"Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador." - Eduardo Galeano

"O século 20 produziu uma espécie terrível de pessoas: a do homem que acredita realmente que é publicado nos jornais." - Oswald Gottfried Spengler

"A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência." - Adolf Hitler

"Quem vive da mentira deve temer a verdade!" - Friedrich Christian, Príncipe de Schaumburg Lippe

"A razão pela qual os homens são silenciados não é porque eles falam falsamente, mas porque eles falam a verdade. Isso porque, se os homens falam mentiras, suas próprias palavras podem ser usadas contra eles, enquanto se eles falam verdadeiramente, não há nada que pode ser usado contra eles, exceto a força." - John “Birdman” Bryant

segunda-feira, 18 de março de 2019

Observações sobre a Democracia

Uma pequena parte de "Observações sobre a Democracia", escrito em 1937, pelo líder da Guarda de Ferro, Corneliu Zelea Codreanu.

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Corneliu Zelea Codreanu, cujo nome de batismo era Corneliu Zelinski, foi um líder romeno da Guarda de Ferro, movimento nacionalista no período entre as duas guerras mundiais. Nasceu em 13/09/1899, Huși, Romênia e foi assassinato em 30/11/1938, Snagov, Romênia.

Gostaria de fazer algumas considerações, derivadas da experiência cotidiana, de um modo que todas elas possam ser compreendidas por qualquer jovem legionário ou qualquer trabalhador. Nós vestimos as roupas e abraçamos as formas da democracia. Elas valem alguma coisa? Nós ainda não sabemos. Porém, há uma coisa que nós sabemos. E nós sabemos com toda a certeza. Sabemos que algumas das maiores e mais civilizadas nações da Europa já descartaram essas roupas e adquiriram outras novas. Ele se livraram disso pra sempre? Outras nações estão fazendo o melhor que podem para se livrar disso e também conseguir uma roupagem nova. Por quê? Todas as nações enlouqueceram? Os políticos romenos são os únicos homens sábios no mundo inteiro? De algum modo, eu duvido disso.

Aqueles que mudaram e aqueles que querem mudar devem ter, cada um deles, suas próprias razões. Mas por qual razão nós nos preocupamos com as razões de outras nações? Ao invés disso, vamos nos concentrar nas razões que poderiam fazer com que nós, romenos, estivéssemos prontos para mudar as vestes da democracia. Se nós não tivermos razões para fazê-lo, se as razões não forem boas, então nós devemos manter essas vestes, mesmo que toda a Europa se livre delas.

Contudo, elas também não são boas para nós, pois:

1. A democracia destrói a unidade da nação romena, dividindo-a em partidos políticos, fazendo com que os romenos odeiem uns aos outros, e então, expõe um povo dividido à congregação unificada de um poder judaico durante um tempo difícil na história da nação. Esse argumento, por si só, é tão persuasivo em garantir a rejeição da democracia em benefício de qualquer outra coisa que pudesse assegurar nossa unidade ou nossa própria vida. Pois a desunião significa morte.

2. A democracia torna milhões de judeus em cidadãos romenos, fazendo deles iguais aos próprios romenos, dando-lhes os mesmos direitos legais. Igualdade? Pra quê? Nós estivemos aqui por milhares de anos. Arados e armas em mãos. Com nosso suor e nosso sangue. Por que a igualdade com aqueles que estiveram aqui por apenas cem, dez, ou até mesmo cinco anos? Olhemos para o passado: nós criamos esse Estado. Olhemos para o futuro: nós, romenos, somos plenamente responsáveis pela Grande Romênia. Eles não têm nada a ver com isso. O que poderia ser de responsabilidade dos judeus, nos livros de história, além do próprio desaparecimento do Estado romeno? Então, não temos aqui, entre o romeno e o judeu, a igualdade no trabalho, no sacrifício, na luta pela criação do Estado nem responsabilidade igual por seu futuro. Igualdade? De acordo com uma velha máxima: "igualdade é tratar desigualmente os desiguais". Quais são as razões para que os judeus venham a nos exigir tratamento igual e os mesmos direitos políticos que os romenos possuem?

3. A democracia é incapaz da perseverança. Já que ela é compartilhada por partidos políticos que governam durante um, dois ou três anos, ela é incapaz de conceber e de conduzir planos de longo prazo, de longa duração. Um partido anula os planos e os esforços do outro. Aquilo que é concebido e construído por um partido, hoje, é destruído por outro amanhã. Num país onde muita coisa precisa ser construída, onde construções são necessárias, bem como as exigências históricas primárias, essa desvantagem da democracia constitui um perigo real. Essa é uma situação semelhante àquela que prevalece num sistema onde os mestres mudam todos os anos, cada um com seus próprios planos, arruinando aquilo que foi feito pelos outros, e começando novas coisas que também serão destruídas pelos mestres de amanhã.

4. A democracia evita a total responsabilização dos políticos para com suas obrigações com a nação. Mesmo os mais bem-intencionados políticos tornam-se, numa democracia, escravos de seus apoiadores, já que ou eles satisfazem os interesses pessoais deles, ou eles destroem sua organização. O político vive debaixo da tirania e da ameaça permanente dos chefes eleitorais. Ele é colocado numa posição onde ele deve escolher entre a terminação de todo o trabalho de sua vida e a satisfação das demandas dos membros do partido. E o político, dadas essas opções, opta pela última. Ele não faz isso com os próprios bolsos, mas sim com os do país. Ele cria empregos, define missões, comissões, sinecuras, tudo definido pelo orçamento da nação que impõe pressões pesadas e crescentes a um povo cansado.

5. A democracia não pode governar com autoridade, já que ela não pode forçar suas decisões. Um partido não pode mover-se contra si, contra seus membros que se empenham em condutas ilegais, que roubam e furtam, pois os partidos temem perder seus membros. Nem mesmo pode mover-se contra seus adversários, pois, ao fazer isso, se arrisca a expor seus próprios erros e negócios obscuros.

6. A democracia serve aos grandes negócios. Por conta do caráter caro e competitivo do sistema multipartidário, a democracia requer amplos fundos. Naturalmente, torna-se em serviçal dos grandes financistas internacionais judaicos, que escravizam a democracia tornando-se seus pagadores. Desse modo, o destino de uma nação é colocado nas mãos de um grupo de banqueiros.

A Nação

Quando falamos da nação romena, nos referimos não somente aos romenos que hoje vivem no mesmo território, com o mesmo passado e o mesmo futuro, os mesmos hábitos, a mesma linguagem, os mesmos interesses. Quando falamos da nação romena, nos referimos a todos os romenos, mortos ou vivos, que viveram nessa nossa terra desde o início de sua história e que viverão nela também no futuro. A nação inclui:

1. Todos os romenos vivos.
2. As almas e túmulos dos mortos e de nossos ancestrais.
3. Todos aqueles que nascerão na Romênia.

Um povo torna-se consciente de sua existência quando se torna consciente de sua inteireza, não apenas de seus componentes ou de seus interesses individuais. A nação possui:

1. Um patrimônio físico-biológico: a carne e o sangue.
2. Um patrimônio material: o solo do país e sua riqueza.
3. Um patrimônio espiritual: que inclui:
          3.1. Seu conceito sobre Deus, sobre o povo e a vida. Esse conceito constitui a possessão, um patrimônio espiritual. Os limites desse domínio são definidos pelos limites do esplendor do conceito. Há um país que abriga um espírito nacional, as expectativas desse espírito, um espírito resultante da revelação e dos esforços da própria nação.
          3.2. Sua honra, que reluz na proporção da aceitação pela nação, durante sua existência histórica, das normas derivadas desse conceito sobre Deus, sobre o povo e sobre a vida.
         3.3. Sua cultura: o fruto de sua vida, produto de seus próprios esforços no pensamento e na arte. Essa cultura não é internacional. É a expressão do gênio nacional, do sangue. A cultura é internacional em seu esplendor, mas nacional em sua origem. Alguém fez uma comparação excelente: pão e trigo podem ser consumidos internacionalmente, porém, eles sempre carregam uma marca do solo do qual vieram. Cada um desses patrimônios têm sua própria importância.

Todos estes três aspectos devem ser defendidos pela nação. Mas o mais importante de tudo é o patrimônio espiritual, pois ele, sozinho, carrega o selo da eternidade; só ele transcende todos os tempos. Os antigos gregos estão presentes conosco hoje não por conta da física que desenvolveram, nem pelo quão atléticos eles tenham sido (aqueles que hoje são apenas cinzas), nem por conta de suas riquezas materiais - se é que eles tiveram tais riquezas - mas por conta de sua cultura. Uma nação vive para sempre através de seus conceitos, de sua honra e cultura. É por essas razões que os governantes de uma nação devem julgar e agir não apenas baseados em interesses físicos e materiais da nação, mas com base na honra histórica da nação, com base em seus interesses eternos. Então: não o pão a qualquer custo, mas a honra a todos os custos. 

O objetivo derradeiro da Nação

É sua vida? Se for a vida, então isso significa que as nações que procuram assegurar unicamente esse ponto se tornam irrelevantes. Tudo se torna válido, até mesmo o pior. A questão que deve ser feita é: quais são as normas do comportamento internacional? Os instintos animalescos da nação? O tigre que reside dentro delas? As leis dos peixes nos mares ou das feras nas florestas são aplicáveis?

O objetivo derradeiro não é a vida. É a ressurreição. A ressurreição das nações em nome de Jesus Cristo, O Salvador. Criação e cultura são apenas meios, não propósitos para a ressurreição. A cultura é o fruto do talento que Deus implantou em nossa nação e pela pelo qual nós somos responsáveis. Virá o tempo quando todas as nações do mundo se erguerão dos mortos, com todos os seus mortos, com todos os seus reis e imperadores. Cada nação tem o seu lugar diante do Trono de Deus. Esse momento final, a "ressurreição dos mortos", é o mais elevado e mais sublime objetivo pelo qual uma nação pode lutar.

A nação é também uma entidade que vive para além dessa Terra. Nações são realidades também no outro mundo, não apenas nesse. Para nós, romenos, para nossa nação, assim para todas as outras nações do mundo, Deus especificou uma missão específica: Deus nos deu um destino histórico. A primeira lei que cada nação deve sustentar é a de alcançar aquele destino, preencher a missão confiada que nos foi confiada. Nossa nação não abandonou esse objetivo, não importa quão longo e difícil tenha sido seu próprio Gólgota. E agora nós nos deparamos com obstáculos do tamanho de montanhas.   

Nós seremos uma geração fraca e covarde que, diante de ameaças, vai abandonar o destino romeno e renunciar nossa missão nacional?

Fonte: http://acaoavante.blogspot.com/2016/07/corneliu-zelea-codreanu-observacoes.html, tradução de Jean Augusto G. S. Carvalho.

Resumiria a Democracia como sendo a Ditadura do Politicamente Correto, e, o que é correto hoje não será amanhã e não foi ontem. Portanto, é um regime extremamente instável e inseguro, e consequentemente manipulável ao prazer ou necessidades daqueles que vemos e dos que se escondem nos seus bastidores. 

Abraços

sábado, 26 de janeiro de 2019

Café no bule com música 19

Reach The Top - Epic Background Music - Powerful Instrumental


The Most Beautiful Pagan Viking song by Eivör - "Trodlabundin"


I ghjuvannali - Canta u populu corsu


Salve Regina: canto gregoriano (texto em latim / inglês) Lyric Video


AudioPizza - Inspiring Piano


Lisa Mitchell - Neopolitan Dreams


Helene Fischer - Die Rose


The Dragonborn comes Cover - Skyrim, Dovahkiin (MoonSun) on Spotify & Apple


Audio Network - Celestial


The King Beneath the Mountains - Clamavi De Profundis


HAVASI — The Road


Loreena McKennitt- Kecharitomene


Die Toten Hosen - Nur zu Besuch


Irgendwann sehen wir uns wieder


Audio Network - Hyper Galaxy


Audio Network - Galaxy


My Lonely Road by Isisip


Alcoolémia - Para quê sonhar ?


Alcoolémia - Portugal o nosso país


The Lotus Flower - Isisip


Blue Planet by Terry Devine-King


Immediate Music - Salvation For A Proud Nation


Mark Knopfler - The Long Road


Gregorian - Halleluja


Hallelujah (Arabic version)


Hallelujah (Hannah Trigwell live cover)


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Abraços

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Liberdade é para a verdade

Sobre liberdade de imprensa no governo fascista britânico.

         Resultado de imagem para “Fascism: 100 Questions Asked and Answered”

Pergunta: Haverá liberdade de imprensa sob o fascismo e os jornais estarão livres para criticar o governo?

A imprensa não estará livre para mentir. Isso não é liberdade para o povo, mas uma tirania sobre suas mentes e almas. Muito se tem falado sobre este assunto. O que é liberdade de imprensa? Na prática, significa o direito de alguns milionários de investir as ações dos jornais na bolsa de valores e expressar suas próprias opiniões e interesses, independentemente da verdade ou do interesse nacional.

Jornais não são mais feitos por notícias ou jornalismo. Eles não servem aos interesses da maioria, mas aos interesses de poucos. Nesse serviço eles vão se rebaixar a qualquer mentira. Isto deve ser interrompido.

Por outro lado, jornais locais, em geral, são razoavelmente conduzidos, com um senso de responsabilidade nacional — e certamente serão tratados diferentemente pelo fascismo das grandes máquinas dos interesses narcóticas que agora recebem o título não merecido de National Press.

Crítica construtiva sempre será bem recebida pelo governo fascista. As críticas falsas e mal-intencionadas destinadas a servir a outros interesses que não o da Nação, serão tratadas da seguinte forma: O governo representando a Nação terá o mesmo direito de processar um jornal que faz falsas declarações, como um indivíduo possui no presente momento. Se um indivíduo é caluniado, ele tem reparação nos tribunais. Mas a nação não tem reparação. Qualquer mentira pode ser contada por um jornal, causando danos ao interesse nacional, com total impunidade. Mentiras contra a nação devem ser tratadas com mais severidade do que mentiras contra o indivíduo. Portanto, o direito de processo judicial deve ser estendido à nação representada por seu governo eleito.

Do livro “Fascism: 100 Questions Asked and Answered” de Oswald Mosley.

A mentira não têm direitos, só a verdade deve tê-los. A mentira deve ser corrigida ou suprimida. 

 Abraços

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Feliz Natal e Próspero Ano de 2019

       Imagem relacionada
                    Cartão natalino alemão de 1908. 

Feliz Natal! Que nesta época não se abram apenas presentes, mas principalmente as mentes e corações para o amor, a paz e o conhecimento da verdade e a prática da justiça.

Abraços

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Café no bule com música 18

Mull of Kintyre


HAVASI — Freedom | Drum & Piano


Kevin MacLeod ~ Crossing the Chasm


Killer Tracks - Rags to Rings


Arianna Savall - "L'Amor" (da "Bella Terra", 2004)


Julie Fowlis - Rganaich Uir a Rinn M Fhàgail


Mo Ghille Mear (My Gallant Hero)


Wolfsheim - Kein Zurück


John Dreamer - Becoming A Legend


Brand X Music - Everlasting (Beautiful Orchestral)


Michel Pépé - Fleur de Lys


Epic Score - Liberators


CONAN THE BARBARIAN
"RIDDLE OF STEEL / RIDERS OF DOOM"
COMPOSER: BASIL POLEDOURIS


Michel Pépé - L'Esprit des Animaux


When Winter Comes by Chris De Burgh


Madam Snowflake - Open (Official Lyric Video)


Epic Heroic Music: "Little Legend" by NikAudio


Nordic/Viking Music - Fólkvangr


Epic Score - You Were Born For This


"Zombie", The Cranberries by Boston Guitarfest Orchestra, conductor: Scott Borg


Wie soll ein Mensch das ertragen - Philipp Poisel


Epic Score - My Land Was Destroyed


Auracle Music - Stand and Fight


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Abraços

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

“Deitado em berço esplêndido” continuaremos

Histórico e espetacular discurso do Senador Roberto Requião que se despede do Senado este ano. Uma aula de Ciência Política e Conjuntura Política nacional.

Também o primeiro discurso do senador Roberto Requião (*) no Senado logo após a eleição do sionista e entreguista Bolsonaro chamou a atenção pelo conteúdo emocional e pela contundência política; os relatos são de que após a fala, houve um grande silêncio na tribuna; em um dado momento, Requião fala sobre a Petrobrás e sobre a indiferença que tomou conta do zelo pelas riquezas naturais do país: "Um trilhão de isenções graciosamente cedidas às maiores e mais ricas empresas do planeta Terra. Injustificadamente. Sem qualquer amparo em dados econômicos, em projeções de investimentos, em retorno de investimentos. Sem o apoio de estudos sérios, confiáveis."

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Abaixo, leia a íntegra do discurso de Requião:

Lava Jato, trair a Pátria não é crime? Vender o país não é corrupção?

O juiz Sérgio Moro sabe; o procurador Deltan Dallagnol tem plena ciência. Fui, neste plenário, o primeiro senador a apoiar e a conclamar o apoio à Operação Lava Jato. Assim como fui o primeiro a fazer reparos aos seus equívocos e excessos.

Mas, sobretudo, desde o início, apontei a falta de compromisso da Operação, de seus principais operadores, com o país. Dizia que o combate à corrupção descolado da realidade dos fatos da política e da economia do país era inútil e enganoso.

E por que a Lava Jato se apartou, distanciou-se dos fatos da política e da economia do Brasil?

Porque a Lava Jato acabou presa, imobilizada por sua própria obsessão; obsessão que toldou, empanou os olhos e a compreensão dos heróis da operação ao ponto de eles não despertarem e nem reagirem à pilhagem criminosa, desavergonhada do país.

Querem um exemplo assombroso, sinistro dessa fuga da realidade?

Nunca aconteceu na história do Brasil de um presidente ser denunciado por corrupção durante o exercício do mandato. Não apenas ele. Todo o entorno foi indigitado e denunciado. Mas nunca um presidente da República desbaratou o patrimônio nacional de forma tão açodada, irresponsável e suspeita, como essa Presidência denunciada por corrupção.

Vejam. Só no último o leilão do petróleo, esse governo de denunciado como corrupto, abriu mão de um trilhão de reais de receitas.

Um trilhão, Moro!
Um trilhão, Dallagnoll!
Um trilhão, Polícia Federal!
Um trilhão, PGR!
Um trilhão, Supremo, STJ, Tribunais Federais, Conselhos do Ministério Público e da Justiça.
Um trilhão, brava gente da OAB!

Um trilhão de isenções graciosamente cedidas às maiores e mais ricas empresas do planeta Terra. Injustificadamente. Sem qualquer amparo em dados econômicos, em projeções de investimentos, em retorno de investimentos. Sem o apoio de estudos sérios, confiáveis.

Nada! Absolutamente nada!

Foi um a doação escandalosa. Uma negociata impudica.

Abrimos mão de dinheiro suficiente para cobrir todos os alegados déficits orçamentários, todos os rombos nas tais contas públicas.

Abrimos mão do dinheiro essencial, vital para a previdência, a saúde, a educação, a segurança, a habitação e o saneamento, as estradas, ferrovias, aeroportos, portos e hidrovias, para os próximos anos.

Mas suas excelentíssimas excelências acima citadas não estão nem aí. Porque, entendem, não vem ao caso…

Na década de 80, quando as montadoras de automóveis, depois de saturados os mercados do Ocidente desenvolvido, voltaram os olhos para o Sul do mundo, os governantes da América Latina, da África, da Ásia entraram em guerra para ver quem fazia mais concessões, quem dava mais vantagens para “atrair” as fábricas de automóveis.

Lester Turow, um dos papas da globalização, vendo aquele espetáculo deprimente de presidentes, governadores, prefeitos a oferecer até suas progenitoras para atrair uma montadora de automóvel, censurou-os, chamando-os de ignorantes por desperdiçarem o suado dinheiro dos impostos de seus concidadãos para premiarem empresas biliardárias.

Turow dizia o seguinte: qualquer primeiroanista de economia, minimamente dotado, que examinasse um mapa do mundo, veria que a alternativa para as montadoras se expandirem e sobreviverem estava no Sul do Planeta Terra. Logo, elas não precisavam de qualquer incentivo para se instalarem na América Latina, Ásia ou África. Forçosamente viriam para cá.

No entanto, governantes estúpidos, bocós, provincianos, além de corruptos e gananciosos deram às montadoras mundos e fundos.

Conto aqui uma experiência pessoal: eu era governador do Paraná e a fábrica de colheitadeiras New Holland, do Grupo Fiat, pretendia instalar-se no Brasil, que vivia à época o boom da produção de grãos.

A Fiat balançava entre se instalar no Paraná ou Minas Gerais. Recebo no palácio um dirigente da fábrica italiana, que vai logo fazendo numerosas exigências para montar a fábrica em meu estado. Queria tudo: isenções de impostos, terreno, infraestrutura, berço especial no porto de Paranaguá, e mais algumas benesses.

Como resposta, pedi ao meu chefe de gabinete uma ligação para o então governador de Minas Gerais, o Hélio Garcia. Feito o contacto, cumprimento o governador: “Parabéns, Hélio, você acaba de ganhar a fábrica da New Holland”. Ele fica intrigado e me pergunta o que havia acontecido.

Explico a ele que o Paraná não aceitava nenhuma das exigências da Fiat para atrair a fábrica, e já que Minas aceitava, a fábrica iria para lá.

O diretor da Fiat ficou pasmo e se retirou. Dias depois, ele reaparece e comunica que a New Holland iria se instalar no Paraná.

Por que?

Pela obviedade dos fatos: o Paraná à época, era o maior produtor de grãos do Brasil e, logo, o maior consumidor de colheitadeiras do país; a fábrica ficaria a apenas cem quilômetros do porto de Paranaguá; tínhamos mão-de-obra altamente especializada e assim por diante.

Enfim, o grande incentivo que o Paraná oferecia era o mercado.

O que me inspirou trucar a Fiat? O conselho de Lester Turow e o exemplo de meu antecessor no governo, que atraiu a Renault, a Volks e a Chrysler a peso de ouro e às custas dos salários dos metalúrgicos paranaenses, pois o governador de então chegou até mesmo negociar os vencimentos dos operários, fixando-os a uma fração do que recebiam os trabalhadores paulistas.

Mundos e fundos, e um retorno pífio.

Pois bem, voltemos aos dias de hoje, retornemos à história, que agora se reproduz como um pastelão.

O Pré-Sal, pelos custos de sua extração, coisa de sete dólares o barril, é moranguinho com nata, uma mamata só!

A extração do óleo xisto, nos Estados Unidos, o shale oil , chegou a custar até 50 dólares o barril; o petróleo extraído pelos canadenses das areias betuminosas sai por 20 a 30 dólares o barril; as petrolíferas, as mesmas que vieram aqui tomar o nosso Pré-Sal, fecharam vários projetos de extração de petróleo no Alasca porque os custos ultrapassavam os 40 dólares o barril.

Quer dizer: como no caso das montadoras, era natural, favas contadas que as petrolíferas enxameassem, como abelhas no mel, o Pré-Sal. Com esse custo, quem não seria atraído?

Por que então, imbecis, por que então, entreguistas de uma figa, oferecer mais vantagens ainda que a já enorme, incomparável e indisputável vantagem do custo da extração?

Mais um dado, senhoras e senhores da Lava Jato, atrizes e atores daquele malfadado filme: vocês sabem quanto o governo arrecadou com o último leilão? Arrecadou o correspondente a um centavo de real por litro leiloado.

Um centavo, Moro!
Um centavo, Dallagnoll!
Um centavo, Carmem Lúcia!
Um centavo, Raquel Dodge!
Um centavo, ínclitos delegados da Policia Federal!

Esse governo de meliantes faz isso e vocês fazem cara de paisagem, viram o rosto para o outro lado.

Já sei, uma das razões para essa omissão indecente certamente é, foi e haverá de ser a opinião da mídia.

Com toda a mídia comercial, monopolizada por seis famílias, todas a favor desse leilão rapinante, como os senhores e as senhoras iriam falar qualquer coisa, não é?

Não pegava bem contrariar a imprensa amiga, não é, lavajatinos?

Renovo a pergunta: desbaratar o suado dinheiro que é esfolado dos brasileiros via impostos e dar isenção às empresas mais ricas do planeta é ou não é corrupção?

Entregar o preciosíssimo Pré-Sal, o nosso passaporte para romper com o subdesenvolvimento, é ou não é suprema, absoluta, imperdoável corrupção?

É ou não uma corrupção inominável reduzir o salário mínimo e isentar as petroleiras?

Será, juízes, procuradores, policiais federais, defensores públicos, será que as senhoras e os senhores são tão limitados, tão fronteiriços, tão pouco dotados de perspicácia e patriotismo ao ponto de engolirem essa roubalheira toda sem piscar?

Bom, eu não acredito, como alguns chegam a acusar, que os senhores e as senhoras são quintas-colunas, agentes estrangeiros, calabares, joaquins silvérios ou, então, cabos anselmos.

Não, não acredito.

Não acredito, mas a passividade das senhoras e dos senhores diante da destruição da soberania nacional, diante da submissão do Brasil às transnacionais, diante da liquidação dos direitos trabalhistas e sociais, diante da reintrodução da escravatura no país ... essa passividade incomoda e desperta desconfianças, levanta suspeitas.

Pergunto, renovo a pergunta: como pode um país ser comandado por uma quadrilha, clara e explicitamente uma quadrilha, e tudo continuar como se nada estivesse acontecendo?

Responda, Moro.
Responda, Dallagnoll.
Responda, Carmem Lúcia.
Responda, Raquel Dodge.

Respondam, oh, ínclitos e severos ministros do Tribunal de Contas da União que ajudaram a derrubar uma presidente honesta.

Respondam, oh guardiões da moral, da ética, da honestidade, dos bons costumes, da família, da propriedade e da civilização cristã ocidental.

Respondam porque denunciaram, mandaram prender, processaram e condenaram tantos lobistas, corruptores de parlamentares e de dirigentes de estatais, mas pouco se dão se, por exemplo, lobistas da Shell, da Exxon e de outras petroleiras estrangeiras circulem pelo Congresso obscenamente, a pressionar, a constranger parlamentares em defesa da entrega do Pré-Sal, e do desmantelamento indústria nacional do óleo e do gás?

Eu vi, senhoras e senhores. Eu vi com que liberdade e desfaçatez o lobista da Shell, semanas atrás, buscava angariar votos para aprovar a maldita, indecorosa MP franqueando todo o setor industrial nacional do petróleo à predação das multinacionais.

Já sei, já sei ... isso não vem ao caso.

Fico cá pensando o que esses rapazes e essas moças, brilhantíssimos campeões de concursos públicos, fico pensando ... o que eles e elas conhecem de economia, da história e dos impasses históricos do desenvolvimento brasileiro?

Será que eles são tão tapados ao ponto de não saberem que sem energia, sem indústria, sem mercado consumidor, sem sistema financeiro público, para alavancar a economia, sem infraestrutura não há futuro para qualquer país que seja? Esses são os ativos imprescindíveis para o desenvolvimento, para a remissão do atraso, para o bem-estar social e para a paz social.

Sem esses ativos, vamos nos escorar no quê? Na produção e exportação de commodities? Ora ...

Mas, os nossos bravos e bravas lavajatinos não consideram o desbaratamento dos ativos nacionais uma forma de corrupção.

Senhoras, senhores, estamos falando da venda subfaturada – ou melhor, da doação – do país todo! Todo!

E quem o vende?

Um governo atolado, completamente submerso na corrupção.

E para que vende?

Para comprar parlamentares e assim escapar de ser julgado por corrupção.

Depois de jogar o petróleo pela janela, preparando assim o terreno para a nossa perpetuação no subdesenvolvimento, o governo aproveita a distração de um feriado prolongado e coloca em hasta pública o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, a Eletrobrás, a Petrobrás e que mais seja de estatal.

Ladrões de dinheiro público vendendo o patrimônio público.

Pode isso, Moro?
Pode isso, Dallagnoll?
Pode isso, Carmem Lúcia?
Pode isso, Raquel Dodge?
Ou devo perguntar para o Arnaldo?

À véspera do leilão do Pré-Sal, semana passada, tive a esperança de que algum juiz intrépido ou algum procurador audacioso, iluminados pelos feéricos, espetaculosos exemplos da Lava Jato, impedissem esse supremo ato de corrupção praticado por um governo corrupto.

Mas, como isso não vinha ao caso, nada tinha com os pedalinhos, o tríplex, as palestras, o aluguel do apartamento, nenhum juiz, nenhum procurador, nenhum delegado da Polícia Federal, e nem aquele rapaz do TCU, tão rigoroso com a presidente Dilma, ninguém enfim, se lixou para o esbulho.

Ah, sim, não estava também no power point ...

É com desencanto e o mais profundo desânimo que pergunto: por que Deus está sendo tão duro assim com o Brasil?

(*) Roberto Requião é senador da República no segundo mandato. Foi governador de estado por 3 mandatos, 12 anos, prefeito de Curitiba, secretário de estado, deputado, industrial, agricultor, oficial do exército brasileiro e advogado de movimento sociais. É graduado em direito e jornalismo com pós graduação em urbanismo e comunicação.

Fonte: https://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/373724/Requi%C3%A3o-cala-o-Senado-com-discurso-hist%C3%B3rico-sobre-entrega-do-pr%C3%A9-sal.htm

“Deitado em berço esplêndido” continuaremos até porque o Hino Nacional assim canta:

"Deitado ETERNAMENTE em berço esplêndido,

Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América, 
Iluminado ao Sol do Novo Mundo!"

A frase "Deitado eternamente em berço esplêndido" tem gerado alguma controvérsia, havendo quem defenda que a palavra "deitado" exprime a ideia de "adormecido", "cansado", "preguiçoso" ou "que não luta", características que não seriam representativas da grandeza e glória do País.


E outro lúcido discurso do Senador Roberto Requião, onde indiretamente reconhece a superioridade do modelo econômico de Hitler e a incoerência de chamar Bolsonaro e seus seguidores de nazifascista como faz reiteradamente a Esquerda:



“Brasil nasceu colônia e vai morrer colônia.”
Comentário lúcido de eleitor petista.

“BraZil acima de tudo, GADU acima de todos.”

Bolsonaro e Mourão

“Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos.”

Nelson Rodrigues.

Abraços

domingo, 9 de setembro de 2018

Café no bule com música 17

Susan Boyle - Hallelujah


Lament for Boromir - Karliene


Andreas Gabalier - Amoi seg' ma uns wieder (Live)


The Angels Among Demons


"Rising Sun" japanese music by Kiyoshi Yoshida


Janji - Heroes Tonight


Eurodancer 2018 Remix


One Day ~ Hans Zimmer


Million Roses, IS (Infinity of Sound)


Hagalaz' Runedance - Das Fest Der Wintersonne 'Ein Weihnachtslied'


El canto de la Sibilla (Montserrat Figueras)


Lettera d'Argentina - Canta u populu Corsu


Nightwish "Sleeping Sun" with lyrics, Tarja Turunen


Salve Regina: canto gregoriano (texto em latim / inglês) Lyric Video


Frei geboren - Das offizielle Cover (von Robert & Mia)


Thomas Bergersen " Immortal "


Nirvana by Boris Potskov


Rallying the Defense (Royalty Free Music)


Voyage - LEMMiNO


Setting Sail (Royalty Free Music) [CC-BY]


Rallying the Defense (Royalty Free Music) [CC-BY]


LeAnn Rimes Performs "The Rose" with The Gay Men's Chorus of Los Angeles


Lisa Mitchell "Love Letter"


Secret Garden: Lament For A Frozen Flower


Skyrim - The Dragonborn Comes (Cover by Alina Lesnik feat. Marc v/d Meulen)


Kristina Cooper-"Emanuel"


Loreena McKennitt - Bonny Portmore - Lyrics


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Abraços

Economia não é ciência, é charlatanismo

A falácia da economia ocidental; Escravidão disfarçada
por Ghassan Kadi para The Saker Blog

A economia não é uma ciência. A economia não pode ser expressa em termos matemáticos meramente reprodutíveis e previsíveis, como no caso da física.

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Física e matemática são assuntos e manifestações do Direito Universal (Logos em grego), enquanto a economia é um sistema feito pelo homem que é baseado na ganância e no medo. O pai da economia, Adam Smith, em seu famoso livro “A riqueza das nações”, tentou estabelecer “leis” econômicas. Essas “leis” ainda são aceitáveis ​​250 anos depois, mas essas “leis” não são mais do que indicações que apontam para probabilidades, e não para a previsibilidade precisa que as leis físicas fornecem.

A economia é feita para parecer um campo de conhecimento muito complexo que apenas economistas experientes podem ousar tentar entender. O que faz com que pareça assustadoramente difícil, especialmente por aqueles que nunca a estudaram, é que não apenas suas chamadas "leis" são elásticas e imprevisíveis, mas também por causa da imprecisão e da mística que a cercam. Onde a imprecisão e o dinheiro convergem, entre indivíduos e nações que são gananciosos e poderosos o suficiente para capitalizar os tons de cinza a seu favor. Até agora, eles foram capazes de cometer o pior tipo de roubo que excede de longe qualquer roubo corporativo já exposto, muito menos possível.

Em poucas palavras, a economia mundial baseia-se em manter os países ricos ricos e pobres pobres. Isso é um fato, mas não há uma lei da economia que explique isso e/ou admita, porque as chamadas “leis” da economia foram calculadas pelas nações ricas ("nações ricas" é muita gente, suas populações também são escravas dessa situação. Generalizações assim não ajudam e acusam falsamente.). E mesmo que a economia reconheça tais desigualdades, dado que suas “leis” têm uma total falta de moralidade, tal especulação seria considerada um negócio inteligente e um marketing de sucesso.

Dizem-nos que o valor da moeda de qualquer país é um reflexo da sua riqueza. A riqueza é, ou pelo menos costumava ser, descrita em termos de recursos do país, base industrial e exportações. Quando os países historicamente poderosos tinham poucos recursos para gerar mais riqueza, eles desenvolveram suas indústrias manufatureiras e se aventuraram no exterior, capturaram colônias, roubaram seus recursos e os transformaram em matéria-prima que suas indústrias poderiam usar para gerar exportação e riqueza.

No entanto, agora, muitos desses mesmos ex-colonizadores têm pouco ou nenhum recurso sobrando, pouca ou nenhuma base manufatureira sobrando, poucas exportações, mas continuam a ser consideradas ricos e suas moedas ainda estão em alta. Eles têm alto “Produto Interno Bruto” (PIB) e alto “rendimento per capito”. Isso está em total contradição com as “leis” da economia que definem o que torna as nações ricas ricas.

Por outro lado, há muitas nações que são ricas em recursos e têm uma base manufatureira muito forte e altas exportações, mas ainda assim são consideradas pobres. Isso também está em total contradição com as “leis” da economia que definem o que torna os países pobres pobres.

Não é segredo que gigantes industriais como a Nike pagam US $ 2 a 3 para produzir um par de sapatos e depois vendem por US $ 100. O contexto de trabalho escravo virtual é bem conhecido. O que raramente é falado, no entanto, é a decisão das nações ocidentais de manter baixas as moedas dos países pobres em uma tentativa deliberada de mantê-las pobres e garantir que elas possam ser usadas como fabricantes baratos para alimentar sua própria ganância e continue parecendo ricos.

A globalização (outro nome para dominação mundial) entra em cena para dar longevidade e sustentabilidade a essa desigualdade e, claro, favorecer as nações ricas e manter seu status quo. Um dólar americano poderia valer 20.000 dongs vietnamitas e o que compra um serviço padrão, digamos, um corte de cabelo no Vietnã não seria suficiente para comprar um corte de cabelo nos EUA, já que os valores da moeda são tão diferentes, mas a globalização não permite nações mais pobres para basear suas economias em seus próprios padrões de renda.

Um trabalhador no Vietnã ou na Indonésia recebe a taxa horária ditada pela economia de seu país, mas o poder de compra de seu dong e/ou rúpia é ditado pelo valor simbólico que as nações ricas decidem dar a essas moedas. Isso é “justificado” por dar muitas formas e nomes que refletem de forma fraudulenta a honestidade e a transparência; nomes que também sustentam um sistema de empreendedores gratificantes. Eles usam termos como “economia livre”, “livre comércio”, “mercado aberto”, “competitividade” e “leis” como “oferta e demanda”, tudo de maneira a revestir com açúcar essas discrepâncias desumanas com um véu de legalidade e justiça.

Enquanto o termo econômico relativamente novo “Paridade de Poder de Compra” (PPP) considera as discrepâncias nos custos locais e produtividades baseados em parâmetros locais e domésticos em vez de parâmetros internacionais, em termos reais, não coloca comida nas mesas das nações pobres e não alimente barrigas vazias. Em termos reais, não é nada menos do que uma poção do tipo “sentir-se bem” e não se reflete no padrão de vida das nações pobres e no status e poder econômico internacional.

Mas quando o trabalhador de uma nação com uma baixa taxa de câmbio vai comprar mercadorias básicas, incluindo alimentos, a globalização implica que ele teria de pagar o preço internacional do arroz, trigo, açúcar, combustível e medicamentos. Mesmo que algumas dessas commodities sejam produzidas localmente, os preços internacionais se aplicam, a menos que sejam subsidiados pelo próprio governo.

Por um lado, o teto de renda do trabalhador é reduzido pelo valor internacional percebido de sua moeda nacional e, por outro lado, o poder de compra de sua renda é ditado por termos globais.

O sistema da economia mundial paga em dongs e rupiah e encargos em dólares dos EUA.

O PIB e as “Rendas per capita” das nações não se baseiam mais na riqueza real e nas produtividades das nações, mas em números arbitrários que as nações poderosas (dos que controlam essas nações) implementam deliberadamente, supervalorizando sua própria produtividade e subvalorizando as produtividades das nações mais pobres.

E em uma atmosfera de diminuição da produção industrial ocidental, como as nações ricas conseguem gerar PIB alto, pode-se perguntar? Bem, eles recorrem a muitos truques, incluindo “reciclagem” de importações baratas. Por exemplo, um empresário belga pode importar camisetas da China a US $ 1 cada e revendê-las por US $ 20 cada. O produto de seu faturamento de vendas é contabilizado no PIB da Bélgica, quando, na verdade, a produtividade real foi importada.

Mais uma vez, as nações ricas se escondem atrás da fachada da economia para justificar tais discrepâncias. Eles também usam termos como “economia desenvolvida” para esconder o crime de permitir-se termos de referência que tenham “explicações” na “ciência” da economia. Assim, eles se dão mais elevados padrões econômicos sobre as nações que estão condenadas a ter tags "em desenvolvimento" ou "subdesenvolvidas". Se esses termos são reduzidos ao âmago, tudo o que eles implicam é uma nova forma de colonialismo, escravidão e desigualdade que valoriza produtos e serviços não em seu verdadeiro valor, mas em quem os fornece a quem. Tal terminologia, além disso, faz parecer que é devido à sua própria culpa e má gestão econômica que os países "subdesenvolvidos" e "em desenvolvimento" estão na situação difícil que eles são, e que o ônus está neles para desenvolver suas economias.

Mas isto não é tudo. Os preços internacionais de commodities, como açúcar e arroz, estão sujeitos à concorrência internacional, mas o preço do combustível não é.

O combustível que impulsiona todos os motores da produtividade tem um preço que em geral é fixo e ditado pelos países produtores de petróleo e por cartéis gananciosos como a OPEP. Durante décadas, a OPEP tinha um monopólio virtual e uma licença para fixar o preço do produto mais importante do mundo, até que os produtores não-OPEP entraram em cena. Mas dizer que os atuais preços dos combustíveis são justos e eqüitativos estaria muito longe.

As nações ricas do Ocidente seguem os princípios da “economia livre”, “mercado aberto”, “livre comércio” e “competição”, mas o mesmo Ocidente que não permite o monopólio e a fixação de preços é aquele que endossa e alimentos provenientes de fixação de preços de produtos petrolíferos. Internamente, os altos preços dos combustíveis acarretam altos impostos e altas receitas para os governos ocidentais, o que, obviamente, prejudica mais o setor pobre das comunidades ocidentais. E internacionalmente, os altos preços dos combustíveis significam que os países pobres continuam pobres.

Se o mundo inteiro tivesse um sistema econômico unificado e equitativo e o termo “economia global” fosse uma realidade positiva e construtiva, uma visita ao dentista ou ao barbeiro deveria custar o mesmo em todo o mundo. A realidade determina o contrário. O que a realidade exige é que quando um barbeiro que cobra 50c por um corte de cabelo em Mumbai vá ao posto de gasolina ou à farmácia, por exemplo, sem subsídio do governo, ele provavelmente pagará o que um nova-iorquino paga em dólares americanos.

E se houvesse uma cara para a brutalidade econômica mundial que o mundo está sofrendo, tem que ser o dólar americano. Alguns podem argumentar que são os bancos, os Rothschilds, e enquanto isso é verdade, o veículo de extorsão e roubo é o dólar americano (essa moeda é mercadoria privada do FED controlado pelos Rothschilds entre outros do mesmo naipe). Quando um motorista de táxi na Índia vai encher seu tanque, ele está inadvertidamente tendo uma transação em dólares americanos, e não diretamente com os Rothschilds.

É bastante irônico que o dólar americano continue a ter influência em uma época em que a América tem enormes problemas econômicos. No entanto, com todas as dívidas incapacitantes, declaradas e não declaradas, uma dívida que alguns especialistas estimam exceder os 150 trilhões de dólares, enquanto o "Green Back" para a moeda de reserva preferida, os Estados Unidos continuarão capazes de "militarizar" sua moeda (o dólar é moeda de corso). Ao fazer isso, no entanto, e ao impor sanções a outras nações, a América está, inadvertidamente, acelerando o processo de seu próprio fim econômico. Com o comércio e outras organizações, como o BRICS, a SCO, a “Regional Economic Partnership” (RCEP), muitas nações estão procurando maneiras de se libertar da dependência do dólar americano. Até a UE está sentindo o peso do calor e procurando alternativas.

Na ausência de uma alternativa globalmente aceita, China, Rússia e Índia estão literalmente escavando ouro e acumulando toneladas, centenas de toneladas, milhares de toneladas. Ninguém realmente sabe quanto ouro físico se adquiriu. O que está claro é que todas as três nações estão tentando encontrar maneiras de proteger suas economias. E dada a estatura econômica da China que atualmente substitui a da América com base nas PPPs, o Renminbi (Yuan) não está longe de substituir o Green Back como a moeda de reserva preferida do mundo, mas os chineses não estão se arriscando, e estão acumulando ouro.

Ao fazer isso, a China, a Rússia, a Índia e muitas outras nações estão vendendo seus títulos do Tesouro dos EUA e substituindo-os por ouro, ouro físico. Enquanto isso, os EUA estão sustentando sua economia falida imprimindo dinheiro.

O atual sistema da economia mundial está fadado a implodir e colapsar. Crises financeiras recentes são uma indicação clara. Tudo o que é construído sobre leis injustas está fadado a levar à sua própria destruição. Não obstante as conquistas da civilização européia e a industrialização que a acompanha, a cobiça está cobrando seu preço e as corporações gigantescas estão minando os mesmos fundamentos da economia sobre os quais elas construíram seus impérios da antiga riqueza colonial. A fachada atual da riqueza substituta não pode durar.

Muitos analistas prevêem que o fim econômico da América (certo é dizer do FED) é uma questão de tempo e prevêem que isso acontecerá gradualmente. Eu não professo ser um economista, mas não é preciso um ato de gênio para acreditar que é possível, apenas possível, que o castelo de cartas que está terminalmente infestado de cupins, simplesmente caia e quebre quando suas fundações não podem mais seguir.

Em mais de uma maneira, essa situação me lembra um cenário diferente, mas ainda assim semelhante. A antiga presença das forças israelenses no Líbano era insustentável. Algo tinha que acontecer. Então, numa manhã, no dia 25 de maio de 2000 a ser exato, as pessoas libaneses em territórios ocupados por Israel acordou e perceberam que todas as forças israelenses se retiraram durante a noite. Eu prevejo uma repetição deste cenário quando se trata da economia americana. Chegará a hora em que a América não poderá mais imprimir mais dinheiro. Chegará o momento em que outras nações do mundo abandonarão o dólar (pseudo) americano. E quando tais eventos acontecem, assim como a puberdade, eles não acontecem gradualmente.

O mundo foi condicionado a ver a versão atual da economia como ciência, como uma marca fixa que explica e prevê transações financeiras e seu destino. Além disso, o mundo foi condicionado a acreditar que as "leis" da economia são verificações da realidade, tanto pragmáticas quanto justas, e os perdedores só têm de se culpar e se esforçar mais, porque, se o fizerem, podem estar lá com os vencedores.

Esta é uma promessa tola, que é semelhante a culpar as vítimas do crime pela sua infelicidade.

O futuro do que agora percebemos como economia está destinado a seguir o caminho dos sistemas que o precederam, e talvez, esperançosamente, com o tempo, a humanidade olhe para trás com espanto e descrença que tal sistema draconiano foi adotado pela humanidade e aceito como um luz guia que mede seu desempenho de produtividade.

Fonte: http://noticia-final.blogspot.com/2018/09/a-falacia-da-economia-ocidental.html

Abraços

sábado, 21 de julho de 2018

Café no bule com música 16

LeAnn Rimes - Some Say Love


‏Karliene - The Dornishman's Wife


Guadalupe Pineda - Historia De Un Amor


"El Condor Pasa" por George Zamfir


Desire Capaldo - Canto della terra


Iulia Matiukina - "Lá iam dois colegas" (Юлия Матюкина - Там шли два брата), cossaca


Menina russa em traje militar - "Quando estávamos na guerra" (Когда мы были на войне)


"M'envoler Vers Toi (Fly To You)" by Phil Rey Gibbons


Battlefield 1943 Theme Song


Two Steps From Hell - Men Of Honor (Extended)


"The Wolf And The Moon" by BrunuhVille


Florian Bur - Living


Antaeus - Kyrie


Lament for Boromir - Clamavi De Profundis


Byron Metcalf - Heart Warriors


Ella Endlich - Niemals geht man so ganz


Loreena McKennitt - night ride across the Caucasus


Die letzte Fahrt (Original)


Tenkrát na západě - E. Moriccone


THE FORGOTTEN LAND by Sylia Twolands


Tersky Cossack Choir - Oysya, you oysya (russian cossack folk song)


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Abraços