"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador." - Eduardo Galeano

"O século 20 produziu uma espécie terrível de pessoas: a do homem que acredita realmente que é publicado nos jornais." - Oswald Gottfried Spengler

"A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência." - Adolf Hitler

"Quem vive da mentira deve temer a verdade!" - Friedrich Christian, Príncipe de Schaumburg Lippe

"A razão pela qual os homens são silenciados não é porque eles falam falsamente, mas porque eles falam a verdade. Isso porque, se os homens falam mentiras, suas próprias palavras podem ser usadas contra eles, enquanto se eles falam verdadeiramente, não há nada que pode ser usado contra eles, exceto a força." - John “Birdman” Bryant

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Como fabricar uma opinião pública

Como demonizar os muçulmanos e fazer os cristãos e ocidentais de idiotas.

    Imagem relacionada

Em janeiro de 2000, quando a imigração da Índia prendeu 11 muçulmanos no Aeroporto de Calcutá, que tinham planos para sequestrar um avião, segundo informações da inteligência indiana. Eles estavam para embarcar e foram impedidos a tempo.

Eles foram detidos porque estavam trajados como militantes afegãos. Inclusive estavam com barbas longas. A Índia estava traumatizada devido a um sequestro que acontecera recentemente ao incidente de Calcutá, e vendo que os detidos mostraram um comportamento altamente suspeito, a imigração não deixou-os embarcar.

Descobriu-se horas depois que os "islamitas" eram, na verdade, israelenses.(*)

Os 11 israelenses fantasiados de afegãos, o mesmo traje dos seguidores de Bin Laden, foram então liberados para pegar o voo para Bangladesh, o destino onde eles queriam chegar. Alegaram eles que queriam fazer um tour religioso num grande evento islâmico do movimento Tablighi Jamaat. Houve, porém, uma reviravolta e eles foram presos novamente, logo em seguida após a primeira liberação. O governo de Bangladesh revogou-lhes abruptamente o visto, sob a suspeita deles quererem matar um líder islâmico do movimento. Eles foram deportados para Israel.

(*) http://www.rediff.com/news/2000/jan/14cal.htm

“A maneira mais fácil de ganhar o controle de uma população é através da realização de atos de terror contra ela. (O público) vai clamar por tais leis (e mais controle) se a sua segurança pessoal (parecer) estiver ameaçada.”
Josef Stalin

Percebe como é simples e rápido demonizar um muçulmano e manipular você para que inocentemente colabore com a agenda sionista da Nova Ordem Mundial do Anticristo?

Esta foi apenas uma pequena e resumida amostra dentre centenas que foram e são feitas e conhecidas pelo nome de operação de bandeira falsa ("false flag" em inglês).

Operação de bandeira falsa ("false flag" em Inglês) são operações conduzidas por governos, corporações ou outras organizações que aparentam ser realizadas pelo inimigo de modo a tirar partido das consequências resultantes. O nome é retirado do conceito militar de utilizar bandeiras do inimigo. Operações de bandeira falsa são realizadas tanto em tempos de guerra como em tempos de paz.

Abraços

O voto, a grande injustiça

Voto, uma das maiores injustiças já criadas

Somos bombardeados a cada eleição, que o voto é uma das grandes conquistas da sociedade moderna, um avanço social e político, que é um dos atos mais justos e importantes que existem, fomentador da cidadania e dos direitos humanos entre outros, porque no voto, todos os cidadãos são tratados como iguais. Discordo.

           

O voto é uma das formas de manifestação política mais injustas que existem, porque justamente trata todas as pessoas de forma igual. Sendo assim, está a nivelar todos os cidadãos para baixo ou por baixo.

Pois que iguala o ignorante com o cidadão estudioso,
iguala o sonegador com o bom pagador,
iguala o preguiçoso com o trabalhador esforçado,
iguala o maconheiro com o responsável pai de família,
iguala a prostituta com a mãe com filhos e abandonada pelo marido,
iguala o alcoólatra com o atleta,
iguala o violento com o dialogador,
iguala o analfabeto político com o cidadão que acompanha a política,
iguala a mãe viciada que vende seu filho por drogas com a mãe que se esforça em cria-los na adversidade,
iguala o corrupto com o honesto,
iguala o sujo com o limpo,
iguala o demente com o lúcido,
iguala o criminoso com o cidadão de bem,
iguala as trevas com a luz, ...

Você considera esta situação correta ou um avanço social, político e justo?
Tratar desiguais igualmente é justo?

Como diz a imagem acima, "voto tem consequência", vemo-la todos os dias nas escolas, nas ruas, nos hospitais, no poder aquisitivo do salário, na criminalidade, na infraestrutura urbana, na moralidade, nos eleitos, etc.

Democracia (o correto é vulgocracia) de direita, centrou ou esquerda, é um circo que só palhaço acredita. E o palhaço ainda é burro e pagante.

Abraços

sábado, 3 de janeiro de 2015

Repórter, um perigoso inimigo?

A guerra pelas mídias e o triunfo da propaganda
John Pilger [*]

          

Os tempos que vivemos são tão perigosos e tão distorcidos na percepção pública que a propaganda já não é um “governo invisível”. Ela é o governo. Domina diretamente sem receio de contradição e o seu principal objetivo é o domínio de nós próprios: do nosso sentido do mundo, da nossa capacidade para separar a verdade da mentira.

Por que sucumbiu tão grande parte do jornalismo à propaganda? Por que são a censura e a distorção a prática padrão? Por que é a BBC tão frequentemente uma porta-voz do poder rapinante? Por que enganam os seus leitores o New York Times e o Washington Post?

Por que não ensinam os jornalistas jovens a entender as agendas dos media e a desafiar as afirmações altissonantes e os baixos objetivos da falsa objetividade? E por que não lhes ensinam que a essência de grande parte do que se publica nos media de referência não tem a ver com informação e sim com poder?

Estas são questões urgentes. O mundo está a enfrentar a perspectiva de uma grande guerra, talvez nuclear – com os Estados Unidos claramente determinados a isolar e provocar a Rússia e finalmente a China. Esta verdade está a ser invertida e posta às avessas por jornalistas, incluindo aqueles que promoveram as mentiras que levaram ao banho de sangue no Iraque em 2003.

          jew media
97 % das mídias no mundo estão sob controle de judeus que são a menor população do mundo, cerca de 1 ½ crore. De acordo com um relatório, incluindo BBC, CNN, FOX News, CNBC, Washington Post, New York Times, Wall Street Journal, Walt Disney, vários outros canais de televisão e produções cinematográficas estão sendo dirigidos por judeus A  afirmação vem de uma pesquisa detalhada que foi publicado no site http://www.awamiweb.com/97-percent-world-media-controlled-jews-70472.html

Os tempos que vivemos são tão perigosos e tão distorcidos na percepção pública que a propaganda já não é, como a denominou Edward Bernays, um “governo invisível”. Ela é o governo. Domina diretamente sem receio de contradição e o seu principal objetivo é o domínio de nós próprios: do nosso sentido do mundo, da nossa capacidade para separar a verdade da mentira.

A era da informação é realmente uma era dos media. Temos guerra pelos media; censura pelos media; demonologia pelos media; retaliação pelos media; diversionismo pelos media – uma linha de montagem surreal de clichés obedientes e pressupostos falsos.

         
Veja sobre a farsa dos 3 adolescentes judeus mortos por palestinos que ensejou mais um massacre contra a indefesa Faixa de Gaza em http://desatracado.blogspot.com.br/2014/07/a-farsa-dos-3-adolescentes-judeus-mortos.html

O poder de criar uma nova “realidade” tem estado em construção há muito tempo. Quarenta e cinco anos atrás, um livro intitulado The Greening of America provocou sensação. Na capa constavam estas palavras: “Há uma revolução que se aproxima. Ela não será como as revoluções do passado. Ela terá origem no indivíduo”.

Eu era correspondente nos Estados Unidos naquele tempo e recordo a elevação ao status de guru do seu autor, um jovem acadêmico de Yale, Charles Reich. A sua mensagem era que dizer a verdade e a acção política haviam fracassado e só a “cultura” e a introspecção podiam mudar o mundo.

Dentro de poucos anos, conduzido pelas forças do lucro, o culto do “eu-ismo” quase havia esmagado o nosso sentido de atuação conjunta, o nosso sentido de justiça social e de internacionalismo. Classe, gênero e raça eram separados. O pessoal era a política e os media era a mensagem.


Nesta sequência de imagens do atentado na Maratona de Boston em abril de 2013, vemos uma mulher com colete rosa com um estojo de maquiagem indo em cada vítima e não estar socorrendo, parece colocar maquiagem neles. Leia mais em http://www.anovaordemmundial.com/2014/05/parte-1-diretor-de-holywood-john-robles.html

Depois da guerra-fria, a fabricação de novas “ameaças” completou a desorientação política daqueles que, 20 anos antes, teriam constituído uma oposição veemente.

Em 2003 filmei em Washington uma entrevista com Charles Lewis, distinto jornalista de investigação americano. Discutimos a invasão do Iraque de uns poucos meses antes. Perguntei-lhe: “E se os media mais livres do mundo tivessem desafiado seriamente George Bush e Donald Rumsfeld e investigado as suas afirmações, ao invés de canalizar o que se revelou como propaganda em bruto?” Ele respondeu que se nós jornalistas tivéssemos feito o nosso trabalho “haveria uma possibilidade muito boa de não termos ido à guerra no Iraque”.

Trata-se de uma declaração chocante e que é partilhada por outros jornalistas famosos a quem fiz a mesma pergunta. Dan Rather, anteriormente da CBS, deu-me a mesma resposta. David Rose do Observer e jornalistas e produtores antigos da BBC, que pediram para permanecer anônimos, deram-me a mesma resposta.

Por outras palavras, tivessem jornalistas cumprido a sua tarefa, tivessem eles questionado e investigado a propaganda ao invés de ampliá-la, e centenas de milhares de homens, mulheres e crianças podiam hoje estar vivos, milhões podiam não terem fugido dos seus lares; a guerra sectária entre sunitas e xiitas podia não ter sido desencadeada e o infame Estado Islâmico podia agora não existir.

       20111210-193658.jpg
Apenas seis empresas sionistas possuem 96% dos dos meios de comunicação dos EUA. 
Fonte: http://counterpsyops.com/2011/12/10/thats-why-we-called-them-the-zionist-corporate-medias/

"O outro grande poder é a imprensa. Ao repetir sem cessar certas ideias, a imprensa consegue o fim em tê-los aceito como realidades. O Teatro (hoje substituído pelo cinema e tv) nos presta serviços análogos. Em todos os lugares da Imprensa e do Teatro obedecer nossas ordens."
Parte do discurso "Oração Fúnebre" feito em 1869 pelo rabino Reichhorn e publicado pela La Vieille France em sua edição de 21 de outubro de 1920, n º 195.
Fonte: http://desatracado.blogspot.com.br/2014/01/a-oracao-funebre-do-rabino-reichhorn.html

               

Mesmo agora, apesar dos milhões que foram às ruas em protesto, a maior parte do público nos países ocidentais mal faz ideia da escala absoluta do crime cometido pelos nossos governos no Iraque. Mesmo com poucos conscientes disso, nos 12 anos que precederam a invasão os governos estado-unidense e britânico ativaram um holocausto ao negarem meios de vida à população civil do Iraque.

Estas são as palavras do alto responsável britânico pelas sanções ao Iraque na década de 1990 – um assédio medieval que provocou a morte de meio milhão de crianças com menos de cinco anos, informou a UNICEF. O nome do responsável é Carne Ross. No Foreign Office em Londres ele era conhecido como “Sr. Iraque”. Hoje é alguém que conta a verdade sobre como governos enganam e como jornalistas propagam o engano de bom grado. “Nós alimentávamos jornalistas com factóides de inteligência expurgada”, contou-me, “ou congelávamo-los do lado de fora”.

O principal denunciante durante este período terrível e mudo foi Denis Halliday. Então secretário-geral adjunto das Nações Unidas e alto responsável da ONU no Iraque, Halliday preferiu renunciar a implementar políticas que descreveu como genocidas. Estima que as sanções mataram mais de um milhão de iraquianos.


Outra foto falsa (a segunda) para "provar" o Holocausto. Porém, a foto original (a primeira) é do estado de West Virginia/EUA em 1922 durante as revoltas de mineiros mostrando o resultado de um ataque à uma mina por revoltosos bêbados em Brooke County, Cliftonville. Notem que ambas são idênticas na fumaça, sombreado, postura e vestimenta dos homens, mas apenas estranhamente diferentes no solo onde na primeira mostra o que parece serem destroços e na outra aparecem corpos no lugar dos destroços. 

Local do motim Cliftonville
Esta é uma foto feita quando daquela revolta dos mineiros e vejam que os trajes dos homens nas 3 fotos são bem semelhantes. Fonte: http://www.wvculture.org/history/thi...tory/0717.html
Veja mais sobre falsificações de fotos em http://sv.metapedia.org/wiki/Bildmanipulation

O que aconteceu a seguir a Halliday foi instrutivo. Foi camuflado. Ou foi vilipendiado. No programa Newsnight da BBC, o apresentador Jeremy Paxman sussurrou-lhe: “Não será você um apologista de Saddam Hussein?” O Guardian recentemente descreveu isto como um dos “momentos memoráveis” de Paxman. Na semana passada, Paxman assinou um contrato de £1 milhão para um livro.

Os serviçais do silenciamento (suppression) fizeram bem o seu trabalho. Considerem os efeitos. Em 2013, um inquérito ComRes descobriu que a maioria do público britânico acreditava que o número de baixas no Iraque era de menos de 10 mil – uma minúscula fração da verdade. Um rasto de sangue que vai desde o Iraque até Londres foi lavado até quase ficar limpo.

Diz-se que Rupert Murdoch é o padrinho da máfia dos media e ninguém deveria pôr em dúvida o poder acrescido dos seus jornais – 127 ao todo, com uma circulação somada de 40 milhões, e da sua rede Fox. Mas a influência do império Murdoch não é maior do que o seu reflexo na generalidade dos media.

A propaganda mais eficaz não se encontra no Sun ou na Fox News – mas sob um halo liberal. Quando o New York Times publicou afirmações de que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa, acreditou-se nas suas provas falsas porque não era a Fox News; era o New York Times.

       
A cifra cabalística de 6.000.000 de judeus ou “holocausto(s)” aparece 19 vezes no New York Times no período entre 1900 á 1945. 
Fonte: https://caminhoalternativo.wordpress.com/2014/07/29/noticias-do-the-new-york-times-revelam-que-o-holocausto-judeu-nunca-existiu/

O mesmo é verdadeiro em relação ao Washington Post e ao Guardian, ambos os quais desempenharam um papel crítico para condicionar os seus leitores a aceitar uma nova e perigosa guerra-fria. Todos estes três jornais liberais adulteraram acontecimentos na Ucrânia como atos pérfidos da Rússia – quando, de fato, o golpe fascista na Ucrânia foi obra dos Estados Unidos, ajudados pela Alemanha e pela NATO.

A inversão da realidade é tão predominante que o cerco militar de Washington e a intimidação da Rússia não é contestada. Isso não é sequer notícia, mas é silenciado por detrás de uma campanha de difamação e medo do gênero daquela que assistíamos durante a primeira guerra-fria.

Mais uma vez, o império do mal está a vir apanhar-nos, liderado por um outro Stalin ou, perversamente, um novo Hitler. Nomeie o seu demônio e dispare.

         
Mapa mostrando a trajetória costumeira e o desvio de voo do Malaysian Airlines MH17 vôo que caiu na zona leste da Ucrânia e na imagem abaixo mostra que nenhuma aeronave comercial voava naquela área. 

Ucrânia
Fonte: http://www.businessinsider.com/why-malaysia-airlines-was-flying-over-a-war-zone-2014-7

    Imagem do Canal Um, da Rússia, mostrariam o que seria um caça disparando um míssil contra um avião de passageiros no leste da Ucrânia. Fotos são falsificações grosseiras, apontam especialistas
Imagem do Canal Um, da Rússia, mostrariam o que seria um caça ucraniano disparando um míssil contra o avião de passageiros voo MH17 no leste da Ucrânia. Os EUA negam esta denúncia, mas nunca apresentaram quaisquer provas de suas acusações contra a Rússia.

O silenciamento da verdade acerca da Ucrânia é um dos mais completos blackouts noticiosos de que me posso lembrar. A maior acumulação militar do ocidente no Cáucaso e na Europa oriental desde a segunda guerra mundial é censurada. A ajuda secreta de Washington a Kiev e suas brigadas neonazis responsáveis por crimes de guerra contra a população do Leste da Ucrânia são censurados. Provas que contradigam a propaganda de que a Rússia foi responsável pelo derrube de um avião da Malaysian são censuradas.

E, mais uma vez, os media supostamente liberais são os censores. Sem mencionar fatos, sem prova, um jornalista identificou um líder pró-Rússia na Ucrânia como o homem que derrubou o avião de carreira. Este homem, escreveu ele, era conhecido como O Demônio. Era um homem aterrador que assustou o jornalista. Era essa a prova.

Grande parte dos media ocidentais tem-se esforçado por apresentar a população de etnia russa da Ucrânia como intrusos (outsiders) no seu próprio país, quase nunca como ucranianos à procura de uma federação dentro da Ucrânia nem como cidadãos ucranianos a resistirem a um golpe orquestrado no estrangeiro contra o seu governo eleito.

O que o presidente russo tem a dizer não tem consequência; ele é um vilão de pantomina que pode ser maltratado com impunidade. Um general americano que encabeça a NATO, um sucessor direto do Dr. Strangelove – um general Breedlove – afirma rotineiramente invasões russos sem nem um fragmento de prova visual. A sua personificação do general Jack D. Ripper, de Stanley Kubrick, é uma caracterização perfeita.

Quarenta mil ruskies estavam a amontoar-se na fronteira, segundo Breedlove. Isso foi suficiente para o New York Times, o Washington Post e o Observer – este último tendo-se anteriormente distinguido com mentiras e falsificações que apoiavam a invasão de Blair do Iraque, como revelou o seu antigo repórter David Rose.

         
"A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular."
Prof. Andrew Oitke, catedrático de Antropologia em Harvard.

Há quase a joie d’esprit de uma reunião de classe. Os tocadores de tambor do Washington Post são exatamente os mesmos editorialistas que declararam a existência de armas de destruição em massa de Saddam como “fatos indiscutíveis”.

“Se quiser saber”, escreveu Robert Parry, “como o mundo poderia afundar-se numa terceira guerra mundial – tal como aconteceu com a primeira guerra mundial um século atrás – tudo o que precisa fazer é olhar para a loucura que virtualmente envolveu toda a estrutura política e dos media dos EUA sobre a Ucrânia onde uma falsa narrativa de chapéus brancos contra chapéus pretos se desencadeou a princípio e se demonstrou impermeável a fatos ou à razão”.

    Stop_Israel_US_Saudi_Arabia_Turkey_Qatar_supporting_ISIS_terrorists

    
John McCain falando com o chefe ISIS Abu Bakr Al-Baghdadi (aka Elliot Shimon, judeu) circulado em vermelho.

Parry, o jornalista que revelou o [escândalo] Irã-Contra, é um dos poucos que investiga o papel central dos media neste ”game of chicken“, como o chamou o ministro russo dos Estrangeiros. Mas será um jogo? Quando escrevo isto, o Congresso dos EUA vota a Resolução 758 que, em poucas palavras, diz: “Vamos preparar-nos para a guerra com a Rússia”.

No século XIX o escritor Alexander Herzen descreveu o liberalismo laico como “a religião final, embora a sua igreja não seja do outro mundo mas sim deste”. Hoje este direito divino é muito mais violento e perigoso do que qualquer coisa que o mundo muçulmano vomite, apesar de o seu maior triunfo ser talvez a ilusão da informação livre e aberta.

Nos noticiários, países inteiros são desaparecidos. A Arábia Saudita, a fonte de extremismo e de terror apoiado pelo ocidente não é notícia, exceto quando faz cair o preço do petróleo. O Iémen aguentou doze anos de ataques de drones americanos. Quem sabe disso? Quem se importa?

          

Em 2009, a University of the West of England publicou os resultados de um estudo de dez anos de cobertura da Venezuela feita pela BBC. Das 304 reportagens difundidas, apenas três mencionavam qualquer das políticas positivas introduzidas pelo governo de Hugo Chávez. O programa de alfabetização da história humana mal recebeu uma referência de passagem.

Na Europa e nos Estados Unidos, milhões de leitores e telespectadores não sabem quase nada acerca das notáveis mudanças, vivificantes, implementadas na América Latina, muitas delas inspiradas por Chávez. Tal como a BBC, a reportagens do New York Times, do Washington Post, do Guardian e do resto dos respeitáveis media ocidentais eram notoriamente de má-fé. Chávez foi ridicularizado mesmo no seu leito de morte. Como é que isto é explicado, pergunto, nas escolas de jornalismo? Por que é que milhões de pessoas na Grã-Bretanha são persuadidas de que é necessária uma punição coletiva chamada “austeridade”?

          
A farsa do homem na Lua em http://segredmund.blogspot.com.br/2013/10/10-fatos-que-provam-que-o-homem-nunca.html, http://ufosonline.blogspot.com.br/2013/12/missoes-apolo-farsa-do-seculo-homem.html entre outros.

Na sequência do crash econômico de 2008 revelou-se um sistema apodrecido. Durante uma fração de segundo os bancos foram alinhados como vigaristas com obrigações para com o público que haviam traído.

Mas dentro de poucos meses – com exceção de algumas pedras lançadas sobre os excessivos “bônus” corporativos – a mensagem mudou. As fotos dos banqueiros culpados desvaneceram-se dos tablóides e algo chamado “austeridade” tornou-se o fardo de milhões de pessoas comuns. Houve alguma vez um truque de prestidigitação mais descarado?



Hoje muitas das condições básicas de vida civilizada na Grã-Bretanha estão a ser desmanteladas a fim de reembolsar uma dívida fraudulenta – a dívida de vigaristas. Dizem que os cortes da “austeridade” montam a £83 mil milhões. É esse quase exatamente o montante do imposto que os mesmos bancos e corporações como a Amazon e a News UK de Murdoch se escaparam. Além disso aos bancos vigaristas é concedido um subsídio anual de £100 mil milhões em seguro gratuito e garantias – um número que financiaria todo o Serviço Nacional de Saúde.

         
“Qualquer pessoa que ainda possua algum resíduo de honra deve ter muito cuidado em não se tornar um jornalista”.
Paul Joseph Goebbels (29/10/1897 - 01/05/1945), Ministro da Propaganda e do Esclarecimento Popular do III Reich.

A crise econômica é pura propaganda. Políticas extremistas dominam agora a Grã-Bretanha, os Estados Unidos, grande parte da Europa, Canadá e Austrália. Quem defende os interesses da maioria? Quem está a contar a sua história? Quem está a manter o registo claro? Não é isso o que os jornalistas deveriam fazer?

Em 1977, Carl Bernsein, que ganhou fama com o Watergate, revelou que mais de 400 jornalistas e executivos dos noticiários trabalhavam para a CIA. Neles incluíam-se jornalistas do New York Times, da Time e de redes de TV. Em 1991, Richard Norton Taylor, do Guardian, revelou algo semelhante neste país.


Observe-se as estas imagens do Hemisfério Norte encontradas no site da Universidade do Illinois, Departamento das Ciências Atmosféricas, Grupo de Pesquisa Polar (http://arctic.atmos.uiuc.edu/cryosphere/), à esquerda a situação no dia 10 de outubro de 2007, à direita no dia 10 de outubro deste ano. É impressão ou há mais gelo agora do que antes?

Nada disto é necessário nos dias de hoje. Duvido que alguém pague o Washington Post e muitos outros media para acusar Edward Snowden de ajudar o terrorismo. Duvido que alguém pague aqueles que rotineiramente enlameiam Julian Assange – embora outros prêmios possam ser abundantes.

Para mim está claro que a principal razão porque Assange atraiu tanto veneno, despeito e inveja é que a WikiLeaks destruiu a fachada de uma elite política corrupta mantida a flutuar por jornalistas. Ao anunciar uma era extraordinária de revelações, Assange fez inimigos por desvendar e envergonhar os porteiros dos media, inclusive no jornal que publicou e se apropriou do seu grande furo de reportagem. Ele tornou-se não só um alvo como uma galinha dos ovos de ouro.

Contratos de livros lucrativos e filmes de Hollywood foram feitos e carreiras nos media lançadas ou avançadas nas costas do WikiLeaks e do seu fundador. Pessoas ganharam muito dinheiro, enquanto a WikiLeaks tem lutado para sobreviver.

Nada disto foi mencionado dia 1º de Dezembro em Estocolmo quando o editor do Guardian, Alan Rusbridger, partilhou com Edward Snowden o Right Livelihood Award, conhecido como o Prêmio Nobel da Paz alternativo. O chocante neste evento foi que Assange e a WikiLeaks foram vaporizados. Eles não existiam. Eles eram não pessoas.
 
          
Julian Assange é a principal cabeça da inteligência israelense Hydra conhecido como Wikileaks.
Fonte: http://www.maskofzion.com/2011/02/israels-fission-field-warfare-pakistan.html

Ninguém levantou a voz pelo homem que foi o pioneiro da denúncia digital e forneceu ao Guardian um dos maiores furos da história. Além disso, foi Assange e sua equipe da WikiLeaks quem efetivamente – e brilhantemente – resgatou Edward Snowden de Hong Kong e o enviou para a segurança. Nem uma palavra.

"Um dia as mentiras irão desaparecer e a verdade irá triunfar. Essa será a hora quando iremos se levantar sobre tudo, puros e imaculados."
Joseph Goebbels

O que tornou esta censura por omissão tão irônica, pungente e desgraçada foi o fato de que cerimônia se realizou no parlamento sueco – cujo silêncio covarde sobre o caso Assange tem sido conivente com um grotesco aborto de justiça em Estocolmo.

“Quando a verdade é substituída pelo silêncio”, disse o dissidente soviético Yevtushenko, “o silêncio é uma mentira”.

É esta espécie de silêncio que nós jornalistas precisamos de romper. Precisamos de olhar o espelho. Precisamos de prestar contas quanto aos media que não as prestam e que servem o poder e [alimentam] uma psicose que ameaça uma guerra mundial.

         
Sharon Stone em entrevista para a revista árabe Al Hayat declarou: “Eu nunca acreditei na história oficial que nos contaram sobre a destruição das torres gêmeas em 11 de setembro. Tampouco acredito que as guerras desencadeadas pelos Estados Unidos no Afeganistão e Iraque tenham alguma relação com o atentado de 11 de setembro”.

No século XVIII, Edmund Burke descreveu o papel da imprensa como um Quarto Estado controlando os poderosos. Será que isto era verdade? Ela certamente já não faz isso. O que precisamos é de um Quinto Estado: um jornalismo que monitore, desconstrua, faça contrapropaganda e ensine os jovens a serem agentes do povo, não do poder. Precisamos do que os russos chamavam perestroika – uma insurreição do conhecimento subjugado. Eu chamaria a isto jornalismo real.

Passam agora 100 anos do início da Primeira Guerra Mundial. Repórteres foram então premiados e condecorados pelo seu silêncio e conivência. Na altura da carnificina, o primeiro-ministro britânico David Lloyd George confidenciou a C.P. Scott, editor do Manchester Guardian: “Se o povo realmente soubesse [a verdade] a guerra seria travada amanhã, mas naturalmente eles não sabem e não podem saber”.

É tempo de saberem.

 [*] O texto acima é a transcrição do discurso de John Pilger no Logan Symposium, “Building an Alliance Against Secrecy, Surveillance & Censorship”, organizado pelo Centre for Investigative Journalism, Londres, 5-7/Dezembro/2014.

Fonte: http://www.odiario.info/?p=3490
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Liberdade de imprensa é isso
Por Izaías Almada

         
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) divulgou um Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa 2014. Fonte: http://www.cenariomt.com.br/noticia/347686/ranking-mundial-de-liberdade-de-imprensa.html. Qual a credibilidade deste ranking se a RSF recebe verba do governo dos EUA pela National Endowment for Democracy (Fundação Nacional pela Democracia, NED) e que foi criada por Ronald Reagan em 1983, numa época na qual a violência militar tinha tomado a dianteira da di­plomacia nos assuntos inter­nacionais. Devido à sua poderosa capacidade de penetração financeira, a NED tem como objetivo debilitar os governos que se oporiam à política externa de Washington. E de acordo com o New York Times em artigo de março de 1997, a NED “foi criada há 15 anos para realizar publicamente o que a CIA tem feito sub-repticiamente durante décadas." Sendo assim, a RSF é financiada por um escritório de fachada da CIA. Fonte: http://www.brasildefato.com.br/node/28501

Liberdade de imprensa é chantagear políticos…
Liberdade de imprensa é acusar sem provas…
Liberdade de imprensa é espionar celebridades…
Liberdade de imprensa é defender o cartel da informação…
Liberdade de imprensa é fazer lobby em favor próprio no Congresso Nacional…
Liberdade de imprensa é fazer escutas telefônicas ilegais em Londres
Liberdade de imprensa é inventar escutas telefônicas ilegais no Brasil…
Liberdade de imprensa é extinguir o contraditório…
Liberdade de imprensa é criar fichas falsas…
Liberdade de imprensa é criar factóides para a oposição…
Liberdade de imprensa é a oposição repercutir os factóides…
Liberdade de imprensa é acusar os blogs democratas de “chapa branca”…
Liberdade de imprensa é aceitar e barganhar anúncios do governo…
Liberdade de imprensa é especular hipocritamente com a doença alheia…
Liberdade de imprensa é testar hipóteses…
Liberdade de imprensa é assumir-se como partido político de oposição…
Liberdade de imprensa é denunciar a corrupção dos adversários… (dos amigos não)
Liberdade de imprensa é fazer vistas grossas à corrupção dos amigos…
Liberdade de imprensa é acusar Chávez, Fidel, Morales e Lula…
Liberdade de imprensa é defender Obama, Berlusconi, Faiçal, FHC…
Liberdade de imprensa é banalizar a violência…
Liberdade de imprensa é disseminar o preconceito e o racismo…
Liberdade de imprensa é vilipendiar, caluniar e fugir para Veneza…
Liberdade de imprensa é inventar bolinhas de papel…
Liberdade de imprensa é no Brasil, para inglês ver…
Liberdade de imprensa é na Inglaterra, para brasileiro aprender…
Liberdade de imprensa é divulgar partes do “relatório” do terrorista norueguês…
Liberdade de imprensa é ocultar o direito de resposta ao MST…
Liberdade de imprensa é manipular a opinião pública…
Liberdade de imprensa só vale para o dono do jornal, do rádio e da televisão…
Liberdade de imprensa é para quem paga mais…
Liberdade de imprensa é apoiar as invasões americanas ao redor do mundo…
Liberdade de imprensa é escamotear os genocídios no Iraque, no Afeganistão…
Liberdade de imprensa é apoiar greve de fome de um único dissidente cubano…
Liberdade de imprensa é jogar sujo contra governos progressistas…
Liberdade de imprensa é acusar sem oferecer o direito de defesa…
Liberdade de imprensa é que nem mãe: só a minha é que presta…
Liberdade de imprensa é a liberdade de se criar novas máfias…
Liberdade de imprensa é dar dicas sigilosas para concorrências públicas…
Liberdade de imprensa, às vezes, se compra com 500 mil dólares…
Liberdade de imprensa é aquela que só vale para os apaniguados…
Liberdade de imprensa é ser arrogante com os pequenos…
Liberdade de imprensa é bajular os grandes…
Liberdade de imprensa é difamar celebridades vivas…
Liberdade de imprensa é enaltecê-las depois de mortas…
A Liberdade de imprensa, tal qual é defendida e praticada nos dias de hoje pelos setores mais conservadores da sociedade brasileira, é o apanágio dos ressentidos e a nova trincheira dos hipócritas…

Fonte: http://desatracado.blogspot.com.br/2013/09/liberdade-de-imprensa-e-isso.html

Abraços

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Para reflexão

         

Está é a imagem de um raríssimo panfleto alemão que fora jogado aos soldados brasileiros na frente italiana da guerra datado de 17 de dezembro de 1944. Note-se que já naquele tempo havia antipatia pelos EUA: "os americanos - que não são estimados por ninguém neste mundo."  E quase 70 anos depois, muitos brasileiros ainda não aprenderam tão singela verdade.

Gostaria de saber como se sentem hoje os remanescentes pracinhas desta FEB (Força Expedicionária Brasileira) que durante a 2ªGM ajudaram, junto com os americanos, a salvar o torpe Comunismo que Hitler e suas tropas tentavam aniquilar. E agora, os militares, políticos como Bolsonaro e grande parte da população brasileira, reclamam que este mesmo Comunismo avança em terras brasileiras "cheia de sol e radiante" perigando de se implantar. Caíram direitinho na propaganda siono-comunista. Nem vou falar que, salvando o Comunismo da extinção pelas mãos da Wehrmacht, contribuíram para o estupro de milhões de crianças, mulheres e idosas alemãs principalmente, por estas hordas bolcheviques.

Abraços

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Sobre traidores



  "Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado.

            E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. “Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo, oculto na noite para demolir as fundações da nação infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe.”

Discurso de Cícero, tribuno romano, 42 a.C.

Abraços

Adolf Hitler acerca do respeito racial

       

"Eu garanto a vocês que estou totalmente livre de qualquer ódio racial. É indesejável, em todo caso, que uma raça deva se misturar com outras raças. Com exceção de alguns poucos êxitos espontâneos, que estou pronto a admitir, o cruzamento sistemático nunca produziu bons resultados. O desejo de permanecer racialmente puro é uma prova da vitalidade e salubridade de uma raça. Orgulho pela sua própria raça – e isso não implica em desprezo pelas demais – é também um sentimento normal e saudável. Eu nunca considerei os chineses ou japoneses inferiores do que nós mesmos. Eles pertencem a civilizações antigas, e eu francamente admito que suas histórias passadas são superiores à nossa própria. Eles têm o direito de se orgulhar de seu passado, assim como temos o direito de nos orgulhar da civilização a que pertencemos. De fato, creio que o quanto mais resolutos os chineses e os japoneses estiverem de seu orgulho racial, mais facilmente eu deverei encontrar o sucesso junto a eles.”

Hitler - Bormann Documents (13 de Fevereiro de 1945)

Abraços

Para reflexão

   

"Não foram os objetivos políticos de Hitler que nos trouxeram para a guerra. Era o seu sucesso na construção de um novo sistema financeiro. As raízes desta guerra mentirosa são a ganância, a inveja e o medo."
Major-General americano John Frederick Charles Fuller (01/09/1878 – 10/02/1966)

"Se a Alemanha não retornar ao padrão-ouro, haverá outra guerra em cinco anos, independentemente de quem disparar o primeiro tiro."
Declarou em 1933 o estadista britânico maçom Winston Churchill (30/11/1874 – 24/01/1965)

Abraços

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Prostituição e salário-desemprego

O impacto da pornografia sobre os meninos
Um grande desafio da educação atual

Por Sean Fitzpatrick



O diretor da escola onde estudei na minha adolescência era sempre muito reticente quanto à admissão de alunos que tinham sido expostos à pornografia.

Ele sabia que meninos que tinham contato com pornografia frequentemente tinham seu processo de educação prejudicado. Hoje sou diretor da mesma escola e estou cada vez mais convencido de que meu antigo diretor estava certo. A pornografia destrói a inocência própria de certos anos da vida do menino, um componente importante na sua educação – especialmente quando essa educação é fundamentada na pedagogia clássica do encanto, da imaginação e da satisfação. Além disso, estou cada vez mais convencido de que estou enfrentando uma crise que o meu antigo diretor não teve de enfrentar. Enquanto ele considerava a possibilidade de que algum menino talvez tivesse tido contato com pornografia, eu tenho de considerar a possibilidade de que todo menino já teve algum contato com pornografia.



A pornografia avançou muito nas últimas décadas. Há uma cena em um filme de Woody Allen da década de 70 em que ele examina e compra material pornográfico em uma banca de esquina. Ele é forçado a encarar as censuras de um balconista sem tato e o escrutínio de um cliente antipático. Esses dias já se foram. As revistas não ficam mais guardadas no topo das estantes. Já não é necessário fazer compras em público. Já não há mais evidências físicas. Tudo é anônimo, instantâneo e fácil. A grande disseminação da pornografia veio com os avanços da tecnologia da informação. Hoje temos a internet e, para muitos, internet é sinônimo de pornografia.

Não há dúvida de que desde o advento da internet a pornografia está amplamente mais acessível e mais difundida. Tornou-se uma tentação padrão, sistemática: um fato impregnado à vida das pessoas, especialmente à vida dos mais jovens – e, especificamente, à vida dos homens. Há inúmeras pesquisas que analisam o número de páginas de internet dedicadas à pornografia, seu poder viciante ou seu impacto nos relacionamentos, no corpo e no cérebro. Mas uma coisa é certa, mesmo sem dados científicos ou estudos acadêmicos: a pornografia da internet está prejudicando a vida e as mentes de possivelmente todos os meninos neste país, levantando obstáculos a sua capacidade para se tornarem virtuosos e sábios – em outras palavras, impedindo sua educação.

Supor que meninos em geral – e até mesmo meninos de boas famílias – não estão expostos a alguma forma de pornografia é ingenuidade. Em nossos dias, a presença da pornografia é um fato consumado. Ela tem sido amplamente difundida, de forma estratégica e insidiosa. A pornografia é inescapável, pois está imediatamente acessível. Está a apenas um clique de distância e, portanto, em todo lugar. Essa é a realidade que precisa ser encarada antes de ser combatida e a prudência requer que pais e educadores já levem em conta os efeitos da pornografia nos meninos de hoje. De forma intencional ou não, hoje em dia é difícil imaginar que a maioria dos meninos – senão todos – não tenha encontrado material pornográfico e não tenha se tornado vítima de suas mentiras.

Como qualquer mentira, a pornografia é inimiga da verdade e portanto inimiga de uma educação autêntica. A pornografia impede que o menino aceite e aprecie a educação pois cria uma barreira à imaginação ao entorpecer a capacidade de admiração e contemplação. Sem essa capacidade, a educação é, na melhor das hipóteses, manca. Sócrates ensinou que a capacidade de contemplar é o princípio da sabedoria, o pré-requisito para a educação. A pornografia fere a habilidade de contemplar por meio do desnudamento descarado de uma das fontes mais sagradas de admiração. Torna os garotos indiferentes à beleza, subtraindo dos meninos sua inocência por meio da eliminação dos mistérios do coração, prejudicando gravemente sua capacidade de sentir prazer e veneração pelo belo. Espíritos que perderam a sensibilidade não são maleáveis à formação. O cinismo logo se desenvolve como uma defesa. Os meninos finalmente são derrotados pela apatia em um mundo que não mais os encanta. A fantasia – ou a blasfêmia – do simulacro produzido pela pornografia traz consigo a perda do desejo pela realidade, fundamento de toda a educação. A educação por meio da exposição à realidade é uma ferramenta particularmente poderosa para educar meninos, já que os meninos são normalmente muito sensoriais e ativos. A experiência do mundo e seus mistérios é a arena da imaginação e da contemplação. A pornografia erradica o mistério e, sem mistério, os meninos perdem sua habilidade de admirar e, por conseguinte, de alcançar a sabedoria – principal finalidade da educação.



Evidentemente, a pornografia afeta garotos e homens com enorme força devido à particular fraqueza masculina para estímulos sexuais visuais. Mas, além disso, a pornografia também distorce o impulso masculino de exercer controle, transformando-a em um vício. A pornografia cria um falso mundo de supremacia masculina, distorcendo a balança da verdade – de atividade e passividade – que a educação introduz e fomenta. Homens têm uma natural predisposição para proteger a mulher, mas a pornografia introduz um elemento de violação da dignidade da mulher – quase um estupro – que destrói o senso do garoto de uma identidade essencial da masculinidade. Essas perversões no auto-conhecimento inibem o conhecimento das coisas do mundo exterior. Garotos aprendem bem por meio da experiência pessoal e, se essa experiência está deturpada, as demais experiências também sofrerão uma deturpação. Além disso, o senso hipertrofiado de domínio e manipulação que a pornografia cria pode provocar um bloqueio instintivo para a recepção de verdades supremas e sólidas. A realidade não pode ser escravizada como uma fantasia. Como consequência, a realidade é rejeitada tão logo se instala o gosto pela ilusão pornográfica.

O veneno da pornografia pode ser descrito como a mistura de um paradigma anti-masculino e uma propaganda anti-feminina. Graças a este veneno, a ilusão e a culpa estão amolecendo o caráter de nossos meninos. Como dizia meu antigo diretor, “você não pode esculpir numa gelatina”. Meninos sempre tiveram dificuldades com motivação e atenção. A pornografia agrava esses problemas ao conduzir os garotos a um mundo turvo onde eles, apenas eles, estão no controle. A escola tenta ajudar os meninos a saírem de si. A pornografia puxa-os para dentro de si, e depois de um tempo, acorrenta-os para mantê-los ali, presos em si mesmos e separados do mundo que eles estão chamados a conhecer como homens de garra e sensibilidade.



A pornografia retrata as mulheres como objetos sexuais descartáveis, distanciando os meninos da ideia de permanência. A educação, por outro lado, versa sobre coisas permanentes, eternas. Tudo aquilo que afasta de realidades transcendentes impede o trabalho da educação. Sem os mistérios da beleza e do amor intactos, surgem obstáculos graves para a educação, onde toda a atração é fruto do mistério e do desejo. A pornografia, e o acesso à pornografia, solapa os domínios mais sagrados da mente jovem e pode transformar qualquer objeto belo em algo dúbio e sujo, indigno de ser considerado seriamente, respeitado, admirado e venerado.

A pornografia mata a imaginação e o sentido do sagrado, tornando a educação algo ainda mais difícil do que já é, especialmente para os meninos. Os meninos buscam um sentido, especialmente na educação. Os danos e a insensibilidade causados pela pornografia impedem que meninos encontrem um caminho para fora da caverna das sombras, para fora de uma realidade virtual, para um mundo que Deus fez bom: um mundo cheio de sentido, repleto dos mistérios da beleza onde Ele pode ser encontrado e dar a verdadeira satisfação.

 O norte-americano Sean Fitzpatrick é Diretor da Gregory the Great Academy.

Fonte: https://medium.com/igreja-hoje/o-impacto-da-pornografia-sobre-os-meninos-f5e6e31be9fc

Por falar em pornografia, a prostituição está praticamente legalizada no Brasil pelo governo petista, correto? 

E foram feitas mudanças na legislação para se conseguir o beneficio do salário-desemprego também. Uma delas consiste que se a pessoa recém-desempregada estiver apta a trabalhar num ramo ou empresa que o SINE – Sistema Nacional de Emprego propor e houver recusar sem justificativa coerente, não receberá o benefício. Pelas novas regras, o SINE poderá propor às mulheres ou à sua filha, que trabalhe de prostituta. Afinal, a “profissão” está legalizada, regulamentada e é registrada com carteira profissional assinada e tudo igualzinho como ao padeiro, sapateiro, mecânico … Casos assim já ocorreram na Europa: http://desatracado.blogspot.com.br/2013/12/perdeu-salario-desemprego-por-se.html.

Já tinha pensado nisso?! 

Parabéns ao PT, aos brasileiros sempre dormindo em berço esplêndido e feliz ano novo.

Abraços

O Cristianismo resiste

Cristãos Moldavos Retiram Menorah

Resultado de imagem para Moldovan Christians Take Menorah Back

Cerca de 200 cristãos ortodoxos fundamentalistas na Moldávia, liderados pelo sacerdote Anatoly Chirbik falando insultos antissemitas, pegou em público um candelabro judeu chamado de Chanukah (ou Hanukkah) Menorah e no seu lugar colocou uma Cruz Cristã Ortodoxa de madeira.

Os noticiários mostraram o padre barbudo líder do grupo cantando slogans antissemitas durante domingo do incidente. O Menorah tinha sido instalado pela comunidade judaica na capital da Moldávia, Chisinau.

          

O grupo removeu o grande Menorah de metal, que tinha sido instalado no centro de Praça Europa, e em seguida, colocaram-no de cabeça para baixo na base de uma estátua do rei Stephen, o Grande. Nem a polícia e nem os espectadores intervieram.

Estando na frente do objeto da ofensa, o sacerdote Chirbik gritou: "Nós somos um país cristão ortodoxo. Colocar um símbolo judaico ao lado da estátua de Stephen, o Grande, é uma ofensa. Stephan, o Grande defendeu nosso país a partir de todos os tipos de judeus e agora eles vêm e colocar seu menorah bem no meio da nossa praça. Isto é um sacrilégio!"


"Os judeus podem tentar nos matar, para traumatizar nossos filhos", mas os cristãos ortodoxos moldavos irão resistir, disse o padre em um sistema de som. "Moldávia", continuou ele, "era um país ortodoxo, e o povo judeu está tentando dominar as pessoas". Permitir que o Menorah fosse montado foi "um sacrilégio, uma indulgência do poder do Estado hoje", disse.

O Ministro da Justiça Alexandru Tanese condenou o incidente e o Orthodox Metropolitan (órgãos episcopal) prometeu investigar e tomar medidas, de acordo com relatórios.

Incitamento ao ódio racial e religioso na Moldávia está sujeito a uma multa ou pena de prisão até três anos. Na vizinha Romênia, o Centro de Monitorização e Combate ao Antissemitismo emitiu uma declaração exortando as autoridades a tomar "medidas imediatas" contra os autores.
              

"Tal ato cometido por um padre com a Igreja Ortodoxa é totalmente inconcebível e que nos leva de volta aos dias em que a população local, se não participou, testemunhou com indiferença aos crimes cometidos contra os judeus", disse o comunicado da central judaica.

Fonte: http://www.realjewnews.com/?p=471 e
http://www.14words.net/2012/12/moldova-christians-tear-down-menorah.html

O fato ocorreu em 13 de dezembro de 2009, portanto há algum tempo já. Mas nem por isso deixa de ser atual, pois que os judeus estão pelo mundo todo, vagarosamente para não chamar a atenção ou desconfiança ou a revolta das populações e dos cristãos, retirando, proibindo sob as mais variadas alegações toda a simbologia cristã. Inclusive judaizando a liturgia e os cultos cristãos com a introdução de shofar, kipá, expressões em hebraico, óleo, rosas e pedras de Israel para darem "sorte", patrocinando viagens a "terra santa", etc. 

Pergunte-lhes se deixam colocar uma Cruz nas praças centrais nas cidades de Israel.

Veja também http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/12/shalom-bell-shalom-bell.html

São somente alguns dos vários flagrantes de desrespeito pela fé alheia, pelas crenças e culturas dos povos que tão generosamente lhes acolhem. É outra prova que a tal cultura ou diálogo judaico-cristão é algo utópico, anticristão e só lhes interessa para que o Cristianismo seja em discreta progressão extinto.

"E todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo."
1ª João 4:3

Abraços

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Próximo passo: pansexualismo

Ideologia de gênero e a esterilização da população 

O filósofo Ivanaldo Santos denuncia as mais avançadas estratégias de esterilização em massa, por meio da engenharia social.



Ao final de sua autobiografia o escritor inglês G. K. Chesterton alerta para um problema que, na segunda década do século XX, era pouco conhecido e pouco estudado. Esse problema é a esterilização da população. G. K. Chesterton não é nenhum sociólogo ou cientista político. No entanto, enquanto escritor e analista cultural ele tem uma profunda visão sobre as políticas e ações do Estado e de alguns segmentos da sociedade dentro do campo da família, da natalidade e da reprodução humana. Antes mesmo de estourar os horrores da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) G. K. Chesterton já alertava que, em um futuro próximo, a humanidade seria submetida a uma forte, violenta e antidemocrática política de esterilização.

No início do século XX até o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, havia uma política de esterilização biológica e autoritária de populações consideradas pobres, indesejadas e coisas semelhantes. Por exemplo, nesse período histórico em algumas regiões da África e da Ásia cientistas e empresas realizaram milhares de cirurgias de esterilização em mulheres e em homens que, em sua maioria, não sabiam e não tinham dado consentimento para que essas cirurgias fossem realizadas. Essas cirurgias eram financiadas pelo governo nazistas, pelos governos socialistas e até mesmo por empresas capitalistas da Europa e dos EUA.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial houve uma onda de denúncias e uma forte crítica à política de esterilização forçada de algumas camadas e grupos sociais. Apesar das fortes críticas a política de esterilização não foi abandonada. Em grande medida, essa política foi modificada e aperfeiçoada, mas não abandonada. A ideia que existem grupos humanos e indivíduos que não devem ou não podem jamais constituir família e ter filhos ainda é bem forte em alguns setores da sociedade. Setores sociais que se alto proclamam de vanguarda cultural, de esquerda pós-moderna e de revolução do gênero.

O tipo de esterilização que é desenvolvido atualmente é a esterilização que pode ser conceituada de cultural, ou seja, o indivíduo não é mais obrigado a se submeter a uma cirurgia que vai deixa-lo estéril, sem poder ter filhos. Ao invés disso, o indivíduo é convencido e incentivado a não casar, a não ter filhos, a ter uma vida amorosa alicerçada no homossexualismo, a fazer um aborto e, mais recentemente, a aceitar que não existem diferenças sexuais, diferenças criadas pela própria natureza, mas que ao invés de se falar em “homem” e “mulher” deve se falar em “gênero”, ou seja, deve-se utilizar um termo neutro e ambíguo para afirmar que os indivíduos são, em sua essência, bissexuais ou então são seres assexuais.

A chamada teoria de gênero prega que os indivíduos são bissexuais ou assexuais. Por isso, não existem alguém que seja “homem” ou “mulher”. Para essa teoria, a sexualidade é uma criação cultural onde os indivíduos são submetidos a elementos neutros e, por isso, desenvolvem a bissexualidade. Para a teoria de gênero um indivíduo que se alto proclame de “homem”, “mulher” ou então de “heterossexual”, é um indivíduo portador de algum tipo de doença cultural ou então de uma patologia psicossocial que, em tese, deve ser tratada pelas terapias existentes.

A teoria de gênero está na moda nas universidades públicas brasileiras, nos programas cult de TV e nas políticas publicas mantidas pelo Estado. Por exemplo, no Brasil atualmente está em processo de avaliação e de votação o Programa Nacional de Educação (PNE) que, entre outros fatores, deseja tornar o ensino da teoria de gênero obrigatório nas escolas do Brasil.

O problema é que essa teoria não tem nada de democrática ou de libertária. Trata-se de um tipo de lavagem cerebral que tem por objetivo convencer as pessoas que as inclinações naturais do ser humano não passam de autoritarismo cultural e que, por isso, podem se modificadas e conduzidas para uma prática da bissexualidade ou então da pansexualidade. É preciso recordar que entre as inclinações naturais do ser humano encontram-se, por exemplo, o desejo de se aproximar do sexo aposto, de constituir família e de ter filhos. Essa inclinação natural é brutalmente negada pela teoria de gênero.

Na prática a teoria de gênero não passa de uma ideologia que tem por missão ajudar a implantar a política da esterilização cultural dentro da sociedade. A meta é convencer as pessoas a não casarem, a não terem filhos, e a terem uma vida sexual orientada pelo homossexualismo, e se por acaso, uma mulher engravidar, que recorra ao aborto. Em último caso, depois do aborto ter fracassado, que esse filho deva ser criado em escolas e em outros ambientes sociais que ensinem a ideologia de gênero, que ensinem que não existe “homem” e nem “mulher”, mas apenas o gênero, ou seja, seres bissexuais ou assexuais que não constituam família e não tenham filhos. Trata-se do mais sofisticado projeto de implantar a esterilização dentro da sociedade. Se a política de esterilização forçada do início do século XX fracassou por ser autoritária, a atual política de esterilização, pautada na ideologia do gênero, no aborto, no incentivo ao homossexualismo e em coisas semelhantes, é bem eficiente. Essa política visa convencer as pessoas a não se casarem e a não terem filhos. O futuro desse tipo de política parece ser bem negativo para o ser humano e para o conjunto da sociedade.

          
Ivanaldo Santos, casado, filósofo e professor do departamento de filosofia e da Pós-Graduação em Letras (PPGL) da UERN. Livros publicados: Nietzsche: discurso introdutória (Editora Ideia, 2007), Aborto: discursos filosóficos (Editora, Ideia, 2008). ivanaldosantos@yahoo.com.br.

Fonte: http://libertatum.blogspot.com.br/2014/04/ideologia-de-genero-e-esterilizacao-da.html#more

O problema grave de artigos como este é que nunca dão o nome dos bois. Ou alguém acha que estas teorias e campanhas de destruição da família, da moral e da soberania de um país caem do céu, do nada? Como não dizem por medo ou ignorância quem são os autores e de onde se originam, conseguem e ficam sempre impunes, camuflados e desconhecidos do grande público interessado e alvo. E não vencendo neste momento, podem confortavelmente voltar com suas intenções renovadas, tautologicamente impunemente. E voltam mesmo.

Abraços