deflagraram durante estes anos, já foram objeto de profundas análises e investigações, livros, filmes e reflexões pessoais. Os números do horror e das mortes já foram há muito contabilizados. Mas de entre os escombros, ainda continuam a surgir factos e elementos passíveis de darem mais forma e rigor aos acontecimentos terríveis que ocorreram durante este período negro da História. Um deles, agora contado no mais recente livro da historiadora inglesa Hilda Kean, decorreu durante quatro dias na cosmopolita Londres: assim que, a 3 de dezembro de 1939, o primeiro-ministro Neville Chamberlain anunciou, em direto na rádio BBC, que o Reino Unido havia declarado guerra à Alemanha nazi, milhares de britânicos fizeram filas de várias centenas de metros (a autora fala, por vezes, em meia milha, cerca de 800 metros), à porta das clínicas veterinárias, para darem uma injeção letal aos seus animais de estimação.

Em quatro dias, perto de 400 mil cães e gatos morreram, cerca de 25% da população de animais domésticos em Londres. Neste período, o estoque de clorofórmio esgotou e registou-se uma crise na gestão dos resíduos na capital inglesa.

Este procedimento coletivo, sem precedentes, foi voluntário, com o Governo britânico, os veterinários e as associações de proteção dos animais a pedirem calma ("calma"?!) às pessoas e a aconselharem contra estes atos de eutanásia. E aconteceu antes mesmo de os animais domésticos se tornarem figuras centrais no esforço de guerra, oferecendo assistência emocional e ajudando os seres humanos a sobreviver em cenários de combate e bombardeamento — contribuição que foi reconhecida, anos mais tarde, pelo próprio Governo britânico.

Hilda Kean, antiga responsável pelo departamento de História Pública do Ruskin College, Oxford, especializou-se em História Pública e Cultural e, mais particularmente, na história cultural dos animais. Com este livro, “The Great Cat and Dog Massacre”, resgata o acontecimento coletivo que marcou a primeira semana da guerra entre o Reino Unidos e a Alemanha e que acabou no esquecimento de todos.

Como se explica tal comportamento, perpetrado por tantos milhares pessoas? Kean explica que o medo de um ataque eminente dos nazis e a necessidade de se “fazer alguma coisa” para preparar a guerra, levou os britânicos a taparem as suas janelas com pesadas e escuras cortinas, a substituírem as flores dos seus canteiros domésticos por couves, a mandarem os seus filhos para o campo e, finalmente, a darem um fim abrupto à vida dos seus animais de companhia. Na teoria, defendiam, estavam a poupá-los ao sofrimento dos raides aéreos. Contudo, o primeiro ataque em solo britânico só aconteceu sete meses mais tardes desses fatídicos dias.

UMA DECISÃO PESSOAL SOMADA A MUITAS OUTRAS

Recorrendo a diversos materiais de pesquisa, como entrevistas, diários pessoais, cartas, notícias e anúncios publicitários, Hilda Kean argumenta que este ato coletivo não foi o resultado de uma crise de pânico generalizada: na verdade, refere, a primeira semana de guerra foi marcada por um “aborrecimento negro e generalizado”. E a eutanásia dos animais de companhia foi uma forma de as pessoas poderem fazer algo e estarem em controlo de alguma coisa. Mas foi sempre uma decisão pessoal, que nada teve de massiva, e que se deveu a condições pré-existentes em cada lar: afinal, 75% das famílias londrinas com animais de estimação fizeram, perante o mesmo dilema, tomaram a decisão contrária. Mas a decisão de 400 mil famílias, juntas, com medo de que lhes faltasse comida se a tivessem de partilhar com os seus animais, levaram a um massacre. No fundo, a autora coloca em causa a narrativa das “pessoas boas” a travarem uma “guerra boa” contra o “grande mal” — ainda que, meses depois de milhares de animais terem recebido a injeção letal, outros tantos tenham sido salvos por soldados aliados durante a evacuação, por via marítima, da célebre batalha de Dunquerque (1940): 300 mil soldados em fuga (afinal, batalha ou fuga?!) construíram centenas de jaulas para transportarem cães abandonados para a Inglaterra.

        
“The Great Cat and Dog Massacre — The Real Story of World War Two's Unknown Tragedy", Hilda Kean, Editora: University of Chicago Press; Páginas: 223 páginas; Preço: €27 (Amazon)

A partir do momento em que as bombas começaram a cair sobre Londres, as rações tornaram-se mais restritas e a comida do cão e do gato começou a ser desviada para os pratos do dono. O racionamento era para todos: donos e respetivos animais. Mas foi nesta época que os atos heróicos do cão que salvou a menina dos escombros ou do gato que antecipou mais um ataque aéreo começaram a ser determinantes. Como os humanos, padeceram dos males da guerra: perderam familiares (leia-se donos), enlouqueceram com os raides, muitos não sobreviveram aos ataques. Durante os anos da guerra, por exemplo, várias as organizações alertaram para importância de tanto cães como gatos usarem proteções nas orelhas, durante os ataques aéreos, ou máscaras antigases especiais e adaptadas. Porque para a guerra de uns é a guerra de todos.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/cultura/2017-05-27-O-massacre-esquecido

Ingleses massacrando povos indígenas nas suas colonizações, dos bôeres, longo histórico de pirataria e corso, massacres por fome na Índia, massacres aéreos em Dresden, Hamburgo e centenas de outras cidades alemãs na 2ª GM, e agora, massacres de gatos e cachorros. A lista dessa democracia é grande. 

Enquanto Adolf Hitler criava leis de proteção e bem estar aos animais, os democratas os exterminavam por paranoia e para ficar com a ração.

Abraços

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Café no bule com música 11

Bensound - Cute


Can Atilla - Mara Despina


Street Fighter - Hadouken Theme (Orchestral Remix)


Guillaume de Machaut "Je vivroie liement/Liement me deport"
Esta canção francesa virelai é do século XIV, escrita por Guillaume de Machaut (1300-1377)


Dean Valentine - A Fire Shall Be Woken


Si DESPACITO fuera SINFÓNICA


Cover Violín Luis Fonsi - Despacito ft. Daddy Yankee -Jose Asunción-


Dean Valentine - Dark Earth


England - Anon. 1225: Miri it is while sumer ilast


England - Anon. 1300: Bryd one breere


Gusli Russian Psaltery гусли Maxim Anukhin Максим Анухин


Emel Mathlouthi - Naci en Palestina آمال مثلوثي


Lena Chamamyan - Love In Damascus


The Epic Of Gilgamesh In Sumerian
O ÉPICO DE GILGAMESH é o primeiro grande trabalho de literatura que conhecemos, e foi escrito pela primeira vez pelos sumérios em torno de 2100 a.C.


Tigran Petrosyan - Monahos


Eldar Mansurov - Taleyim


John Dreamer - Becoming A Legend


John Dreamer - End of My Journey


Bensound - Buddy


Bensound - Sunny


John Dreamer - True Strength


Eon Sounds - Chasing The Dream


Bensound - Clear Day


El Cant de la Sibil·la a Milà


El Cant de la Sibil·la a Santa Maria del Mar


The Last Haven - To An Introvert (Peaceful Atmospheric)


New Dawn Rising (epic adventure music)


Land of the Brave (Celtic adventure music)


John Dreamer - Brotherhood


Ольга Алексеева - соло гусли


Vangelis - Carros de Fuego


Aprecie também "Café no bule com música" 1 ao 20:

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2014/10/cafe-no-bule-com-musica.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2015/06/cafe-no-bule-com-musica-2.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2015/10/cafe-no-bule-com-musica-3.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2015/12/cafe-no-bule-com-musica-4.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2016/01/cafe-no-bule-com-musica-5.html

http://askatasunaren.blogspot.com.br/2016/03/cafe-no-bule-com-musica-6.html

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http://askatasunaren.blogspot.com/2017/02/cafe-no-bule-com-musica-10.html

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http://askatasunaren.blogspot.com/2017/06/cafe-no-bule-com-musica-13.html

https://askatasunaren.blogspot.com.br/2017/08/cafe-no-bule-com-musica-14.html

http://askatasunaren.blogspot.com/2017/09/cafe-no-bule-com-musica-15.html

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https://askatasunaren.blogspot.com/2019/09/cafe-no-bule-com-musica-20.html

Abraços

terça-feira, 25 de abril de 2017

Os novos criminosos

Na presente postagem pretendo um pequeno ensaio sobre a situação que a maioria dos brasileiros se encontra desapercebidamente, narrar brevemente a evolução, melhor é involução, ocorrida no país nos últimos menos de 20 anos em termos sociais e conceituais.

        Resultado de imagem para censura criminosa

Os novos criminosos

Ser nacionalista e contrário a recente lei de imigração aprovada, então acusam de ser xenófobo. 
Ser cristão, então xingam de careta, retrógrado, que vive na Idade Média. Não é crime ainda, mas a aclimatação para tal já começou (1). 
Ser heterossexual, então acusam de ser homofóbico. 
Ser contra as drogas, portanto xingam de careta, repressor, contra o direito de liberdade de escolha.
Ser contra pichações e grafites, então dizem que és intolerante, preconceituoso, contra a liberdade de expressão.
Ser a favor da Família Tradicional, então és acusado de homofóbico, intolerante, conservador, 'reaça' (2).
Ser a favor do uso de armas pelo cidadão de bem, por isso acusam de homicida, de promover a violência.
Ser revisionista não só do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial, mas de toda a História, visto que novos documentos e descobertas são sempre feitas. Então acusam de ser antissemita, racista, genocida (3). 
Ser contra a arte degenerada, por isso és acusado de ser fascista, inflexível, conservador. 
Ser contra a Lei das Palmadas que tira a autoridade dos pais sobre os filhos, por isso acusam de torturador, de cruel insensível e sádico. 
Ser contra a pedofilia, por isso lhe chamam de opressor, 'reaça', conservador (4).
Ser contra aborto, então dizem que é o mesmo que desejar a morte de milhões de mulheres. 
Ser contra cotas para negros, então és chamado de racista, de intolerante, de ser da casa grande e senzala. 
E por aí vai. 

O título pode soar o tanto quanto exagerado, mas reflitamos no texto. Se o texto supra fosse escrito 20 anos atrás seria um absurdo, correto? Mas e hoje?

Em 14 anos de governo PT Lula e Dilma, transformaram milhares de brasileiros numa nova classe de "criminosos" em potencial, e outros mais ainda o serão. Quer maior corrupção que isso?!! ... Precisamos entender e ter sempre em mente que corrupção não é somente desviar dinheiro público. Nessa última década e meia apenas, corromperam os valores cristãos, corromperam as crenças e os valores gerais que formaram o povo e essa nação, corromperam a identidade e naturalidade do povo brasileiro, corromperam as escolas e livros didáticos, corromperam fatos e narrativas da historiografia nacional, corromperam até o dicionário da Língua Portuguesa com sua maliciosa dialética novilíngua. Desse modo, criaram toda uma nova gama de "crimes", dividindo ainda mais a sociedade ao invés de uni-la e pacificá-la.

Mas o que a suposta Direita faz? Nada. Não existe oposição ideológica, apenas oposição de poder, da chave do cofre. É um ou outro que solitário grita em contrário contra a cachoeira.

A Democracia (e tanto faz se de Direita, Centro ou Esquerda) não representa a crença nem os sonhos de folgadamente mais da metade da população. Sem ter o devido esclarecimento, pesquisas já apontam que a maioria do povo é contra os "novos crimes". E se antes de fazermos a mesma pesquisa de opinião pública, fôssemos explicar corretamente o que tudo isso significa, o percentual de rejeição aos desmandos governamentais dos 3 Poderes sobre "novos crimes" cresceria exponencialmente calando qualquer tentativa em contrário. É por receio que o povo fique esclarecido que não fazem debates públicos televisados e nacionalmente divulgados, é por isso que os veículos de comunicação distraem o povo com seu lixo jornalístico, com suas manipulações grosseiras, com seus comentários e editoriais asnáticos, com bola, bunda e novela.

(1) http://www.christianpost.com/news/florida-teacher-bans-cross-necklaces-in-class-promotes-lgbt-day-of-silence-181167/
(2) https://www.aciprensa.com/noticias/ideologia-de-genero-es-nueva-y-temible-careta-del-neomarxismo-afirma-experto-73250/
(3) http://www.pailegal.net/veja-mais/ser-pai/noticias/877-brasil-prestes-a-perder-a-liberdade-para-a-narrativa-da-historia
(4) https://askatasunaren.blogspot.com.br/2017/04/as-podridoes-da-esquerda.html

Democracia é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços

As podridões da Esquerda

As podridões de Simone de Beauvoir

Conforme os setores não feministas da sociedade vão se tornando cada vez mais expressivos e claros, os setores ainda não conscientes da natureza venenosa dessa ideologia reagem com um conjunto de argumentos que apenas revelam que a realidade fatual não é ainda inteiramente conhecida pelo público.

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           Simone de Beauvoir (1908, Paris, França – 1986, Paris, França)

Algum tempo atrás, um grupo de feministas de cafeteria tentava me convencer que o feminismo não é tão mau quanto eu digo que é e que se eu apenas lesse mais sobre feminismo, eu eventualmente entenderia. Como um exemplo para apoiar essa tese, as citadas feministas me recomendaram que lesse os escritos de Simone de Beauvoir, a Marxista-feminista conhecida por seu livro O Segundo Sexo. Naturalmente aquelas feministas foram incapazes de conceber que alguém tivesse levado sua ideologia a sério o suficiente para ler sua literatura e então, racionalmente, acabar por rejeitá-la. Como para qualquer outro culto, tal coisa é inconcebível para os verdadeiros crentes da seita.

No cabeçalho desta postagem, uma série de alegações foi feita sobre a eminente feminista e é justo que se apresentem provas – o que é exatamente o que será feito nas linhas a seguir.

Entre 1943 e 1944, quando a França estava sob ocupação nazista, Simone de Beauvoir trabalhou como diretora de sonografia para a Rádio Vichy. Radio Vichy era a estação de rádio estatal na assim chamada zone libre (zona livre) da França, após a capitulação da República Francesa diante da Alemanha nazista em 1940. Dizemos “assim chamada” porque o regime de Vichy, embora teoricamente neutro do ponto de vista militar, era de fato um colaborador ativo do regime nazista e hoje é fato reconhecido por todos os lados envolvidos que a Rádio Vichy era porta-voz de fato da propaganda nazista nas ondas de rádio francesas. (estava como espiã de Stalin, para que lugar melhor que um órgão do próprio governo alemão e com acesso a tecnologia de transmissão?)

Defensores de Beauvoir podem dizer que ela foi obrigada pelas circunstâncias a trabalhar lá, assim como muitos indivíduos agora alegam ter sido forçados a colaborar com a “Securitate” durante o regime comunista. Mas os manuscritos de Beauvoir durante o período, revelados posteriormente, contam uma história diferente.

Mesmo autores feministas, como a Dra. Ingrid Galster, que dedicou anos de sua vida a estudar Simone de Beauvoir, têm que admitir, mesmo a contragosto, que a atitude manifesta por Beauvoir como diretora de sonografia na máquina de propaganda nazista era, no mínimo, de colaboracionismo sutil e a forma pela qual ela chegou àquele trabalho não foi via coerção – mas sim por uma escolha perfeitamente consciente. Beauvoir já era membro do sindicato de funcionários públicos e poderia ter optado por trabalhar numa prefeitura, por exemplo. Mas ela tinha que escolher trabalhar em algo que não fosse ensinar, pois sua carreira como professora estava encerrada – apesar de já ter as qualificações e o prestígio necessário para ensinar, dado que ela tinha tido o segundo melhor desempenho como estudante de doutorado em sua geração, ficando apenas atrás de seu amante de toda a vida, Jean-Paul Sartre.

A razão pela qual ela não podia mais lecionar está relacionada exatamente à pedofilia e a Sartre. Em 1943, Simone de Beauvoir foi demitida por comportamento que levara a corrupção de menor.

Novamente, os apologistas de Beauvoir poderão apressar-se em dizer que o momento em 1943 foi um incidente singular ou, como já me disseram, um incidente simplesmente inventado pelos nazistas que não podiam suportá-la após entenderam que ela uma mulher marxista independente e empoderada. Mas isso está longe da verdade.

O interesse sexual de Beauvoir por crianças é um tema recorrente em toda sua vida. Ela estava entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o gênero literário que se iniciou nos anos 1930 (e durou até os anos 1980 na Europa Ocidental) chamado pedofilia pedagógica feminina. Ela tentou essa unificação com seu ensaio “Brigitte Bardot e a Síndrome de Lolita”, publicada pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada várias vezes até meados dos anos 1970. Nesse ensaio, Beauvoir glorifica Brigitte Bardot por seu aspecto físico infantil, que retém a perfeita inocência inerente no mito da infância e então a apresenta como uma Houdini para meninas, que as liberaria e empoderaria para além das correntes que as subjugavam.

O ensaio de 1959 foi só o começo. Em 1977, Beauvoir, juntamente com a maior parte da intelligentsia marxista francesa, assinou uma petição exigindo nada mais, nada menos que a legalização da pedofilia e a libertação imediata de três indivíduos condenados a cumprir longas sentenças de prisão por explorar sexualmente vários meninos e meninas com idades entre 11 e 14 anos. A petição assinada por Beauvoir e Sartre, entre outros, foi publicada no Le Monde e dizia, entre outras coisas:

Um tempo tão longo de prisão para investigar um simples caso “vicioso” em que as crianças não foram vítimas de qualquer violência, mas ao contrário, testemunharam perante os magistrados que consentiram – embora a lei atualmente negue-lhes o direito de consentir – um tempo tão longo na prisão nós consideramos escandaloso em si. Hoje eles estão em risco de ser sentenciados a uma longa pena de prisão, por terem tido relações sexuais com menores, tanto meninos quanto meninas, ou por terem encorajado e tirado fotografias de suas brincadeiras sexuais. Nós acreditamos que há uma incongruência entre a designação como “crime”, que serve para legitimar tal severidade, e os fatos próprios; mais ainda entre a lei antiquada e a realidade cotidiana em uma sociedade que tende a conhecer sobre a sexualidade de crianças e adolescentes […].

Assim, na opinião de Beauvoir, crianças de 11 anos na França do final dos anos 1970 tendiam a ser seres sexuais. Desde que a puberdade não acontecia e até hoje ainda não ocorre naquela idade para a grande maioria das crianças, é condizente nomear a defesa feita por Beauvoir como nada além de uma advocacia da pedofilia, a despeito da definição escolhida para a palavra.

A petição de 1977 deflagrou toda uma discussão em nível da sociedade na França sobre as leis relativas à idade do consentimento, uma discussão em que os abolicionistas (entre os quais Beauvoir e seu amante) se uniram no Front de Libération des Pédophiles (FLIP – a Frente de Liberação dos Pedófilos) e as intenções dos membros da FLIP eram explicadas claramente por eles próprios na discussão transmitida em abril de 1978 pela Radio France Culture. A FLIP seria lembrada como uma pioneira no movimento dos pedófilos franceses, embora a organização em si não tenha durado muito devido a suas discordâncias internas.

Além de Beauvoir e Sartre, houve outras pessoas envolvidas na advocacia da pedofilia naquele período, inclusive pessoas que então acabaram por liderar os destinos da França – a exemplo de Bernard Kouchner e Jack Lang, respectivamente o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!) no início dos anos 2000, no primeiro mandato de Jacques Chirac.

Tudo isso torna Beauvoir não apenas uma apologista da pedofilia, mas uma apoiadora atuante. Porém, o que faz dela uma abusadora é sua atividade de recrutar alunas, abusando-as e passando-as para Jean-Paul Sartre, às vezes separadamente, às vezes em ménage à trois integrado. O Telegraph escreve, numa crítica do livro de Carole Seymour-Jones, Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre (“Simone de Beauvoir? Conheça Jean-Paul Sartre”), um livro dedicado a analisar o relacionamento de Beauvoir com Sartre, o seguinte:

Por longos períodos, o casal se tornou um “trio”, embora os arranjos raramente funcionassem bem para a terceira parte envolvida: ao menos duas das ex-alunas de Beauvoir se viram a tornar-se primeiro suas amantes, então de Sartre, apenas para o casal fechar-lhes as portas, quando a diversão perdia a graça.[…]

Para Seymour-Jones, os casos de Beauvoir com suas estudantes não eram lésbicos, mas pedófilos em origem: ela as estava “preparando” para Sartre, na forma de “abuso infantil”.

Para Beauvoir (assim como para Sartre), a idade não importava, contanto que as parceiras fossem mais jovens do que ela e Sartre. A possibilidade de que as outras pudessem se ferir ou ser exploradas não passava nem remotamente pelo radar da eminente feminista, que pensava que “preparar” garotas para Sartre lhes tirar a virgindade (palavras de Sartre, não minhas) era em si e por si um ato de empoderamento sexual para aquelas meninas.

Mas se as escapadas com sabor de nazismo e pedofilia não convencem você do caráter questionável de Beauvoir, vamos dar uma olhada em seus escritos feministas, que estão tão repletos de misoginia que é difícil encontrar equivalente em outros setores da sociedade. Este aspecto por si não é surpreendente, visto que feminismo é em si uma ideologia misógina. Mas, não vamos tergiversar.

O livro de cabeceira de Beauvoir, O Segundo Sexo, considerado por feministas contemporâneas “notavelmente atual” – tinha o seguinte a dizer sobre mulheres casadas:

A esposa se alimenta dele como um parasita; mas um parasita não é um mestre triunfante.

Mais de um quarto de século depois, em 1975, em um diálogo com outra feminista, Betty Friedan, Beauvoir esclareceria sua posição além de qualquer dúvida razoável. Em uma discussão sobre a forma de compensar as mães que ficam em casa e cuidam de crianças, Beauvoir respondeu de forma inequívoca:

Não, nós não cremos que qualquer mulher deva ter essa escolha. Nenhuma mulher deveria ser autorizada a ficar em casa para criar crianças. A Sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa escolha, exatamente porque se houver tal opção, mulheres demais irão fazê-la. É uma forma de forçar as mulheres em uma certa direção.

Está claro? Na visão da eminente feminista, as mulheres são um monte de criaturas inertes, incapazes de escolher o que é bom para elas como adultos responsáveis. De fato, ninguém além de Simone de Beauvoir e sua ideologia marxista-feminista sabe o que é melhor para as mulheres. Portanto, nenhuma mulher deveria ser autorizada a escolher qualquer coisa que contrarie Beauvoir.

No mesmo diálogo, ela é ainda mais clara:

Em minha opinião, enquanto a família e o mito da família e o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.

Realmente o ódio de Beauvoir em relação à maternidade e às mães em geral é muito óbvio ao longo de todo o seu livro. Vejamos alguns exemplos:

A maternidade relega a mulher a uma existência sedentária; é natural para ela ficar em casa enquanto os homens caçam, pescam e vão à guerra.

[A mãe] é planta e animal, uma coleção de colóides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças que estão envolvidas com seus próprios corpos e provoca risos disfarçados de homens jovens, porque ela é um ser humano, consciência e liberdade, que se tornou um instrumento passivo da vida.

E quando essa importante feminista começou a atacar os corpos das mulheres, ninguém a pôde parar:

A atitude física evocada pela servidão menstrual constitui um pesado aleijamento.

[…] o corpo de uma mulher – e especificamente uma menina – é um corpo “histérico” no sentido de que não há, por assim dizer, distância alguma entre a vida física e sua realização fisiológica. O turbilhão trazido pela descoberta, pela menina, dos problemas da puberdade, as exacerba. Porque seu corpo é suspeito para ela, ela o escrutina com ansiedade e o vê como doente: ele é doente.

As glândulas mamárias que se desenvolvem na puberdade não têm papel na economia individual da mulher: elas podem ser removidas a qualquer momento em sua vida.

Beauvoir então passa a explicar em seu livro como é maligna e opressiva a família para o desenvolvimento de uma menina. Se o pai tem a audácia de ter orgulho e reconhecimento pelos sucessos de sua filha, isso é outra evidência da opressão e imposição de vassalagem para a filha em relação ao pai. Mas se os pais são relativamente poupados, as mães que ousam disciplinar suas filhas têm uma reprovação pior ainda da renomada feminista:

As mães – veremos – são cegamente hostis ao liberar suas filhas e, mais ou menos deliberadamente, atuam em persegui-las ainda mais; para o menino adolescente, o esforço para se tornar um homem é respeitado e ele já recebe grande liberdade. A menina é obrigada a ficar em casa; suas atividades externas são monitoradas.

Então, está claro? O fato de que alguns pais e mães não deixavam suas filhas saírem após certos horários na França ocupada por nazistas no meio da Segunda Guerra Mundial constitui opressão. E tenha em mente que Beauvoir minimiza este aspecto – sobre o qual ficam sérias dúvidas de que era generalizado – enquanto meninos de 13 e 14 anos estavam lutando na guerra, inclusive para mantê-la a salvo para poder escrever sua infame “filosofia” e produzir propaganda para o regime nazista – um regime que também mantinha meninos de 14 e 15 anos de idade em suas tropas. Fico quase tentado a dizer que ela deveria ter reconhecido seus privilégios. Mas não vou dizer.

A hipocrisia dessa mulher é fascinante em termos de estudo e revoltante ao mesmo tempo. Simone de Beauvoir, venerada até hoje como um grande ícone do “bom” feminismo dos anos 1960 e estudada nos “diálogos feministas” da Escola Nacional de Ciência Política e Administração Pública de Bucareste, defendeu com grande fervor o regime revolucionário de (judeu caraíta e maçom) Ioseb Dzhugashvili (também chamado de Iosif Vissarionovich Stalin) até muito tempo após os horrores do Stalinismo terem se tornado conhecidos na Europa Ocidental.

Em outras palavras, enquanto tantos romenos deixados na URSS estavam sendo deportados para os Gulags, enquanto a elite intelectual do meu país estava sendo dizimada em campos de concentração como Râmnicu Sărat, Pitești ou Aiud e enquanto até mesmo meninos de 12 anos eram torturados em prisões comunistas por conspiração contra a ordem socialista, Simone de Beauvoir publicava O Segundo Sexo em que ela explicava como a liberação das mulheres estava intimamente relacionada ao destino do socialismo – ao mesmo tempo negando veementemente, juntamente com seu parceiro, as atrocidades stalinistas que ocorriam naquele mesmo momento. E nós, pagadores de impostos romenos, agora pagamos para estudantes irem àquela Escola de Ciência Política e Administração Pública e estudar essa pessoa desprezível, como se ela fosse alguém a se admirar. Bom, esse é um exemplo real de misoginia patrocinada pelo Estado! Mas eu tenho a impressão de que a elite feminista sente-se muito confortável com isso.

Prezadas feministas de cafeteria, se vocês nos recomendam ler Simone de Beauvoir como um exemplo de feminista “do bem”, então vocês ou não a leram e a estão mencionando apenas para parecer cultas, ou, ao contrário, vocês a leram e concordam com o que ela defendeu e nesse caso, qualquer ser humano normal e não feminista teria que ser, no mínimo do mínimo, insano, para acreditar que vocês têm as melhores intenções em mente.

A ousadia com que Beauvoir propõe nada menos que a proibição sumária de certas escolhas para mulheres por essas escolhas não caberem em sua linha ideológica é o exemplo absoluto de utopia doentia para quem água quente é um conceito novo e para quem o planeta gira em torno dela. E se não girar assim, então há um problema com o planeta e ele deve ser proibido. A verdade deve ser proibida se ela for “incorreta”.

Se essas feministas fossem realmente sinceras quando dizem que querem combater a misoginia e ampliar o espectro de escolhas para as mulheres, então começariam por jogar na lata de lixo da História todo o arsenal ideológico vindo de Simone de Beauvoir. Mas, não fazem isso e nunca farão, porque feminismo é hipócrita em seus melhores dias e totalitário por natureza e prática em seus dias comuns. E nos seus piores dias, o feminismo exige o extermínio dos homens.

Prezadas feministas, sua declaração pública de admiração por Simone de Beauvoir diz muito mais sobre vocês mesmas do que qualquer coisa que qualquer um pudesse jamais dizer. Vocês mais uma vez provam que os melhores argumentos antifeministas vêm diretamente das próprias feministas. E por isso, nós lhes estendemos nossos agradecimentos!

Fonte: https://www.avoiceformen.com/feminism/simone-de-beauvoir-a-nazi-a-pedophile-and-a-misogynist/

Tradução de: https://speminaliumnunquam.blogspot.com.br/2017/04/as-podridoes-de-simone-de-beauvoir.html

Abraços 

domingo, 16 de abril de 2017

Para reflexão

lh3.googleusercontent.com/-aNwLDvJehgY/WOAhdu2enGI/AAAAAAAA46A/DVubz2yYz44a5_rUfluW9ywxYdxZftTFwCJoC/w530-h452-p-rw/2017%2B-%2B1

A Primeira Cruzada começou em 1095,

460 anos depois que a primeira cidade cristã foi invadida por exércitos muçulmanos,

443 anos depois dos muçulmanos pilharem na Itália,

427 anos depois que os exércitos muçulmanos colocaram primeiro o cerco à capital cristã de Constantinopla,

380 anos depois de a Espanha ter sido conquistada por exércitos muçulmanos,

363 anos depois de a França ter sido atacada pelos muçulmanos,

249 anos após a capital do mundo cristão, Roma particularmente, foi saqueada  por um exército muçulmano,

No momento em que finalmente começaram as cruzadas, os exércitos muçulmanos tinham conquistado dois terços do mundo cristão.

Abraços

quarta-feira, 12 de abril de 2017

És de esquerda ou de direita?

Todos os partidos estão comprometidos com a mesma agenda quando analisados com profundidade. É falsa a dicotomia entre Esquerda e Direita, o que acontece é que alguns não se apercebem disso, já outros estão cientes, mas são calados.

Tanto a Esquerda como a Direita no Brasil e no mundo estão dominadas pelos mesmos atores, eles jogam em todos os lados e assim sempre ganham, sempre estão e estarão no poder independente de qual lado ganhe as eleições.

Não compreender isso, é não saber combater os problemas reais. Portanto, nunca o povo será o vencedor.



Os povos do mundo inteiro precisam acordar enquanto há tempo para essa tática sutil de distração que é a briga falsa ou oposição teatral entre Esquerda e Direita que só acontecem em regimes como a Democracia e no Comunismo. Só dividem os povos no seu próprio seio e entre si. Em verdade, essa é uma de suas principais funções. Gustavo Barros, Adolfo Hitler, dr. Enéas Carneiro, padres e Papas, até Muammar al-Gaddafi, entre muitos outros – por coincidência todos execrados e silenciados de alguma forma –, discursaram, escreveram, admoestaram, documentaram e explicaram essa malandragem arriscando suas reputações e até suas próprias vidas para nadar contra a maré dessa loucura toda. E o povo aplaude seu auto-enforcamento ao direito a informação plena e isenta.

Mas a maioria, cega, entre os povos resolveram dar ouvidos e valor às propagandas de ódio, rancor e  promovidos por astros, atrizes e celebridades do cinema, novela, música e teatro, por jornalistas e donos de mídia (*) desde as pequenas até as maiores, por grupos e ONG's escusas, na literatura e pesquisas falseadas muitas vezes sem mínimos escrúpulos, por leis e estatutos esdrúxulos, por instituições nacionais e internacionais denominadas de "renomadas", não deixam que a Verdade (moral e histórica) e as Virtudes guiem e sejam os pilares ou b ase de sustentação dos povos e de tudo o que venham a realizar. Mas ao contrário, mergulhando e mergulhados numa maré de inversão de valores nunca vista desde o Dilúvio punitivo de Deus, ou de Sodoma e Gomorra.

(*) “Qualquer pessoa que ainda possua algum resíduo de honra deve ter muito cuidado em não se tornar um jornalista”.
Paul Joseph Goebbels (1897 – 1945), Ministro da Propaganda e do Esclarecimento Popular do III Reich.

E para quê tantos deram suas vidas para alertar os povos? Para desvia-los dos maus caminhos e também mostrar como é atual e verdadeira o que o Senhor Jesus Cristo disse sobre que "não devemos jogar pérolas aos porcos, pois esses as estraçalharão e se voltaram contra você" (Mateus 7: 6). Antes que os analfabetos funcionais de plantão, que são a maioria esmagadora infelizmente, venham me acusar de estar comparando o Senhor Jesus aos demais citados, estou me referindo sobre a COINCIDÊNCIA dessa essência da Verdade ser comum entre todos eles. E, "não se voltaram" contra Jesus, tem alguma semelhança com os analfabetos funcionais de hoje?



O que a Esquerda não solapa, a Direita solapa e assim o ciclo de destruição plena se fecha. Essa na verdade, é uma das principais funções da Democracia, repito, tanto faz se é de Direita, Centro ou Esquerda. Na verdade, essa troca de governo é parte da estratégia de destruição e despistamento da percepção popular, por isso a relevância da "alternância de poder". Acaso essa "alternância" não é a própria Teoria da Tese, Antítese e Síntese do judeu maçom Friedrich Engels? Nunca reparou nisso de que essa teoria destrutiva da nacionalidade e soberania dos povos está inserida dentro da própria Democracia? Democracia é um cavalo de Tróia, usando um vernáculo da Informática: um Trojan Horse da política. Não acredita? É fácil constatar. Dê um olhar pelo mundo, veja se todos os países democráticos não estão ou destruídos moralmente ou destruídos economicamente, quando não raros esfacelados nalgum grau em ambos os pontos: material e moral ou espiritual. Acaso seus povos podem levar suas vidas sem sobressaltos, em sossego, em paz? Não. Porque depois de 4 anos em média, acontece uma "alternância de poder". E o que valia antes, de repente não valerá mais. Ou seja, idéias, obras, valores, crenças, tudo é relativizado, mas de forma mais sutil, ao contrário do que era no regime siono-maçom-capitalista do Comunismo. Naquele período triste do povo russo, majoritariamente cristão, as leis mudavam desavergonhadamente, literalmente a pessoa da noite para o dia poderia virar criminoso e ser fuzilado em poucos dias após captura. A Democracia faz o mesmo, mas sutilmente. Quem comandava o Comunismo, comanda a Democracia. Sempre foi assim. E avisos não faltaram.

Uma nota mais sobre "alternância de poder". Não é de "poder", mas de fantoche. O que a Esquerda não solapa, a Direita solapa e assim o ciclo de destruição plena (material e moral ou espiritual) se fecha.

Então, ... és de Esquerda ou de Direita?

Abraços